Enquanto Isso | Os autores-problema e suas adaptações problemáticas

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Enquanto Isso | Os autores-problema e suas adaptações problemáticas

Mais: os fantasmas de Raina Telgemeier, aniversários e Angeli.

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Érico Assis
25.04.2022, às 18H22
ATUALIZADA EM 25.04.2022, ÀS 18H47
ATUALIZADA EM 25.04.2022, ÀS 18H47

Fãs de Cavaleiro da Lua ligados nos quadrinhos notaram uma ausência na tradicional lista de “Special Thanks To” (agradecimentos especiais a) que aparece nas letrinhas miúdas ao fim dos créditos de seriados da Marvel. Estão lá os criadores do personagem, Doug Moench e Don Perlin, assim como nomes ligados à evolução do Cavaleiro desde os anos 1970: Bill Sienkiewicz, Alan Zelenetz, Declan Shalvey e mais dez. Nenhum agradecimento, porém, a Warren Ellis.

Fãs de Cavaleiro da Lua ligados nos quadrinhos também sabem por que o nome de Ellis não está lá.

 

Como falei na minha primeira Enquanto Isso, em junho de 2020 Ellis foi acusado por mais de 60 mulheres e pessoas não-binárias de abuso emocional. Em alguns casos, ele oferecia chances no mercado de HQ ou audiovisual em troca de favores sexuais.

Apesar das 60 acusadoras – unidas no site So Many of Us – dizerem que não queriam o cancelamento de Ellis, efetivamente foi o que aconteceu. Ele foi desligado de projetos na DC Comics e do seriado Castlevania, e a sugestão de que ele participaria de uma série na Image foi recebida com tantas críticas que a editora cancelou o projeto.

Em 2014, Ellis, Declan Shalvey e Jordie Bellaire comandaram o relançamento da série do Cavaleiro da Lua nas HQs. Diferente de quase todas tentativas com o personagem em quarenta anos, esta deu certo. Sucesso de crítica, a série se mantém desde aquela época graças ao impulso que o trio deu há oito anos.

A contribuição mais visível do trio ao Cavaleiro foi somar às múltiplas identidades do herói a que ficou conhecida como “Mr. Knight”: quando ele combate o crime de terno e gravata. O seriado da Disney+ destaca a personalidade “Mr. Knight” desde a divulgação.

Ellis já tinha usado o conceito do Cavaleiro Engravatado na série Vingadores Secretos, com desenhos de Michael Lark. Mas a ideia pegou mesmo na série solo, e Declan Shalvey deixou o traje tal como se vê na TV.

Shalvey aparece no “Special Thanks To” do seriado na Disney+. Ele foi inclusive convidado pela Marvel para a première do seriado em Los Angeles, e compareceu. Em sua newsletter ele contou que, durante o evento, trocou uma ideia com Alan Zelenetz, co-criador do vilão Arthur Harrow (o que é interpretado por Ethan Hawke no seriado). Zelenetaz também tem nome no “Special Thanks”.

Jordie Bellaire não é citada no “Special Thanks” porque a Marvel Studios não agradece a coloristas – um problema por si só. Vale lembrar que o contraste que Bellaire faz entre o branco do Cavaleiro e as outras cores é uma das razões para aquela fase de Cavaleiro da Lua ser tão marcante.

Associar Warren Ellis ao seriado, mesmo que em letrinhas miúdas no final do episódio, com certeza ia gerar reclamação. Além disso, já li fã comentando que a “descaracterização” que o seriado faz de “Mr. Knight” – que até agora, a quatro episódios, é uma versão panaca do herói – seria uma maneira de não ressaltar a contribuição de um autor cancelado. Shalvey e Bellaire, igualmente autores do “Mr. Knight”, perderiam reconhecimento por tabela.

Tem outro nome que não aparece nos “Special Thanks” de Cavaleiro da Lua: Brian Wood. Wood foi roteirista da HQ do Cavaleiro logo após a saída de Warren Ellis, assim como Greg Smallwood substituiu Declan Shalvey (Jordie Bellaire continuou nas cores). O nome de Smallwood é o único que aparece nos “Special Thanks”.

