Melhores leituras de 2018

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HQ/Livros

Lista

Melhores leituras de 2018

Segundo a redação do Omelete

A cozinha
21.12.2018
14h14
Atualizada em
26.12.2018
13h39
Atualizada em 26.12.2018 às 13h39

A literatura e os quadrinhos são a base da cultura pop, influenciando o cinema, a TV e também a música. Sendo assim, nada mais natural do que começar a série de listas dos favoritos do Omelete em 2018 com as leituras que marcaram o nosso ano.

Veja também:

A história de Joe Shuster: O artista por trás do Superman

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Julian Voloj (roteirista), Thomas Campi (ilustrador) | Editora Aleph

Uma história que trata o esquecimento com sensibilidade e o papel dos coadjuvantes com amor. Além do belo traço, tem um texto direto é fácil de ler - Thiago Romariz.

Cama de Gato

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Kurt Vonnegut | Editora Aleph

A primeira obra que conheci do clássico autor Kurt Vonnegut me surpreendeu com seu estilo moderno e dinâmico. Uma obra de 1963 apresenta temas muito atuais e situações apocalípticas extremamente originais. O clima e energia do livro são contagiantes e absurdamente envolventes. Recomendo a todos! - Ryan Smallman.

My Favorite Thing is Monsters

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Emil Ferris | Fantagraphics Books

Em sua premiada HQ de estreia, esta artista consegue unir ótima narrativa (mesmo com inúmeros flashbacks) e arte (tudo no estilo fichário e Bic na mão de uma adolescente) em uma história envolvente. Melhor HQ que li desde Asterios Polyp (2009) - Marcelo Forlani.

Busker

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Ryan Smallman | Publicação independente

Além de ser um prazer ver um colega publicar sua primeira HQ com tanta qualidade, confesso que chorei no final  - Luiz Torreão.

Piquenique na Estrada

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Arkádi & Boris Strugátski | Editora Aleph

Escrito durante a União Soviética, o sci-fi dos irmãos Arkádi & Boris Strugátski ainda soa como algo inédito no vasto gênero de invasões alienígenas. A forma como o protagonista Red narra um mundo onde os visitantes não encontraram nada de relevante na Terra traz um certo ceticismo russo, um humor negro que vê graça nessa irrelevância - tudo com uma escrita dinâmica e divertida - Arthur Eloi.

Nix

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Nathan Hill | Intrínseca

Nix usa dois momentos políticos marcantes dos EUA para contar como pequenos atos mudam o rumo de tantas vidas. A capacidade do autor - em sua estreia - de captar e descrever sentimentos de um grupo tão variado de seres humanos é impressionante. E vale também pelos paralelos bem curiosos com o Brasil de hoje - Julia Sabbaga.

Batman: Guerra das Piadas e Charadas

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Tom King (roteirista) | Panini

Tom King se consolidou como um dos maiores roteiristas dos quadrinhos ao assumir a série do Batman. O ponto alto da HQ definitivamente é a Guerra de Piadas e Charadas, onde o Homem-Morcego relembra um confronto entre o Charada e o Coringa que literalmente dividiu Gotham City em duas. Além de mostrar a incapacidade do Cavaleiro das Trevas em conter o conflito - o que faz com que ele aos poucos comece a perder a cabeça - a HQ mostra ao público um novo lado do Homem-Pipa, tornando-o muito mais do que uma piada e transformando um dos vilões mais secundários do herói em um personagem complexo - Fábio Gomes.

J.R.R. Tolkien, uma Biografia

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Humphrey Carpenter | HarperCollins

Em uma linda edição lançada pela HarperCollins, o livro conta a história do autor de O Senhor dos Anéis e O Hobbit de forma única. Ao narrar seu primeiro encontro com Tolkien, por exemplo, Carpenter narra tudo como se estivesse na Terra-Média e o autor fosse um hobbit em sua toca. Nostálgico para quem ama O Senhor dos Anéis e também muito informativo - Camila Sousa.

Léxico Familiar

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Natália Ginzburg | Companhia das Letras

É um clássico da literatura italiana do Pós-Guerra e chegou numa edição ao Brasil aproveitando um pouco o sucesso de autoras do país, como Elena Ferrante. É o romance mais desafetado que se pode imaginar e mesmo assim trata de fascismo e memória de um jeito absolutamente contundente - Marcelo Hessel.

O Conto da Aia

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Margaret Atwood | Rocco

O livro que deu origem a série de TV The Handmaid's Tale é um tocante relato sobre identidade e perda, ao mesmo tempo em que questiona e dialoga com vícios e paradigmas sociais. Lê-lo se mostra um complemento à série, ao mesmo tempo em que revela o primoroso trabalho de adaptação do primeiro ano. E, claro, permite a descoberta de uma autora como Margaret Atwood, que constrói uma distopia complexa usando apenas o fluxo de pensamento da sua protagonista - Natália Bridi.

A Menina que Brincava com Fogo

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Stieg Larsson | Companhia das Letras

Na expectativa de ver Lisbeth Salander mais uma vez nos cinemas, voltei à trilogia Millennium com A Menina que Brincava com Fogo. Gosto mais de Os Homens que Não Amavam as Mulheres, para ser honesta, mas foi muito bom conhecer mais do passado de Lisbeth e, consequentemente, compreender melhor toda a complexidade da personagem - Mariana Canhisares.

Os Leões de Bagdá

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Brian K. Vaughan (roteirista), Niko Henrichon (ilustrador) | Panini

Lançada em 2006, felizmente tive a oportunidade de conhecer a graphic novel Os Leões de Bagdá em 2018. Uma história emocionante, que te prende do começo ao fim e encanta com uma arte sensacional - Arthur Braga.

Tudo Tem Uma Explicação

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Kennedy Ramos | Outro Planeta

O professor Kennedy Ramos mostra que a Biologia está presente na nossa rotina das formas mais inusitadas, como o  motivo de gostarmos de horóscopo, de sentirmos preguiça e gostamos de fofoca - Camila Leal.