Foto de Lollapalooza Brasil

Créditos da imagem: Lollapalooza Brasil/Camila Cara/Divulgação

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Lollapalooza 2019 | Os melhores momentos do primeiro dia

Da energia do Fever 333 ao estilo do Arctic Monkeys

Julia Sabbaga, Jacidio Junior e Mariana Canhisares
05.04.2019
23h53
Atualizada em
06.04.2019
12h16
Atualizada em 06.04.2019 às 12h16

O primeiro dia de Lollapalooza foi repleto de ótimos momentos, vindos não somente dos headliners. Enquanto de fato Arctic Monkeys empolgou com os clássicos, a organização do festival e os artistas menos bombados deram um show no Autódromo de Interlagos.

Confira a seguir os melhores momentos do primeiro dia de Lollapalooza 2019:

A pontualidade

O primeiro dia de Lollapalooza funcionou perfeitamente no horário do início ao fim. A programação dos três palcos, desde a sua abertura, aconteceu sem imprevistos ou atrasos, uma qualidade admirável para um evento desse tamanho. 

A energia absurda do Fever 333

Os californianos do Fever 333 tocaram cedo no palco Adidas, sob um sol forte, mas eles não economizaram energia nem por um minuto. O show foi marcado por muito mosh, piruetas no palco, discurso político e um final inesquecível, quando o vocalista já estava só de cueca e o guitarrista foi parar lá em cima do telão, tocando pendurado pelas estruturas do palco (leia mais).

O ambientalismo no Portugal. The Man

O show do Portugal. The Man era antecipado, principalmente, pelos fãs do hit “Feel it Still”, mas a apresentação teve um começo surpreendente. Trazendo membros de uma tribo indígena ao palco, a banda representou bem o discurso de fazer, não só falar. O momento foi marcado por um belo discurso ambientalista, que marcou por uma genuinidade intensa (leia mais).

O público e o entusiasmo do Scalene

O grupo de Brasília foi um dos responsáveis pelas apresentações do início do dia do festival. O público já estava aguardando o show antes mesmo de começar e a aglomeração era grande. Já nos primeiros acordes foi possível perceber a conexão entre público e artista, algo que permaneceu por todo o show. Público e banda no limite da vontade para uma apresentação digna de headliner - leia mais.

O pop dançante de Troye Sivan

Troye Sivan dominou o palco Adidas como poucos. Com um setlist focado no seu último álbum, Bloom, o astro empolgou com seu pop dançante e sua presença de palco e não deixou ninguém ficar parado. Sua honestidade em “Heaven” e o singelo discurso sobre diversidade também foram encantadores. Prometendo voltar em breve, Sivan encerra sua turnê sul-americana deixando um calorzinho no coração dos fãs brasileiros (leia mais). 

O espetáculo dos Tribalistas

O Tribalistas pode ter acabado antes do headliner Arctic Monkeys no line-up Lollapalooza, mas o espetáculo criado por Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinhos Brown não deixou nada a desejar. Os sucessos como “Velha Infância” e “Já Sei Namorar” balançaram o chão do festival e os fãs marcaram presença no show, que encheu o Palco Budweiser como se fosse o último da noite - saiba mais.

A festa de Macklemore e cia.

Ir a um show é muito mais do que ouvir música, e Macklemore parece entender isso muito bem. Com uma banda focada na entrega do entretenimento de forma completa, cada faixa parecia começar uma nova festa. A energia dos artistas tomou conta do público e não havia uma pessoa parada nas proximidades do palco Adidas. Um show do jeito que tem que ser - saiba mais.

O encantamento de Sam Smith

Sam Smith não parecia acreditar no coro que ouvia a cada música que começava. Confiando no público como se fosse um membro da sua talentosa banda, o inglês criou um clima longe do tom melancólico que predomina nos rádios e ressaltou a potência da sua voz em belos momentos à capella. Ele deixou o palco certamente com a sensação de ter se divertido tanto quanto seus mais ávidos fãs (leia mais).

O estilo do Arctic Monkeys

O Arctic Monkeys trouxe ao Lollapalooza o seu álbum novo, Tranquility Base Hotel + Casino, e apesar das performances certeiras de novas como “The Ultracheese” e “Four Out Of Five”, empolgou o povo de verdade em sucessos clássicos como “Dancing Shoes” e “R U Mine”. Mesmo assim, o que ficou marcado foi uma apresentação perfeita do instrumental rock n’ roll com toques de blues e jazz, e a pose de crooner rebelde de Alex Turner, que fechou o Lollapalooza com muito estilo - leia mais.