Coincidência ou não, Wood deixou de entrar ali por motivo muito parecido com o de Ellis. Em 2019, o escritor foi acusado de “comportamento predatório” pela jornalista especializada em HQ e games Laura Hudson. A acusação veio na sequência de outra, de 2013, em que a artista Tess Fowler acusava Wood de fingir interesse pelo trabalho dela para se aproximar sexualmente.

As acusações levaram a Dark Horse Comics, com quem Wood trabalhava na época, a declarar que não trabalharia mais com o autor. Wood, que já teve projetos na Image e colaborou bastante com Marvel e DC, não publicou em editora alguma desde então.

Não se sabe se Cavaleiro da Lua, o seriado, vai usar algum elemento da fase Wood/Smallwood/Bellaire à frente do personagem. (Embora, repetindo, Smallwood seja uma referência no “Special Thanks”.) Mas não mencionei Wood apenas por essa coincidência de autor cancelado/nome apagado. Em outra coincidência, Wood é um nome importante ligado a outro seriado que chegou recentemente às telas.

DMZ não causou muita sensação desde que estreou na HBO Max – com os quatro capítulos de uma vez só, há pouco mais de um mês. Com produção da poderosa Ava DuVernay (que dirige o primeiro episódio) e Rosario Dawson no papel principal, a minissérie também foi mal de críticas.

Se você ver os créditos de cada episódio, vai encontrar uma tela só para a frase “Baseada em personagens criados para a DC por Brian Wood e Riccardo Burchielli”. A inspiração é, de fato, ZDM, série da DC/Vertigo de 2005 a 2012 criada e capitaneada por Wood e Burchielli. A expressão tão específica, “baseada em personagens”, se justifica porque o seriado mexeu bastante no conteúdo da HQ e, de fato, aproveitou alguns personagens e arremedos das tramas.

Matty Roth, o jornalista e protagonista dos quadrinhos, sumiu na TV. Zee Hernandez, personagem secundária da HQ, virou protagonista na TV – como Zee Ortega, sendo que o sobrenome não é a única mudança na sua personalidade e trama. Há outros personagens que foram transpostos do papel para o audiovisual, mas DMZ é um daqueles exemplos em que os adaptadores se deram liberdade para pinçar o pouco que lhes interessava do original e contar sua própria história.

O nome de Brian Wood está ali nos créditos de DMZ. Diferente do caso de Cavaleiro da Lua e os autores a quem a Marvel Studios dá “Special Thanks”, DMZ ou ZDM é criação de Wood e Riccardo Burchielli e os dois têm participação nos direitos da série.

Você não vai encontrar, porém, entrevistas com os autores nem muita divulgação da parte de HBO ou DC a respeito dos quadrinhos em que DMZ se baseia. O grande prejudicado aí – mais um que perde por tabela –é o colega de Wood, o italiano Burchielli.

É curioso também o fato de que, no meio de um caso em que um homem foi acusado de abuso de mulheres, DMZ trocou seu protagonista masculino por uma feminina. Isto, porém, pode ter mais a ver com os interesses da produtora ou com uma sacudida importante nos quadrinhos tão focados em heróis homens.

Mas uma das curiosidades mais interessante em torno de todo o caso é que Laura Hudson, uma das acusadoras de Wood, foi contratada para a equipe de roteiristas de DMZ, como a própria divulgou no início de 2020. (Ela não aparece nos créditos do seriado, porém.)

Tanto Warren Ellis quanto Brian Wood estão cancelados nos quadrinhos. O cancelamento também os afastou das redes. Ambos eram bastante ativos no contato com os fãs via newsletters, blogs, twitter, instagram. Desapareceram.

Por algum tempo. Um ano depois das acusações, Ellis voltou a se manifestar e foi cobrado de novo pelo site das suas acusadoras, o So Many of Us. Em seguida elas afirmaram que eles estavam em contato e buscando um acordo. No início deste ano, o autor britânico retomou blog e newsletter. Este mês publicou um conto, “Watchtower”, online, no modelo pague-quanto-quiser e diz que está trabalhando como escritor, embora não fale em lançamentos.

