Julia Roberts e Hugh Grant em Um Lugar Chamado Notting Hill

Créditos da imagem: Um Lugar Chamado Notting Hill/Universal Studios/Reprodução

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As melhores declarações de amor de comédias românticas

De Simplesmente Amor a Um Lugar Chamado Notting Hill, não tem como não se emocionar com essas cenas

Omelete
1 min de leitura
Beatriz Amendola, Julia Sabbaga e Mariana Canhisares
12.06.2022, às 15H14

As comédias românticas não seriam as mesmas sem as declarações de amor. Grandiosas ou discretas, em forma de monólogo ou um simples gesto, são esses momentos emocionantes que anunciam o tão aguardado final feliz dos protagonistas e, não à toa, garantem um lugar cativo na memória dos fãs do gênero.

Nesse Dia dos Namorados, reunimos as melhores declarações de amor do cinema; confira:

10 Coisas que eu Odeio em Você

Lá no maravilhoso ano de 1999, o ótimo 10 Coisas que eu Odeio em Você entrou na lista das maiores adaptações cinematográficas de Shakespeare ao se inspirar de modo bem criativo no clássico A Megera Domada. E enquanto todos os personagens e dinâmicas funcionam muito bem nesse sentido, talvez nada represente melhor a originalidade da adaptação do que o poema de Kat, lido em voz alta na classe. Uma versão do soneto 141, que começa com "não te amo com meus olhos", a personagem enumera racionalmente todos os problemas de Patrick, concluindo que mesmo assim o coração é quem manda nos sentimentos. Todo romance e tristeza da cena são complementados pela performance tocante de Julia Stiles - que fez a sequência em uma tomada só.

Harry e Sally… Feitos um Para o Outro

Foi uma longa trajetória de altos e baixos que levou Harry (Billy Crystal) e Sally (Meg Ryan) a ficarem juntos no fim desta rom-com que inspirou todas as jornadas de amigos para amantes lançada desde 1989. Por isso, quando Harry finalmente tem uma epifania na noite de Ano Novo e resolve fazer uma das declarações de amor mais lindas do cinema, o momento ficou para sempre no coração dos fãs do gênero. Harry tinha muito pelo que se redimir, e precisava fazer a declaração certeira para que merecesse uma mulher como Sally Albright, e felizmente ele encontrou as palavras certas. É difícil segurar as lágrimas ao ouvir a conclusão do discurso: “quando você percebe que quer passar o resto da sua vida com alguém, você quer que o resto da sua vida comece o mais rápido possível”.

Um Lugar Chamado Notting Hill

Outro clássico que aparece em toda lista de rom-coms que já fizemos, Um Lugar Chamado Notting Hill é baseado na premissa de uma estrela de Hollywood que se apaixona por um sujeito comum, dono de uma livraria de guias turísticos. E uma das grandes sacadas deste roteiro de Richard Curtis é enfatizar como, apesar de todas as diferenças, o amor puro no fim é ordinário e não conhece fama, dinheiro ou qualquer coisa assim. Depois de um filme inteiro fazendo graça com o status de inatingível de Anna Scott (Julia Roberts), é lindo ver que a declaração final de Notting Hill vem dela, se colocando de modo vulnerável e tocante. Alguém esquece a frase "Eu sou só uma garota, na frente de um garoto, pedindo para que ele a ame"?

Simplesmente Amor

Colin Firth falando português. Essas quatro palavras possivelmente já justificariam a presença desta cena do clássico Simplesmente Amor na lista, mas a declaração protagonizada pelo ator é o ponto alto do filme. O Jaime de Firth é um escritor que, de coração partido após uma traição, se encanta por Aurelia (Lucia Moniz), a empregada doméstica portuguesa da casa em que está hospedado na França – mesmo sem que os dois consigam se comunicar direito. Ele retorna à Inglaterra, mas, percebendo que se apaixonou pela moça, viaja novamente à França, onde então se declara para ela, falando português. “Eu sei que ser [sic] louco, porque mal te conheço, mas às vezes as coisas são claras para mim, não precisam de provas”, diz ele. Impossível não se emocionar junto.

Como Se Fosse a Primeira Vez

Nem toda grande declaração precisa ter um “eu te amo” dito com todas as letras, e Como Se Fosse a Primeira Vez é a maior prova disso. Apaixonado por Lucy (Drew Barrymore), que desde um grave acidente não consegue reter novas memórias (e portanto só se lembra do que aconteceu antes do evento), o veterinário Henry (Adam Sandler) se une aos amigos e familiares dela para criar um vídeo que explique a ela sua condição – e também a ajude a saber quem ele é. É um ato tão lindo e tão cheio de cuidado que diz muito mais do que qualquer palavra poderia.

O Diário de Bridget Jones

Ainda na linha de “um ato vale mais do que mil palavras”, não dá para não mencionar o final de O Diário de Bridget Jones. Como é clássico das histórias de inimigos a amantes, não foi fácil para os personagens de Renée Zellweger e Colin Firth entenderem que se amavam. Aliás, muito pelo contrário. Por isso, foi tão dolorido acreditar que seu final feliz poderia ir por água abaixo por causa de uma reclamação boba em um diário. Por sorte, o momento não apenas rendeu uma cena de perseguição ao melhor estilo Bridget Jones, com direito a um pedido de desculpas genuíno, como também revelou como ambos amadureceram depois de tudo. Afinal, Mark não se ofendeu com nada que leu. Ele, na verdade, foi comprar um novo caderno para a amada para que ela pudesse registrar o recomeço deles. O momento é tão emocionante que a gente até releva que ele violou a privacidade dela — quer dizer, mais ou menos.

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