Rihanna doa US$ 5 milhões para ajudar combate ao coronavírus

Créditos da imagem: EJ Herson/Divulgação

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Rihanna doa US$ 5 milhões para ajudar combate ao coronavírus

US$ 700 mil são para compra de ventiladores em seu país natal, Barbados

Pablo Raphael
23.03.2020
12h04
Atualizada em
24.03.2020
09h56
Atualizada em 24.03.2020 às 09h56

 A cantora Rihanna fez uma doação de US$ 5 milhões para grupos de assistência em diversos países afetados pela pandemia de coronavírus. O dinheiro será usado para abastecer bancos de comida que atendem comunidades em risco, acelerar os testes de coronavírus e o tratamento médico em países como Haiti e Malawi, fornecer equipamento de proteção para médicos e enfermeiras e acelerar o desenvolvimento de vacinas, revelou o TMZ.

As doações, feitas atravez da Fundação Clara Lionel, de Rihanna, incluem US$ 700 mil destinados a compra de ventiladores para seu país natal, Barbados. "Nunca foi tão importante ou urgente proteger e preparar comunidades marginalizadas - aquelas que serão atingidas com mais força pela pandemia", disse Justine Lucas, diretora da fundação, ao TMZ.

Em 2018, Rihanna foi nomeada Embaixadora Extraordinária e Plenipotente de Barbados, papel que envolve promover a educação, turismo e economia do país. A fundação Clara Lionel existe desde 2012 e trabalha na promoção de educação e suporte a programas de emergência em vários países.

O último álbum da Rihanna, Anti, foi lançado em janeiro de 2016, e trouxe o single "Work".

Efeito Coronavírus na cultura pop

O COVID-19 é uma nova mutação da família coronavírus que está se espalhando em ritmo alarmante desde dezembro de 2019. A China foi o primeiro país vítima da epidemia, com infecções e mortes confirmadas em todas as suas províncias. Desde então, a presença do vírus foi confirmada em quatro continentes - incluindo a América do Sul, com casos no Brasil, Argentina e Chile.

Filmes como 007 - Sem Tempo Para MorrerVelozes e Furiosos 9Um Lugar Silencioso 2MulanNovos Mutantes entre outros, tiveram suas estreias adiadas por causa da pandemia. Entre 13 e 15 de março, os Estados Unidos registraram sua pior arrecadação em 20 anos nas bilheterias.