Enquanto Isso | A Comix 2000 embaixo do monitor

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Enquanto Isso | A Comix 2000 embaixo do monitor

Mais: a nata argentina, feminismo para crianças, o zine dos Crumbs, aniversários, uma capa e várias páginas

Omelete
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Érico Assis
11.03.2022, às 16H28
ATUALIZADA EM 11.03.2022, ÀS 19H17
ATUALIZADA EM 11.03.2022, ÀS 19H17

No final de 1999, quando todos os algarismos que marcam o ano estavam para virar pela primeira vez em mil anos e quando o novo século-milênio ia ser uma festa porque, né, não tinha como ficar pior que o século 20, a editora francesa L’Association lançou um gibi de 2000 páginas para comemorar o ano 2000, chamado Comix 2000.

As histórias eram mudas, sem texto e sem balões, para alcançar leitores do mundo inteiro. A introdução tinha dez idiomas. Participaram 324 autores de 29 países. A maioria foi pessoal que circula no mercado franco-belga. Uma parceria com a Fantagraphics dos EUA também trouxe bastante gente do cenário indie de lá.

 

Tinha Christophe Blain, David B., Florence Cestac, Joann Sfar. Tinha Julie Doucet, Jason, Carlos Nine, Frederik Peeters, Chris Ware, Liniers. Tinha pelo menos dois brasileiros: Allan Sieber e Fabio Zimbres. A lista completa de quem participou está aqui.

A L’Association levou dois anos entre a convocatória aos artistas e a seleção de material para montar o tijolão. A editora chegou a ter sete mil páginas, das quais teve que escolher as duas mil, segundo essa matéria do Libération. O mesmo texto conta que a editora, com menos de dez anos de vida e nanica para os padrões franceses, precisou de 2 milhões de francos (perto de 400 mil euros ou R$ 2,2 milhões de hoje) para imprimir o monstro. Conseguiu menos de um quarto de financiamento com o Ministério da Cultura francês e encarou o resto da conta.

Com seus dois quilos e meio em papel fininho e capa dura, Comix 2000 fez um estrondo na época tal qual soltar um exemplar em cima da mesa. O estrondo, porém, não ressoou. Apesar de ser um bom retrato do cenário de quadrinhos francês e indie norte-americano da época e da aura literalmente pesada de marco histórico, Comix 2000 logo virou uma vaidade megalomaníaca tão esquecida quanto o bug do milênio.

Só eu não esqueci, porque nunca consegui um Comix 2000 para chamar de meu. Queria.

Corta para 22 anos depois e Adão Iturrusgarai fez o tuíte acima para comentar sua conversão ao mate argentino. Em detalhe só perceptível para mim e mais uma dúzia de sofredores, há um Comix 2000 detonado servindo de base para um iMac.

Com todo respeito e admiração pela digníssima carreira (Aline, Rocky & Hudson, quase 30 anos na Folha de S. Paulo) de Adão Iturrusgarai – vejam que eu chamei ele de “senhor” – retuitei-o e vociferei:

"COMIX 2000, a antologia de duas mil páginas de HQ lançada na virada do século, é um de dois gibis esgotadíssimos que eu adoraria ter na coleção. Uma cobiça, um objetivo de vida. Uma vez vi um na casa de um amigo e quase roubei. Este SENHOR usa de apoio."

(O outro gibi esgotadíssimo que eu queria: a Kramer’s Ergot número 7. O amigo de quem eu quase roubei um Comix 2000: André Diniz. Nunca mais me convide pra sua casa, Diniz, eu não mereço confiança.)

Alguns sentiram a mesma dor. Alguns riram. Senhor Iturrusgarai ficou preocupado: Eu já tenho tantos haters quadrinistas. Com esse teu post, o número deve dobrar. 😜

Propus uma troca: se ele tirasse o Comix 2000 surrado debaixo do monitor, eu mandava um box da Druuna. Daqui a pouquinho minha caixa de DMs apitou para a gente se combinar. Agora preciso achar um box da Druuna.

