Os 15 melhores álbuns de k-pop do ano

Créditos da imagem: KEY e Minho, integrantes do SHINee (Reprodução/Arte Omelete)

Música

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Os 15 melhores álbuns de k-pop do ano

TWICE, Kang Daniel, Sunmi, Baekhyun, Tomorrow X Together e mais entraram na nossa lista

Caio Coletti
17.12.2021
15h00
Atualizada em
24.12.2021
11h11
Atualizada em 24.12.2021 às 11h11

Difícil negar que 2021 foi o ano no qual o Ocidente abriu as portas do mainstream para o entretenimento sul-coreano, embora não sem suscitar discursos racistas e xenofóbicos previsíveis (e lamentáveis). Mas esse é um processo nosso, e não deles - não é como se os artistas asiáticos tivessem se esforçado para nos conquistar, e nem deveriam!

Em muitos sentidos, a indústria musical coreana, por exemplo, seguiu fazendo o que sempre fez: música pop vertiginosamente diversa, desavergonhadamente grudenta e kitsch, mais conectada ao espírito do que é fazer pop do que boa parte do que é produzido deste lado do mundo - enfim, aquilo que se convencionou chamar de k-pop.

Abaixo, reunimos nossos k-pops favoritos de 2021. Um guia de qualidade para quem quiser mergulhar nisso, e uma listinha de imperdíveis para quem já se liga nesse universo:

15. TWICE - Taste of Love

É muito mais difícil fazer um bom álbum apaixonado do que um bom álbum de coração partido. As meninas do TWICE, no entanto, são mestres em transmitir sensações através de alquimia pop (tanto que essa não é a única aparição delas nessa lista…) - e Taste of Love prova que, com o amor, não é diferente. 

Do single “Alcohol-Free”, todo fundado em referências de bossa nova e samba, passando pelo quase-soul/gospel de “First Time” (escrita por Jihyo), pela house music anos 90 de “Scandal” (Dahyun) e pela disco deliciosa de “Baby Blue Love” (Nayeon), elas exploram a leveza, o calor e a sensualidade do sentimento mais fugidio e embriagante da vida com expertise pop irrepreensível.

Ouça o disco completo.

14. Jeon Soyeon - Windy

A líder e compositora do (G)I-dle fez sua estreia solo com um pacote compacto de 15 minutos de rap pop de excelente qualidade. Em cinco faixas, o Windy passeia de forma confiante por vários sabores de hip hop, se aproximando por vezes do rock (no single “BEAM BEAM”) e por vezes do R&B eletrônico (em “Quit”), até finalmente desaguar na divertidíssima “Is this bad b****** number?”, parceria de Soyeon com as rappers Lee Young Ji e BIBI (que também quase entrou nessa lista com o seu Life is a Bi…).

Com ritmos excêntricos e muita personalidade, essas são músicas que não estariam fora do seu ambiente em um disco de Eminem, e nem em um disco de Gwen Stefani. Para entender como ela faz esse equilibrismo curioso, só apertando o play. 

Ouça o disco completo.

13. Brave Girls - Summer Queen

A história de sucesso incomum das Brave Girls não é a única coisa extraordinária sobre elas. O grupo labutou por quase 10 anos em relativa obscuridade e estava prestes a se separar quando “Rollin’”, canção originalmente lançada em 2017, virou um hit inesperado no TikTok sul-coreano e as transformou em um dos atos musicais mais populares do país.

Summer Queen, EP produzido para capitalizar em cima desse sucesso repentino e reintroduzir as Brave Girls ao público como mais do que uma mania momentânea, é uma conflação fascinante de novidade e tradição. O single “Chi Mat Ba Ram” e sua sucessora no disco, “Pool Party”, são hinos pop encharcados de EDM que fariam Katy Perry se morder de inveja, enquanto “Summer By Myself” e “Fever” engatam a marcha ré e entregam referências brilhantes a Michael Jackson, Chic e até (é sério) Paula Abdul.

Ah, e elas cantam demais também! Ouça o disco completo.

12. Kang Daniel - Yellow

O príncipe rebelde do k-pop, que processou a própria gravadora pelo controle da carreira e venceu, entregou sua obra solo mais completa e expressiva este ano. Conjugando as referências R&B e eletrônicas que sempre fundaram a música de Kang Daniel, o Yellow é um grito de revolta (gloriosamente mal-)disfarçado como deleite pop.

