Séries e TV

Lista

La Casa de Papel | O que podemos esperar da terceira parte confirmada pela Netflix

Série deixou alguns pequenos ganchos que podem ser aproveitados em novos episódios

Rafael Gonzaga
18.04.2018
18h00
Atualizada em
30.04.2018
19h02
Atualizada em 30.04.2018 às 19h02

Netflix confirmou a terceira parte de La Casa de Papel, com episódios que devem estrear em 2019 - confira o anúncio - exclusivamente na plataforma de streaming. A produção espanhola dividida em duas partes concluiu o icônico assalto à Casa da Moeda e optou por não revelar muito do que aconteceu com vários dos personagens, dando só pequenas dicas de seus planos caso a fuga saísse como planejado. Agora, com a produção de uma nova remessa de episódios, vários pontos poderão ser contados sobre a vida dos foragidos milionários - confira o que poderá acontecer na terceira parte de La Casa de Papel:

7 - Investigações ativas

No fim da segunda parte, após a fuga bem sucedida da Casa da Moeda, há um salto temporal de um ano e o espectador fica sabendo através de uma notícia na televisão que o roubo continua sem solução. É improvável que as investigações tenham sido encerradas já que, como uma jornalista diz, os ladrões continuam foragidos. A terceira parte poderá se debruçar nas ações do Serviço Secreto Nacional para tentar capturar o Professor e, é claro, nas novas artimanhas do cérebro da operação para continuar livre.

6 - Raquel fora da polícia

A última cena da segunda temporada mostra o derradeiro reencontro entre a ex-inspetora Raquel e o criminoso foragido conhecido como Professor. Na reta final do episódio, o público é informado que a profissional se desligou da instituição por não concordar com a forma como o Serviço Secreto Nacional conduziu a operação. Seria interessante ver os efeitos dessa mudança tão drástica da personagem, passando de uma policial dedicada para alguém que vive ao lado de um criminoso procurado.

5 - A ilha de Rio e Tóquio

A ladra de cabeça quente prometeu, durante a troca de tiros final da temporada, que nunca mais pegaria nem em uma arma de brinquedo se conseguisse sair viva da Casa da Moeda. Além disso, combinou a compra de nada menos que uma ilha, onde viveria em paz junto de Rio. Levando em conta que o rosto de ambos se tornou conhecido pela polícia e que os dois se tornaram foragidos procurados, talvez os planos de ter uma vida normal não tenham funcionado tão bem na prática.

4 - O filho de Nairobi

A falsificadora do grupo desiste na reta final do assalto do seu plano de buscar o filho que lhe foi tirado por conta do tempo que passou presa. Ela avalia que é melhor esperar um pouco mais para retomar o contato com a criança para que a reaproximação deles aconteça de forma menos traumática. Contudo, seria interessante ver Nairóbi pelo menos arquitetando seu reencontro com o jovem - de preferência ao lado de Helsinque, que, no último episódio sugeriu que os dois passassem a morar juntos.

3 - Mónica e Denver no mundo real

A secretária Mónica Gaztambide embarcou em um romance tórrido com o sequestrador boa praça Denver nas duas primeiras partes da série, embarcando inclusive no assalto e se tornando cúmplice. Dentro da Casa da Moeda, os dois se deram muito bem e trocaram juras de amor, mas pode ser que, um ano depois, a vida real tenha ressaltado as diferenças gritantes entre eles. O novo ano poderá mostrar se a relação entre os dois é algo realmente genuíno ou se foi apenas um caso clássico de Síndrome de Estocolmo.

2 - Pagamentos aos reféns

Uma das estratégias do grupo de sequestradores liderados pelo Professor foi a de cooptar os próprios reféns e transformá-los em aliados. Para isso, o grupo fechou o acordo de que enviaria uma parte do dinheiro para cada um dos reféns que aceitasse cooperar com a operação e ajudar no que fosse necessário. Após o salto temporal do último episódio da segunda parte, seria interessante saber se o Professor e os demais cumpriram com sua palavra.

1 - Os traumas de Ariadna

A refém Ariadna foi uma das que mais sofreu durante o assalto, principalmente por ter se tornando amante de Berlim durante a ação. O sequestrador de moral duvidosa ainda a manteve presa ao seu lado até o momento em que resolveu se sacrificar, ou seja: além do trauma de fingir ter algum tipo de desejo pelo seu algoz, a jovem ainda presenciou a violenta morte dele após um longo tiroteio. Mesmo um ano depois, é provável que o psicológico da moça ainda esteja abalado.