Pra satisfazer o grande público, ou pelo menos trocar de uma categoria de haters para outra, Iturrusgarai postou outra foto:

Isso está longe, muito longe de ser a novidade da semana nos quadrinhos, nem os arremedos de análise crítica que eu tento fazer na coluna. O caso é que, mesmo depois de uns dias, ainda estou como aquele meme do cara no ônibus, comendo, trabalhando, dormindo e sempre pensando na mesma coisa: “A Comix 2000 de apoio, bicho.”

Se você quer uma notícia, tem uma boa: Adão Iturrusgarai está lançando Paris por um Triz, uma coletânea da sua newsletter Correio Elegante (assine aqui; eu assino) com a narração em detalhes da época em que ele foi tentar a sorte na França, pátria do cartum, nos anos 1990. O livro foi lançado pela Zarabatana depois de uma campanha de sucesso no Apoia-se. Tem uma ótima entrevista sobre o livro no Vitralizado.

E mais notícia: Iturrusgarai está em turnê pelo Brasil para promover o livro. Amanhã e segunda-feira ele faz lançamentos em São Paulo, depois passa a semana entre Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Detalhes aqui.

Quem quiser um exemplar de Comix 2000 menos detonado que o do senhor Iturrusgarai tem que caçar entre os usados. Aqui, por exemplo, uma edição classificada como “muito boa” sai por apenas R$ 2.130, mais o frete da França.

OS ÚLTIMOS ARGENTINOS

As editoras brasileiras “descobriram” o quadrinho da Argentina nos últimos três anos. Parece piada, mas a concentração de lançamentos de autores argentinos no Brasil desde 2019 é parecida ao que se viu de quadrinho argentino por aqui nos cinquenta anos anteriores – desde os tempos em que a HQ hermana era destaque na Europa.

Nessa corrida pela “descoberta”, editoras como Comix Zone e Figura já raparam boa parte da nata de clássicos do quadrinho hermano. Uma das poucas obras que ainda estava faltando nessa nata foi anunciada há pouco, e por uma editora que está fazendo sua primeira aposta em material estrangeiro.

A editora Risco lançou no Catarse a campanha de O Último Recreio, de Carlos Trillo e Horacio Altuna (com tradução de Jana Bianchi), na semana passada. O projeto já bateu a meta e está chegando a 150%. A HQ chega em junho.

Publicada originalmente nos anos 1980, O Último Recreio é a história de um grupo de jovens vivendo em um mundo sem adultos, depois que uma bomba matou todo mundo que já passou da ingenuidade juvenil.

Trillo (1943-2011) é um dos autores que mais vem ganhando resgates nessa recuperação do quadrinho argentino por aqui (A Grande Farsa, A Herança do Coronel, Ninguém, Alvar Mayor). Já Altuna – que completou 80 anos há pouco – é um mestre do desenho que ficou mais conhecido pela sua obra erótica publicada aqui na Playboy, Porrada e outras revistas (e circulando pela internet sem créditos).

Resgates como esse não estavam nos primeiros planos da Risco com obras internacionais, mas O Último Recreio virou uma forma de recuperar orgulho ferido. “Mandei uma mensagem privada ao Altuna em meados de 2019 e fui totalmente ignorado”, contou o editor Gabriel Calfa. “Depois desse episódio, trazer a obra virou questão de honra!”

Falando mais sério, Calfa me comentou que preferiram – ele e o sócio Marcus Leopoldino – abrir a linha de internacionais da Risco com uma obra de renome para conseguir repercussão e se apresentar ao grande público, antes de trazer títulos mais recentes e menos conhecidos. Vêm mais por aí, inclusive outros argentinos.

Sobre o fim da nata do quadrinho hermano, Calfa discorda de mim. “Não diria o fim, mas talvez o ponto de virada. Costumo brincar que estamos vivendo o ‘desgaste histórico’, mas na verdade acredito que existam grandes obras argentinas ainda obscuras para os brasileiros. Vejo muitas pessoas dizendo que essa procura por quadrinhos argentinos se deve ao fato de o país estar com a economia enfraquecida e que isso resultaria na redução de custos para as editoras brasileiras. Mas essa é uma visão tão ingênua quanto irresponsável. A meu ver, se hoje existe essa importação de quadrinhos sul-americanos, é por causa do maior acesso que a internet nos dá, seja aos títulos, seja aos arquivos em alta resolução ou até mesmo às páginas originais. Algo que há vinte anos só poderia ser custeado por uma editora de grande porte e que, infelizmente, não tinha o menor interesse nesse mercado.”