No Twitter, Brian Wood diz que está “priorizando a vida offline”. No Instagram, posta fotos dos gatos. Não há menção a novos projetos.

FANTASMAS POLÊMICOS

Raina Telgemeier é uma das autoras mais lidas dos Estados Unidos. Não só de quadrinhos, mas entre todos os autores de todo o mercado livreiro. No lançamento de seu último álbum, Coragem, em 2019, ela tinha 18 milhões de álbuns em circulação. O próprio Coragem saiu com tiragem inicial de um milhão de exemplares nos EUA. Se você quiser dar exemplos de quadrinhos que “furam a bolha”, não há como não falar de Raina Telgemeier.

Lendo as HQs da autora, você entende por quê: os leitores norte-americanos – ou melhor, as leitoras, porque seu público é majoritariamente feminino entre os 8 e 12 anos – encontraram a estética Mauricio de Sousa.

Digo isso no sentido de histórias simples, com traço simples, narrativa simples, cores simples e temas simples, mas com um temperinho de tensão – porque ninguém quer arroz com feijão sem sal – que vendem porque conseguem alcançar várias vertentes do público. E que a leitora lê porque todas as amigas leram, o que traz mais leitoras e de repente você tem o efeito de manada.

A diferença entre Telgemeier e Mauricio é que ele (ainda) não produz graphic novels de duzentas e tantas páginas e ela (ainda) não estampa seus personagens em fralda, caderno e maçã.

Tal como acontece com Mauricio de Sousa, ter quadrinhos que vendem milhões implica em você ter que aderir a certos cuidados para continuar vendendo milhões. Não dá para você ser muito revolucionário na forma e é melhor evitar polêmicas. Polêmicas podem acabar com os milhões.

Polêmica foi justamente o que aconteceu com Fantasmas, quarta graphic novel de Telgemeier e a única que ainda não havia saído no Brasil. A editora Intrínseca lança Fantasmas no mês que vem, com tradução de Giu Alonso.

Embora o material mais conhecido de Telgemeier seja autobiográfico – Sorria, Irmãs, Coragem –, Fantasmas é ficcional. As personagens da capa são Catrina e Maya, duas irmãs que acabam de se mudar para uma cidade no litoral da Califórnia com forte presença da cultura mexicana. Elas descobrem que a cidade e os novos amigos têm uma relação com os antepassados mortos que faz você repensar o termo “fantasmagórico”: os fantasmas, se você se acostumar, são tão amigos quanto os vivos.

O tempero da história está na relação complicada entre as irmãs. Maya, a mais nova, sofre de fibrose cística e é a filha que demanda mais atenção dos pais – a mudança de cidade aconteceu em função dela. Catrina, a mais velha, tem uma relação de proteção com a irmã, mas também fica ressentida com o foco da família (e até de seus amigos) nos problemas de Maya.

O que era para ser o tempero e uma bela sacada de inclusão – a fibrose cística é uma doença rara, mas afeta em torno de 30 mil pessoas nos EUA e 5 mil no Brasil, sendo que você multiplica esse número pelos familiares em torno de cada caso – acabou perdendo espaço, nas críticas, para o modo como Telgemeier lidou com a cultura mexicana e o Día de los Muertos.

A crítica gira em torno da apropriação cultural: uma autora branca tratando de temas e costumes de uma cultura milenar sem a devida pesquisa ou atenção. Há problemas na abordagem do Día de Los Muertos como “Halloween mexicano” e as referências sem contexto às missões colonizadoras dos espanhóis, que violentaram e mataram indígenas nos séculos 18 e 19. Na HQ, os indígenas são fantasmas que falam alegremente o espanhol dos opressores.

(Viva, o filme da Disney/Pixar, que também trata do Día de Los Muertos, saiu depois de Fantasmas e foi alvo de críticas parecidas.)

Telgemeier reconheceu esta vertente de críticas e escreveu uma nota em seu site, explicando que havia pesquisado o tema antes de produzir a HQ, mas entende que “para alguns leitores", deixou a desejar.

