Prótese íntima e despedida com choro: Segredos dos bastidores de Casa de Papel

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Prótese íntima e despedida com choro: Segredos dos bastidores de Casa de Papel

Documentário La Casa de Papel: De Tóquio a Berlim mostra bastidores da quinta temporada

Beatriz Amendola
07.09.2021
10h00

O primeiro volume da quinta temporada de La Casa de Papel desembarcou na Netflix na última sexta-feira (3), em grande estilo. Mas se você já maratonou os novos episódios e não aguenta esperar até o dia 3 de dezembro, quando vem a despedida definitiva da série, não se preocupe: dá para matar as saudades com o novo documentário La Casa de Papel: De Tóquio a Berlim, que mergulha nos bastidores da produção. 

Nós já conferimos, e te adiantamos algumas das histórias mais curiosas que aconteceram por trás das câmeras em La Casa de Papel. Vem com a gente (mas atenção, há spoilers adiante).

 

Prótese íntima

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Um dos momentos-chave da temporada acontece quando a inspetora Alicia Sierra (Najwa Nimri) entra em trabalho de parto e dá à luz uma menina, Victoria. Para gravar as sequências, a produção investiu em um acessório inusitado: uma prótese íntima, que imita uma vulva.

A prótese foi usada para os momentos em que Alicia, então com o Professor (Álvaro Morte) e seus comparsas atados, tenta ver como está sua dilatação com a ajuda do celular. “Achei que já tínhamos feito de tudo, mas não”, brinca Najwa. O resultado ficou muito realista e, segundo Pedro de Diego, responsável pelos efeitos especiais de maquiagem, isso se deveu ao trabalho da equipe, que tentou "captar a cor de cada camada da pele”.

Bebê... Chucky?

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E já que falamos de Victoria… Como a produção, por motivos óbvios, não podia contar com um recém-nascido real, eles usaram um boneco muito realista, feito de silicone, que movia olhos, sobrancelhas e boca -- e também fazia barulhos estranhos. “Aqueles sons assustam qualquer um, é muito Chucky”, brincou Lukas Peros, o Marsella.

O choro na despedida de Tóquio

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Como você já deve estar cansado de saber agora, o Volume 1 da Parte 5 termina com a morte de Tóquio (Úrsula Corberó), em um ato de sacrifício. E tanto o começo quanto o fim do documentário dão destaque à despedida da atriz. Ao gravar sua cena final, Úrsula começa a chorar, é aplaudida pela equipe e abraça colegas como Miguel Herrán, o Rio.

Depois, a atriz é homenageada pela equipe no set e recebe um buquê de flores e uma carta fofa. “Hoje é o primeiro dia do resto de sua vida. Te amamos e lhe desejamos muitas vidas”, dizia a mensagem.

Úrsula também surge comentando que teve dificuldades em processar o fim de sua participação na série: “Passei meses tentando aceitar que acabou, mas é dificil”.

Corte de verdade

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Sim, acidentes podem acontecer até mesmo no ambiente controlado que é um set de filmagens -- e um exemplo disso veio nas gravações da luta de Bogotá (Hovik Keuchkerian) e Gandía (José Manuel Poga). Sem querer, Hovik acabou cortando o colega. “Era para ser uma faca de mentira, mas era de verdade”, explicou. O corte não foi grande -- mas José Manuel teve de levar três pontos dados pela equipe médica da série antes de continuar a gravar.

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