De Elvis a Angela Bassett: Os esnobados do Oscar 2023

Créditos da imagem: Divulgação

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De Elvis a Angela Bassett: Os esnobados do Oscar 2023

Saiba quem saiu de mãos abanando da cerimônia

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2 min de leitura
13.03.2023, às 02H09.
Atualizada em 13.03.2023, ÀS 02H31

Em meio à vitória avassaladora de Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, o Oscar 2023 não deixou espaço para surpresas; em compensação, porém, sobraram esnobados. Confira: 

 

Angela Bassett como coadjuvante

©A.M.P.A.S.

A espetacular atriz Angela Basset foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante por sua importante atuação em Pantera Negra: Wakanda para Sempre. Basset despontou como favorita à estatueta até o último momento, mas acabou perdendo o prêmio para a veterana Jamie Lee Curtis, que venceu por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo.

Angela Bassett interpretou a rainha Ramonda, mãe de T’challa (Chadwick Boseman) e Shuri (Letitia Wright), os Panteras Negras da Marvel nos cinemas. O trabalho de Bassett no filme foi considerado fundamental e levou o longa para outro nível.

Poxa, nenhum Oscar? Então Tár…

Divulgação

Entre os mais indicados do Oscar 2023, quatro filmes notavelmente acabaram ficando sem estatueta nenhuma: Os Banshees de Inisherin, que concorria a nove Oscar e levou necas de pitibiriba; Elvis, que perdeu em todas as oito categorias nas quais poderia faturar um careca dourado; Os Fabelmans, que fez Steven Spielberg ir até o Dolby Theatre só para perder todos os sete prêmios que poderia ganhar; e, claro, Tár, que ficou a ver navios mesmo com seis indicações.

 

Mandy Walker, te roubaram!

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Quando Mandy Walker levou o prêmio principal do ASC Awards por seu trabalho excepcional em Elvis, nós ficamos esperançosos: afinal, o evento é produzido pelo sindicato de diretores de fotografia de Hollywood, o principal indicador do Oscar. Vale lembrar que, se ela levasse também o careca dourado, seria a primeira mulher premiada na categoria. Mas o amor doido da Academia por Nada de Novo no Front levou a melhor, e a oportunidade de fazer história - e premiar um trabalho ousado de verdade - foi pelos ares.

Nada para Argentina, 1985

Divulgação

 

Tudo bem, a gente sabia que os nossos hermanos tinham poucas chances diante do alemão Nada de Novo no Front, que já vinha se destacando nas premiações. Mas convenhamos: o longa de Santiago Mitre é um drama de tribunal excelente – e do jeitinho que a Academia gosta. Infelizmente não foi desta vez...

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