“O Último Recreio surge como uma obra que faltava entre os clássicos argentinos. Mas, se em três anos, entre tantos títulos renomados, esse escapou, por que não acreditar que existam outros?”

A campanha fica no Catarse até 12 de abril.

A LIGA

Por que tem tanto filme e seriado com grupos de amigos em que cada garoto tem sua personalidade – o engraçadinho, o geek, o valentão, o esportista – e a única garota tem o papel de “a garota”? Por que a menina “bonita” é a magra discreta branca de cabelo comprido e maquiada-mas-não-demais? Por que o Superman salva as pessoas e representa o bem enquanto Barbie quer estar na moda e encontrar o amor?

A francesa Mirion Malle respondeu estas dúvidas e outras em quadrinhos, mirando o público infantil e infanto-juvenil. É o álbum A Liga das Superfeministas, que chega ao Brasil depois de circular nas escolas da França.

O lançamento é da Oficina Raquel, editora de romances, poesia e infantos-juvenis que faz sua primeira aposta em quadrinhos (devem vir mais, segundo a assessoria). A tradução é de Maria Clara Carneiro.

Como o público-alvo tem seus 8 a 12 anos, A Liga mistura um linguajar rápido e esperto pra resolver questões complicadas. Numa página sobre “Escrita Inclusiva”, a explicação é tão sucinta quanto é completa:

“Há muito tempo, no século XVII, a Academia Francesa, então composta unicamente por velhinhos sexistas, declarou: ‘O masculino prevalece sobre o feminino’ [o que também vale para a língua portuguesa]. Desde então, mesmo se tem 1 cara e 100 garotas, é preciso dizer ‘eles’. É injusto!”

A Liga concorreu na sélection jeunesse, de quadrinhos para crianças, do Festival d’Angoulême de 2020. Está à venda aqui.

OS CRUMBS SE VACINARAM?

Robert Crumb está com 78 anos e vive com seus discos e Aline Kominsky-Crumb numa cidadezinha francesa, curtindo a aposentadoria. Quando ele volta para a prancheta, é um evento.

Crumb e família acabaram de anunciar um novo evento. Sauve-Qui-Peut (“salve-se quem puder”) Comics and Drawings reúne ele, Aline e a filha Sophie desenhando juntos e separados. O zine foi impulsionado pela exposição de obras da família quadrinista, que está aberta na galeria David Zwirner, em Paris, desde fevereiro (tem uma amostra linda da exposição aqui).

A capa promete contar o que os três fizeram durante a pandemia. “O câncer não me levou, no que essa vacina imbéssil vai me ajudar?”, diz Aline – embora uma setinha diga que ela tomou as três doses. A setinha que aponta para Sophie diz que ela não se vacinou. A que aponta para o patriarca Crumb diz “Anti-vax to the max”. No balão do velhinho conspiratório: “Resta a pergunta: o que está rolando?”

Sauve-Qui-Peut é para colecionadores. Tem só 40 páginas, a tiragem é limitada a 750 exemplares e cada um custa US$ 40 (R$ 200).

A Veneta anunciou para este ano a reedição de Gênesis, de Crumb, sua adaptação do primeiro livro da Bíblia. Only Human, a biografia (definitiva?) de Crumb, por Dan Nadel, deve ficar para 2023 – quando o biografado completa 80 anos – e já foi anunciada no Brasil pela Todavia.