Mesmo as críticas que falaram negativamente destes aspectos do álbum elogiam outros aspectos da narrativa e sugerem que se leia Fantasmas com olhar mais crítico do que Telgemeier teve. O fandom da autora segue forte apesar dessa derrapada.

Além disso, mesmo no que pesem aquelas críticas, elas não foram unânimes. Fantasmas passou semanas na lista de mais vendidos do New York Times que publicou uma resenha elogiosa – e Telgemeier ganhou um de seus cinco Prêmios Eisner pela HQ. Seu número de leitoras só cresce.

A polêmica em torno de Fantasmas, aliás, foi eclipsada por outra com um álbum anterior da autora: Drama, lançado originalmente em 2012, frequenta listas de livros mais contestados nas bibliotecas dos EUA. O “problema” aí é com dois personagens gays. Aqui, sim, Telgemeier incomodou quem ela devia incomodar.

VIRANDO PÁGINAS

Edmond Baudoin, uma das figuras mais emblemáticas do quadrinho francês, completou 80 anos no sábado, dia 23. Ele começou relativamente tarde nas HQs, tendo publicado pela primeira vez aos 40 anos, mas tem uma produção que assusta: mais de setenta álbuns de lá para cá. No Brasil, ele lançou Travesti (com Mircea Cărtărescu) e Os Quatro Rios (com Fred Vargas).

Steve Englehart completou 75 anos na última sexta-feira, dia 22. Quando estava por volta dos seus trinta, foi um roteirista marcante de Vingadores, Capitão América (a famosa fase de reação ao Watergate), Dr. Estranho e Batman, entre várias outras séries da Marvel e da DC, e foi co-criador tanto do Senhor das Estrelas quanto de Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu.

Como já foi bastante noticiado, Angeli anunciou que está pendurando a prancheta devido um problema de saúde degenerativo. Mesmo que seu trabalho como quadrinista estivesse diminuído há alguns anos, a perda para as artes gráficas é imensa. Não só pra mim, o desenho de Angeli é o primeiro que eu penso quando eu quero pensar numa cara da ilustração brasileira.

A culpa pode ser de uma capa que ele fez para um caderno da Folha de S. Paulo – Mais? Ilustríssima? – e que ficou anos pendurada no meu quarto. Lembro de um personagem saindo de trás de uma cortina, e a cortina recheada de desenhos meio monstruosos, disformes, numa representação da política brasileira. Lembra mais do estilo do que do tema. As cores e o traço eram inegavelmente Angeli.

(Alguém me ajuda a achar essa capa?)

No ano retrasado, conversei sobre os 50 anos de carreira do homem numa live com Laerte e Caco Galhardo. Os dois foram brilhantes. Lembro de receber uma mensagem logo depois da companheira de Angeli, Carolina Guaycuru: “Ele está achando divertidíssimo ver vocês falando sobre ele e perguntando: ‘Eu não preciso fazer nada, né?’”

Como Guaycuru comentou na semana passada, Angeli encerrou a carreira de cartunista. O artista segue ativo.

UMA CAPA

De Adrian Tomine, o cartaz japonês de Paris, 13o Distrito, o filme que mescla três de suas HQs em uma história só – e que tem previsão de estreia no Brasil para esta quinta-feira.

Se você conhece as HQs, a resenha de Anthony Lane na New Yorker resume um bom jeito de assistir ao filme: “O resultado é menos uma adaptação de histórias em quadrinhos e mais uma polinização – a melhor e mais fértil da categoria, eu diria, desde ‘Marcas da Violência’, de David Cronenberg. Perceba não só o que Jacques Audiard alterou nas histórias, mas o que optou por omitir.”

É um bom filme.

UMA PÁGINA

De Jeff Smith, na semana passada, soltando um suspiro e homenagenando Charles Schulz após mais uma puxada de tapete dos tantos estúdios que já quiseram adaptar Bone para animação. A tradução:

Phoney Bone: Oi, eu sou a Nickelodeon! Quero fazer um longa animado de Bone! / Fone Bone: Hã, tá bom.

Isso aí! Vai ter filme!

AAUGH!

