Loki | Entenda o que é a AVT, nova organização apresentada na série do Disney+

Créditos da imagem: Marvel Studios/Divulgação

Séries e TV

Notícia

Loki | Entenda o que é a AVT, nova organização apresentada na série do Disney+

Seriado começa com Deus da Trapaça preso pela Autoridade de Variância do Tempo

Eduardo Pereira
09.06.2021
04h00
Atualizada em
09.06.2021
09h06
Atualizada em 09.06.2021 às 09h06

A Autoridade de Variação Temporal (ou AVT, sigla que no original é TVA, do inglês Time Variance Authority) é uma das principais novidades apresentadas em Loki, a nova série de TV do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) no Disney+. É nessa organização que trabalha Mobius, o personagem de Owen Wilson que conduzirá o Deus da Trapaça pelo multiverso, resolvendo problemas temporais criados ao longo dos mais de 20 filmes da franquia. Mas o que, exatamente, é a AVT?

Apresentada na edição número 371 de O Poderoso Thor, de 1986 com roteiro de Walter Simonson e arte de Sal Buscema, a AVT é um órgão interdimensional responsável por governar indiretamente, fiscalizar e organizar um vasto número de realidades do sempre em expansão multiverso da Marvel Comics. O objetivo da organização é catalogar todas as linhas temporais e mundos alternativos existentes, mantendo a ordem de suas respectivas cronologias e punindo aqueles que a ameaçam.

Nos quadrinhos, é revelado que os funcionários da AVT têm empregos vitalícios, sendo na maioria das vezes criados por meio de clonagem; tudo para aumentar a eficiência e evitar problemas que atrasem a gestão do multiverso. Em algumas versões, esses personagens são representados por corpos sem rosto, de terno, eternamente sentados em cadeiras, de onde despacham mais e mais papéis. Em outras, têm aparência mais mundana, como parece ser o caso de Loki.

Marvel Studios/Divulgação

Criada em um futuro distante, a AVT opera dentro de um domínio temporal que existe entre o tempo e espaço, podendo assim atuar em qualquer ponto temporal de todos os universos já mapeados pela organização. Essa jurisdição plena, entretanto, encontra obstáculo principalmente no vilão Kang, O Conquistador, que repetidamente tentou dominar o multiverso por meio de interferências a diferentes linhas do tempo.

Uma das muitas encarnações de Nathaniel Richards (um suposto descendente de Reed Richards e, de alguma forma, também de Victor Von Doom), Kang é um viajante do tempo nascido no futuro dotado de vasto conhecimento histórico sobre o multiverso, armado com uma poderosa e praticamente invencível armadura e responsável por inúmeros crimes contra a ordem protegida pela AVT. Um dos mais notórios vilões dos quadrinhos da Marvel, ele será interpretado por Jonathan Majors (Lovecraft Country) em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, talvez abrindo caminho para a organização pintar nas telonas.

Enquanto isso, na telinha, a AVT surge com pinta repartição pública: funcionários arrumados, alguns de camisa e gravata, focados apenas em processar e encaminhar dados, despachando papelada sem parar para encerrar mais um dia de trabalho. É em meio a essas mesas de escritório, filas únicas, elevadores, computadores, recepcionistas e seguranças que o Deus da Trapaça, Loki (ou ao menos uma versão alternativa dele), se encontrará, enfrentando julgamento pelos crimes cometidos no MCU; com o roubo do Tesseract em Vingadores: Ultimato sendo a gota d'água que fez o copo transbordar.

Além de Tom Hiddleston, de volta como o Deus da Trapaça, e Wilson, como Mobius, também estão no elenco de Loki as atrizes Gugu Mbatha-Raw e Sophia Di Martino e o ator indicado ao Oscar Richard E. Grant. A série já estreou no Disney+ e contará com novos episódios direto na plataforma, sempre às quartas-feiras, durante toda a primeira temporada.

Ao continuar navegando, declaro que estou ciente e concordo com a Política de Privacidade bem como manifesto o consentimento quanto ao fornecimento e tratamento dos dados para as finalidades ali constantes.