GIPI, A TERAPIA E AS DROGAS

“A arte sempre foi minha terapia. Sempre. Eu já fui a neurologista, mas toda vez que eu vou é esquisito porque eu sei que tem uma coisa em mim que eles não vão entender. Lembro que um me disse que eu era, perdoe a expressão, atolado na merda. Em risco de suicídio. Mas tinha uma coisa que ele não sabia. Assim que eu chegava em casa, eu traduzia essa merda em histórias e em música. (Sim, música é minha outra paixão. Eu amo escrever musiquinha boba só pra mim, que espero que ninguém mais ouça.) Eu sempre traduzi minhas misérias em arte, e acho que consegui porque essas misérias eram ridículas. Porque quando as misérias são sérias, a merda é outra.”

Gipi se abriu com Valerio Stivé no Comics Journal. A ocasião é o lançamento em inglês de La Mia Vita Disegnata Male, um dos maiores sucessos do italiano no seu país – e pouco publicada fora de lá por conta de um texto rabiscado com toda intensidade à mão, misturado com os desenhos, em que pouca gente se arriscava a mexer. A Fantagraphics topou. A edição em inglês tem tradução de Jamie Richards e letras do quadrinista italiano Francesco Daniele.

A entrevista ainda fala da vida de Gipi com as drogas em Pisa nos anos 1980 – tema, em parte, do livro. Por enquanto não há previsão de publicação no Brasil – mas você pode incomodar a Veneta, que já lançou as lindas Umahistória e A Terra dos Filhos por aqui.

VIRANDO PÁGINAS

Segundo o Guia dos Quadrinhos, no próximo domingo, dia 13, completam-se exatos 35 anos do lançamento da primeira edição de Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, Klaus Janson e Lynn Varley (com tradução de Jotapê Martins e Helcio de Carvalho) no Brasil. Cavaleiro já tinha abalado estruturas nos EUA em termos de arte, narrativa, morceguices, formatos e de expectativas que os quadrinhos podiam atender. Fez o mesmo aqui com o lançamento da Editora Abril.

Coincidência ou não, em abril de 1997, há quase 25 anos, a Abril republicou Cavaleiro, desta vez com as capas originais. E em março de 2002, há exatos 20 anos, a editora lançou por aqui Cavaleiro das Trevas 2. A sequência execrada veio acompanhada de mais uma reedição da Cavaleiro original, em dois volumes. Em março de 2007, há exatos 15 anos, a Panini publicou Cavaleiro das Trevas Edição Definitiva, base para todas republicações que faz desde então.

Carl Barks and Burne Hogarth

Via Brian Michael Bendis, cheguei neste arquivo de fotos da San Diego Comic Con de 1982, há 40 anos. O evento, muito menos movimentado do que viria a ser, na época reunia sumidades como Will Eisner, Carl Barks, Milton Caniff, Jack Kirby e um mancebo tão desconhecido que só foi fotografado uma vez: Frank Miller (a cara do Diego Gerlach, aliás.) Vale a pena rolar o álbum do fotógrafo Alan Light.

Ontem, dia 10, completaram-se dez anos do falecimento de Jean Giraud, ou Moebius. O mestre francês tinha 73 anos. Em janeiro foi publicado por aqui um de seus trabalhos inéditos, a participação em Incal Final, da editora Pipoca & Nanquim. Ainda tem muita coisa inédita ou fora de catálogo do finado no Brasil.

UMA CAPA

De Barrela, adaptação da peça teatral de Plínio Marcos (1935-1999) por João Pinheiro. A capa tem design de Victor Marcello sobre o desenho de Pinheiro. O livro ganhou uma prévia na revista Piauí deste mês e a campanha no Catarse começa hoje. A publicação é da editora Brasa.

UMA PÁGINA

Ou seis, de Echolands, por J.H. Williams III com cores de Dave Stewart (o roteiro é de Williams III com W. Haden Blackman e as letras, de Todd Klein). A revista é publicada em formato horizontal. Eu queria mostrar mais páginas pra provar o que eu digo, mas impressão é de que o senhor JHW3 bebeu em toda, toda a história dos quadrinhos pra chegar aqui. Clique e passeie por cada página dupla na maior tela que achar.

(o)

Sobre o autor

Érico Assis é jornalista da área de quadrinhos desde que o Omelete era mato. Também é autor do livro Balões de Pensamento – textos para pensar quadrinhos.