Phoney Bone: Oi, eu sou a Warner Bros.! Quero fazer um longa animado de Bone! / Fone Bone: Hmm, será?

Isso aí! Eles que faziam o Pernalonga! Vamos que vamos!!

AAUGH!

Phoney Bone: Oi, somos a Netflix! Queremos fazer uma série animada de Bone! / Fone Bone: Ah, não sei...

Isso aí! Streaming é outra coisa! Dessa vez vai ser diferente!

AAUGH!

Bone: Nunca mais. / Phoney Bone: Olá. Eu queria me apresentar...

 

(o)

Sobre o autor

Érico Assis é jornalista da área de quadrinhos desde que o Omelete era mato. Também é autor do livro Balões de Pensamento – textos para pensar quadrinhos.

Sobre a coluna

Toda sexta-feira (ou quase toda), virando a página da semana nos quadrinhos. O que aconteceu de mais importante nos universos das HQs nos últimos dias, as novidades que você não notou entre um quadrinho e outro. Também: sugestões de leitura, conversas com autores e autoras, as capas e páginas mais impactantes dos últimos dias e o que rolar de interessante no quadrinho nacional e internacional.

#73 – Toda editora terá seu Zidrou

#72 – A JBC é uma ponte

#71 – Da Cidade Submersa para outras cidades

#70 – A Comix 2000 embaixo do monitor

#69 – Três mulheres, uma Angoulême e a década feminina

#68 – Quem foi Miguel Gallardo?

#67 – Gidalti Jr. sobre os ombros de gigantes

#66 – Mais um ano lendo gibi

#65 – A notícia do ano é

#64 – Quando você paga pelo que pode ler de graça?

#63 – Como se lê quadrinhos da Marvel?

#62 – Temporada dos prêmios

#61 – O futuro da sua coleção é uma gibiteca

#60 – Vai faltar papel pro gibi?

#59 - A editora que vai publicar Apesar de Tudo, apesar de tudo

#58 - Os quadrinhos da Brasa e para que serve um editor

#57 - Você vs. a Marvel

#56 - Notícias aos baldes

#55 – Marvel e DC cringeando

#54 – Nunca tivemos tanto quadrinho no Brasil? Tivemos mais.

#53 - Flavio Colin e os quadrinhos como sacerdócio

#52 - O direct market da Hyperion

#51 - Quadrinhos que falam oxe

#50 - Quadrinho não é cultura?

#49 - San Diego é hoje

#48 - Robson Rocha, um condado, risografia e Cão Raivoso

#47 - A revolução dos quadrinhos em 1990

#46 - Um clássico POC

#45 - Eisner não é Oscar

#44 - A fazendinha Guará

#43 - Kentaro Miura, o karôshi e a privacidade

#42 - A maratona de Alison Bechdel, Laerte esgotada, crocodilos

#41 - Os quadrinhos são fazendinhas

#40 - Webtoons, os quadrinhos mais lidos do mundo

#39 - Como escolher o que comprar

#38 - Popeye, brasileiros na França e Soldado Invernal

#37 - Desculpe, vou falar de NFTs

#36 - Que as lojas de quadrinhos não fiquem na saudade

#35 - Por que a Marvel sacudiu o mercado ontem

#34 - Um quadrinista brasileiro e um golpe internacional

#33 - WandaVision foi puro suco de John Byrne

#32 - Biografia de Stan Lee tem publicação garantida no Brasil

#31 - Sem filme, McFarlane aposta no Spawnverso

#30 - HQ dá solução sobrenatural para meninos de rua

#29 - O prêmio de HQ mais importante do mundo

#28 - Brasileiros em 2021 e preguiça na Marvel

#27 - Brasileiros pelo mundo e brasileiros pelo Brasil

#26 - Brasileiros em 2021 e a Marvel no Capitólio

#25 - Mais brasileiros em 2021

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#23 - O melhor de 2020

#22 - Lombadeiros, lombadeiras e o lombadeirismo

#21 - Os quadrinistas e o bolo do filme e das séries

#20 - Seleções do Artists’ Valley

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(c) Érico Assis

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