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Ninguém Tá Olhando é uma releitura do que é o anjo da guarda, diz Daniel Rezende

Série brasileira já está disponível na Netflix desde 22 de novembro

A cozinha
26.11.2019
21h56

Embora não negue semelhanças com séries estrangeiras como Lucifer, The Good Place e Forever, Daniel Rezende explica que Ninguém Tá Olhando, nova série brasileira da Netflix, foi idealizada como uma versão pessoal do trabalho angelical. “São séries que pegam aquelas narrativas que a humanidade crê e subvertem, então óbvio que tem uma relação com [Ninguém Tá Olhando]. Mas eu sempre dizia ‘não vamos olhar para outras séries, vamos criar a nossa releitura do que é o anjo da guarda”, disse o diretor em entrevista ao Omelete.

Protagonista da série, Kéfera Buchmann completa: “apesar de nossa série ter essa pegada lúdica, não tem essa interferência de efeitos”, citando os efeitos visuais usados nas cenas em que Tom Ellis aparece com sua face demoníaca em Lucifer. “Eu acho legal brincar com a ideia da asinha ser meio [inútil]. Apesar de ser um ambiente de fantasia, é muito”. A entrevista completa com Rezende, Buchmann, Júlia Rabello e Victor Lamoglia pode ser conferida no topo da página.

Na trama, Uli (Lamoglia) é o novo Angelus do 5511º Distrito. Sob a tutela dos veteranos Greta (Rabello) e Chun (Danilo de Moura), e o olhar implacável do inspetor Fred (Augusto Madeira), ele aprende sobre o Sistema Angelus, mas é incapaz de aceitar as ordens arbitrárias de seu chefe e se rebela, ajudando os humanos por conta própria.

A série já está disponível na Netflix.