Elenco de Vermelho Sangue comenta sobre criaturas presentes na série
Alanis Guillen, Letícia Vieira, Pedro Alves e Alli Willow opinaram sobre o assunto em conversa com o Omelete
Créditos da imagem: Globo/Paulo Belote
A influência dos mitos e criaturas da fantasia universal na história de Vermelho Sangue, série original do Globoplay, cuja segunda temporada chega ao catálogo do streaming nesta quinta-feira (17) é inquestionável.
Mas ainda mais relevante, é a interpretação profundamente brasileira dada a essas criaturas pelas criadoras Rosane Svartman e Claudia Sardinha.
Encarregado de trazer à vida estes personagens, está um elenco de peso formado por nomes como Alanis Guillen, Letícia Vieira, Pedro Alves, Alli Willow, Lucas Leto, Milhem Cortaz, Rodrigo Lombardi e mais.
Durante uma coletiva de imprensa realizada antes da estreia da nova temporada, Alanis, Letícia, Pedro e Alli responderam a um questionamento do Omelete sobre quais outras criaturas poderiam vir a povoar o cenário da cidade fictícia de Guarambá, onde se passa a série.
OMELETE: Indo para um lado mais lúdico, ainda na questão da brasilidade; a gente foi introduzido aos vampiros e, principalmente, à questão da Lobimoça. Eu queria saber o que vocês gostariam de ver em questão de criaturas da fantasia internacional, universal, adaptadas para a realidade brasileira. Quais outras criaturas vocês gostariam de ver na série?
Pedro: Eu acho que bruxas seria muito interessante. Bruxas da cultura brasileira, mas enfim, bruxas é uma coisa que permeia o mundo inteiro. Eu acho que seria muito interessante.
Letícia: Estou com o Pedro. Eu acho que bruxas brasileiras ia ser bem massa. Eu acho que a gente já tem, aqui no Brasil, algumas versões, mas eu acho que fazer de um jeito mais único ia ser massa. Estou pensando. Pergunta muito difícil.
Alli: Fadas. Fadas, meio floresta mesmo, que traz cada um um tipo de árvore.
Pedro: Cara, imagina fadas na Amazônia. Zerou, zerou.
Alli: Exato. Cada uma do tipo da sua floresta.
Alanis: De lendas e de figuras do imaginário que realmente, acho que o Brasil tem muito como contribuir. A nossa versão desses seres místicos. A Flora ia amar fadas. O duende brasileiro.
Ela ia querer virar fada. Talvez. Não, ela não vai ter fim. Nem o céu é limite.
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