Sobre a coluna

Toda sexta-feira (ou quase toda), virando a página da semana nos quadrinhos. O que aconteceu de mais importante nos universos das HQs nos últimos dias, as novidades que você não notou entre um quadrinho e outro. Também: sugestões de leitura, conversas com autores e autoras, as capas e páginas mais impactantes dos últimos dias e o que rolar de interessante no quadrinho nacional e internacional.

#69 – Três mulheres, uma Angoulême e a década feminina

#68 – Quem foi Miguel Gallardo?

#67 – Gidalti Jr. sobre os ombros de gigantes

#66 – Mais um ano lendo gibi

#65 – A notícia do ano é

#64 – Quando você paga pelo que pode ler de graça?

#63 – Como se lê quadrinhos da Marvel?

#62 – Temporada dos prêmios

#61 – O futuro da sua coleção é uma gibiteca

#60 – Vai faltar papel pro gibi?

#59 - A editora que vai publicar Apesar de Tudo, apesar de tudo

#58 - Os quadrinhos da Brasa e para que serve um editor

#57 - Você vs. a Marvel

#56 - Notícias aos baldes

#55 – Marvel e DC cringeando

#54 – Nunca tivemos tanto quadrinho no Brasil? Tivemos mais.

#53 - Flavio Colin e os quadrinhos como sacerdócio

#52 - O direct market da Hyperion

#51 - Quadrinhos que falam oxe

#50 - Quadrinho não é cultura?

#49 - San Diego é hoje

#48 - Robson Rocha, um condado, risografia e Cão Raivoso

#47 - A revolução dos quadrinhos em 1990

#46 - Um clássico POC

#45 - Eisner não é Oscar

#44 - A fazendinha Guará

#43 - Kentaro Miura, o karôshi e a privacidade

#42 - A maratona de Alison Bechdel, Laerte esgotada, crocodilos

#41 - Os quadrinhos são fazendinhas

#40 - Webtoons, os quadrinhos mais lidos do mundo

#39 - Como escolher o que comprar

#38 - Popeye, brasileiros na França e Soldado Invernal

#37 - Desculpe, vou falar de NFTs

#36 - Que as lojas de quadrinhos não fiquem na saudade

#35 - Por que a Marvel sacudiu o mercado ontem

#34 - Um quadrinista brasileiro e um golpe internacional

#33 - WandaVision foi puro suco de John Byrne

#32 - Biografia de Stan Lee tem publicação garantida no Brasil

#31 - Sem filme, McFarlane aposta no Spawnverso

#30 - HQ dá solução sobrenatural para meninos de rua

#29 - O prêmio de HQ mais importante do mundo

#28 - Brasileiros em 2021 e preguiça na Marvel

#27 - Brasileiros pelo mundo e brasileiros pelo Brasil

#26 - Brasileiros em 2021 e a Marvel no Capitólio

#25 - Mais brasileiros em 2021

#24 - Os brasileiros em 2021

#23 - O melhor de 2020

#22 - Lombadeiros, lombadeiras e o lombadeirismo

#21 - Os quadrinistas e o bolo do filme e das séries

#20 - Seleções do Artists’ Valley

#19 - Mafalda e o feminismo

#18 - O Jabuti de HQ conta a história dos quadrinhos

#17 - A italiana que leva a HQ brasileira ao mundo

#16 - Graphic novel é só um rótulo marketeiro?

#15 - A volta da HQ argentina ao Brasil

#14 - Alan Moore brabo e as biografias de Stan Lee

#13 - Cuidado com o Omnibus

#12 - Crise criativa ou crise no bolo?

#11 - Mix de opiniões sobre o HQ Mix

#10 - Mais um fim para o comic book

#9 - Quadrinhos de quem não desiste nunca

#8 - Como os franceses leem gibi

#7 - Violência policial nas HQs

#6 - Kirby, McFarlane e as biografias que tem pra hoje

#5 - Wander e Moebius: o jeitinho do brasileiro e as sacanagens do francês

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#3 - Saquinho e álcool gel: como manter as HQs em dia nos tempos do corona

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#0 - Warren Ellis cancelado, X-Men descomplicado e a versão definitiva de Stan Lee

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