Reacher | 4ª temporada começa acelerada com novo mistério e ótima ação; confira tudo o que aconteceu
História envolve o protagonista contra agências do governo, um político com ambições presidenciais e crimes de guerra
A quarta temporada de Reacher começa no melhor estilo do personagem criado por Lee Child: com o pé na porta. Alan Ritchson veste novamente os coturnos do andarilho sem rumo e, logo nos três primeiros episódios, se vê envolvido em uma investigação que movimenta setores do governo, um político em campanha presidencial e possíveis crimes de guerra cometidos na Indonésia durante a década de 1990. Tudo isso imprime um ritmo acelerado aos capítulos iniciais — todos com menos de 50 minutos —, que fluem sem perda de tempo ou "barrigas" na trama.
Confira abaixo o resumo do que rolou no início do novo ano, mas cuidado com os spoilers!
Episódio 1 – Reacher tenta ajudar, mas cai em trama perigosa
Após sair de um bar e comprar um sanduíche, Reacher nota no metrô uma mulher desesperada com as mãos dentro da bolsa. Ele suspeita que ela carrega uma bomba, mas a mulher tira a própria vida no exato momento em que ele afirma ser um ex-policial militar disposto a ajudá-la.
O protagonista é levado à delegacia para depor. Ao perguntar pelas quatro testemunhas do vagão, descobre que os policiais registraram apenas três, o que acende o alerta de que há algo errado. Na manhã seguinte, agentes federais aparecem e revelam que Anna, a vítima, era funcionária do governo e teria escondido um pendrive com dados sigilosos. Reacher nega estar com o dispositivo e, por não estar preso, deixa o local.
Do lado de fora, ele é abordado por dois homens que exigem o arquivo. Reacher os rendered e, em seguida, encontra Jacob, irmão de Anna, em um restaurante próximo. Jacob conta que ambos eram adotados e que a irmã tinha um filho universitário com quem ainda não conseguiu contato.
Quando os capangas retornam, Reacher pega o pendrive de um jovem no restaurante fingindo ser o de Anna para despistá-los. Ele então conhece Lila, que afirma ter leucemia e buscar informações sobre o congressista John Sampson — que seria seu pai após engravidar sua mãe durante uma operação militar na Indonésia, nos anos 1990. A jovem quer expor Sampson para forçá-lo a fazer um teste de DNA e conseguir um doador compatível.
Reacher vai com Jacob a uma biblioteca pública buscar dados sobre Sampson, mas é atacado por um desconhecido. O ex-militar o mata esmagado entre as estantes do subsolo e esconde o corpo na caldeira do prédio. Em seguida, corre até o hotel de Lila e a salva a tempo de outro ataque.
De volta à delegacia, a policial Tamara se recusa a ajudar Reacher e Jacob. A dupla se separa combinando um reencontro no metrô, mas Reacher é cercado por homens de terno e derrubado por dardos tranquilizantes.
Episódio 2 – Reacher descobre que está sendo enganado
Jack Reacher acorda amarrado em uma cela ao lado de Jacob e Tamara, que também foram capturados. Levado para o interrogatório, ele consegue se soltar e apaga os três agentes da CIA no local. Usando um macaco hidráulico, afasta as grades de ferro e liberta os companheiros. Durante a fuga, o grupo é resgatado por uma van pilotada por Russell, um jornalista que investiga a CIA e vigiava o prédio.
Reacher parte para Washington, D.C. atrás de John Sampson. Ele invade o Capitólio e deixa um bilhete sobre "uma mulher morta". A esposa de Sampson o aborda e manda que ele vá a um hotel, onde reencontra os mesmos agentes que o interrogaram.
Enquanto isso, na casa de Anna, Tamara e Jacob são atacados por um invariavelmente armado, mas conseguem rebatê-lo. Eles encontram o local revirado e recebem uma ligação do treinador de Ben (o filho de Anna), avisando que o jovem sumiu dos treinos.
O trio vai até a fraternidade de Ben, onde um estudante revela que o jovem saía com uma modelo do OnlyFans — gerando uma cena hilária com Ritchson tentando entender como a plataforma funciona. Ao chegarem ao endereço da mulher, a encontram morta e torturada.
Reacher consegue finalmente confrontar Sampson. O congressista nega as acusações e cospe em um copo para fornecer uma amostra de DNA. Ele convence Reacher de sua inocência, mas, ao sair do hotel, o ex-militar nota algo suspeito: o homem que a polícia omitiu da lista de testemunhas do metrô é, na verdade, Nolan Cahill, o chefe de segurança de Sampson.
Episódio 3 – Novos segredos e Reacher no centro da ação
Reacher e o grupo descobrem que o segurança serviu com Sampson no exército como um militar condecorado. Pouco depois, o esconderijo da equipe é cercado por agentes da CIA e pelos mercenários que caçam Lila. Os agentes do governo são mortos no confronto, e Reacher precisa lutar para derrotar os invasores restantes.
Enquanto Tamara, Jacob e Russell buscam pistas sobre Ben, Reacher vai atrás de Lila. No caminho do trio secundário, é revelado que Tamara carrega traumas do passado por ter se envolvido demais em uma investigação anterior. Eles encontram o carro de Anna abandonado e, ao revistá-lo, acham um crachá de acesso governamental de Nível A — algo incompatível com seu cargo em Recursos Humanos. Eles pegam o item pouco antes de os federais chegarem.
Reacher localiza Lila em um boliche, e ela admite ter mentido: na verdade, é uma jornalista investigando como o exército americano treinou e apoiou o regime abusivo da Indonésia, resultando na morte de diversos civis. Contrariado com a farsa, Reacher afirma que buscará o pendrive para decidir por conta própria se divulgará as informações. Mercenários surgem novamente, gerando uma grande sequência de luta. Feridos, Reacher e Lila se refugiam em um quarto de hotel e acabam dormindo juntos.
O episódio termina com Jacob, Tamara e Russell localizando o prédio governamental ligado ao crachá de Anna, enquanto Reacher confronta Sampson mais uma vez. O político nega ter treinado tropas na Indonésia e indica o chefe de segurança para esclarecer a história. Reacher encontra Cahill bebendo no terraço do prédio. Ao ser questionado, o ex-militar afirma que Sampson teria sido um ótimo presidente, caminha até a mureta e se joga do topo.
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