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Entrevista

Park Min-young maratonou true crime para O Beijo da Sereia: "Normalmente, fujo"

Omelete fala com a estrela e seu colega de cena, Wi Ha-joon, sobre o novo k-drama do Prime Video

Omelete
4 min de leitura
03.03.2026, às 07H00.
Park Min-young em O Beijo da Sereia (Reprodução)

Créditos da imagem: Park Min-young em O Beijo da Sereia (Reprodução)

Park Min-young precisou fazer um "intensivão" de filmes e séries criminiais para mergulhar em sua personagem de O Beijo da Sereiak-drama de suspense do Prime Video onde ela interpreta Han Seol-ah, uma leiloeira sedutora que é suspeita de uma série de assassinatos.

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"Eu sou alguém que normalmente não consegue nem assistir a filmes de terror ou documentários assustadores - mas, para este papel, não é exagero dizer que assisti a quase todos os documentários sobre crimes que existem", brinca ela em entrevista ao Omelete. "Sinto que, nos seis meses de gravação, vivi em um espaço emocional mais sombrio do que o normal para mim".

A seguir, confira nosso papo completo com a estrela de A Esposa do Meu Marido e com Wi Ha-joon (Round 6), intérprete do investigador que se envolve com o caso - e com a protagonista... - na série. 

OMELETE: Park Min-young, O Beijo da Sereia representa um tipo de personagem muito diferente para você - uma mulher misteriosa, cercada por eventos sombrios. Você achou difícil se colocar nesse estado mental todos os dias durante as filmagens? Como foi para você viver como essa personagem?

PARK: Acredito que a maneira certa de realmente se aproximar de um personagem é através da troca de emoções com ele - entendendo, aceitando e abraçando totalmente o que ele sente. É por isso que sinto que vivi em um espaço emocional mais sombrio por mais de seis meses enquanto interpretava Han Seol-ah. Eu sou alguém que normalmente não consegue nem assistir a filmes de terror ou documentários assustadores - mas, para este papel, não é exagero dizer que assisti a quase todos os documentários sobre crimes que existem, absorvendo o máximo de informação possível e estudando como aplicar isso à atuação.

OMELETE: Wi Ha-joon, você interpreta um investigador novamente em O Beijo da Sereia — um pouco semelhante a um de seus papéis mais conhecidos, em Round 6. Você gosta de interpretar personagens assim, que têm um impulso para descobrir a verdade? Como você compararia esses dois homens?

WI: Sempre fui atraído por histórias sobre descobrir a verdade, e é por isso que achei o projeto atraente. Quanto à diferença entre os dois personagens, Hwang Jun-ho em Round 6 parecia mais pesado e constante; e como ele teve que ser retratado dentro de circunstâncias muito limitadas e uma trama bem restrita, foi difícil mostrar toda a amplitude do personagem. Cha Woo-seok, por outro lado, compartilha alguns traços com ele, mas também tem um lado mais brincalhão e descontraído, junto com calor e um lado mais rústico. Comparado a Hwang Jun-ho, acho que Cha Woo-seok é um personagem muito mais multifacetado.

OMELETE: Wi Ha-joon, da última vez que o Omelete teve a oportunidade de entrevistá-lo, em 2024, você disse que adoraria interpretar um vilão em um k-drama. Você já encontrou esse papel? E como O Beijo da Sereia ajudou você a crescer como ator?

WI: Não assumi um papel de vilão extremamente intenso desde 2024. Embora eu tenha essa ambição, no momento me sinto mais atraído por gêneros mais leves, e gostaria de mostrar um novo lado de mim através desse tipo de projeto. O Beijo da Sereia foi, é claro, desafiador em termos de atuação - mas, mais do que isso, foi um projeto onde carreguei um profundo senso de responsabilidade. Experimentei o que realmente significa abordar um papel com a mentalidade de um ator protagonista, como se envolver com o roteiro, se comunicar e manter o equilíbrio no set, de olho no panorama geral. Através desse processo, sinto que obtive uma quantidade imensa de aprendizado e crescimento.

Wi Ha-joon e Park Min-young em O Beijo da Sereia (Reprodução)
Wi Ha-joon e Park Min-young em O Beijo da Sereia (Reprodução)

OMELETE: Os fãs acompanham o trabalho de vocês há muitos anos, e os dramas coreanos só cresceram em popularidade nesse período. Vocês sentem que a recepção internacional ao seu trabalho mudou ao longo dos anos? E quais são suas expectativas para O Beijo da Sereia nesse cenário?

PARK: Com certeza, eu sinto essa responsabilidade. Isso me torna ainda mais consciente do peso nos meus ombros, e me motiva a trabalhar com ainda mais cuidado e dedicação. Quero continuar estudando os pontos fortes do conteúdo coreano e mostrar crescimento através do meu trabalho. Nesse sentido, estou confiante de que O Beijo da Sereia é um projeto do qual podemos nos orgulhar de verdade.

OMELETE: O Beijo da Sereia é uma narrativa de suspense emocionante, exemplificando como a televisão coreana é boa em contar histórias nesse gênero. Quais são os ingredientes que compõem uma ótima série de mistério, na sua opinião? E quais são alguns dos seus favoritos no gênero?

PARK: No gênero de mistério, costumo preferir obras como Into the White Night e Helpless, que focam em correntes emocionais sutis. Acredito que essa abordagem permite que os espectadores encontrem os momentos misteriosos exatamente como eles são, a partir da perspectiva do narrador, e os absorvam totalmente desde o início.

WI: Acima de tudo, acho que a história é o que mais importa. Especialmente no gênero de mistério e suspense, uma história sólida e bem construída é essencial para realmente convencer e engajar os espectadores. Minhas recomendações pessoais são as séries Além do Mal e Doubt.

*O Beijo da Sereia já está disponível para streaming no Prime Video. Novos episódios serão lançados semanalmente, às segundas e terças-feiras.

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