De fato, Daniel multiplica e distorce a própria voz de formas surpreendentes por todo o disco. Por cima dos sintetizadores opressivos de “Digital” e “Misunderstood”, do baixo marcante e instrumentos de sopro de “Paranoia” (parente próxima de “Disturbia”, de Rihanna), ou das guitarras de “Antidote”, modificações digitais do vocal sólido de Daniel criam a impressão de um artista fragmentado pelas pressões de uma indústria da qual ele buscou - e conseguiu - fugir. 

É um álbum corajoso, incômodo e tremendamente inteligente. Ouça completo.

11. Gaho - Fireworks

Gaho é um cantor-compositor por excelência, daqueles que entendem o seu trabalho não só como uma expressão de si, mas também como um exercício estético por cima de toda uma tradição de música pop. Daí que saem as pérolas reunidas no Fireworks, um álbum recheado de ideias melódicas brilhantes (a junção dos versos soul com o refrão roqueiro de “Ride” é uma preferida pessoal), acompanhadas por uma produção refinada que extrai o melhor de canções cujas qualidades fundamentais já estão no papel.

O balanço irresistível de faixas como “Anyway” e “Rush Hour” é contraposto pelos instrumentais mais pesados de “Right Now” e “Afraid”, que lembram o pop rock quase orquestral do início dos anos 2010, época do auge de The Fray e OneRepublic (também projetos de cantores-compositores). Sobra espaço ainda para algumas surpresas pelo caminho, como o assobio e o trompete da evocativa “High” e a canção de ninar turbinada por percussão “Like the Moon” - tudo bem amarrado pelo tom elástico de Gaho, rouco nos versos e delicadamente elevado nos refrões.

Ouça o disco completo.

10. Sunmi - 1/6

Há algo de assombrado em 1/6, o terceiro EP da carreira solo de Sunmi. Mesmo na canção mais despreocupada do disco, a tropical “Sunny”, que até faz um trocadilho charmoso com o nome da cantora e palavra inglesa para “ensolarado”, o tom incomumente grave de Sunmi e os sintetizadores etéreos do instrumental transmitem algo de agridoce. Este é um álbum que dá muito espaço para sua música, e seu lirismo, respirar.

Com algumas das letras mais francas e confrontadoras de Sunmi até hoje, incluindo detalhes de sua experiência com o transtorno de personalidade borderline, 1/6 passeia por city pop (subgênero japonês de nascença, caracterizado pelo uso de cordas e teclados analógicos, além de uma sensibilidade melódica muito particular), synthpop (“Narcisism” poderia tranquilamente estar em um álbum da Little Boots), indie rock (“Borderline”) e muito mais, mas nunca perde o seu quê muito pessoal de veraneio melancólico.

Ouça o disco completo.

9. TWICE - Formula of Love: O+T=<3

No seu verso de “Scientist”, single principal do Formula of Love: O+T=<3, a cantora Dahyun declama, com um tom meio brincalhão e meio sedutor: “Você tem um crush em mim/ Você vai cair de amores por mim”. A declaração confiante, que presume a inevitabilidade dessa paixão do ouvinte pelo TWICE, é merecidíssima: transformado na máquina bem azeitada de música pop que é hoje em dia, o grupo é patentemente, quase cientificamente, irresistível.

Se o dream pop etéreo de “Scientist” não te convencer, talvez o quase-reggaeton de “Icon” seja melhor para o trabalho, ou a disco quase analógica de “F.I.L.A (Fall in Love Again)” - escrita novamente por Nayeon, que parece ter uma afinidade real com o subgênero. O fato é que, em qualquer metiér que tente penetrar, o TWICE o faz com um senso melódico impecável e uma ideia muito clara da própria personalidade, do que traz de interessante e novo para o cenário pop. 

Daí que tudo funciona - o compasso 3/4 da épica (em 2:50) “Last Waltz”, a guitarrada tropical de “1, 3, 2”, e muito mais -, e daí que fica difícil negá-las quando, em “The Feels”, soltam outra declaração ousada: “Eu sei que você está sentindo isso também”. Ouça o disco completo.

8. Baekhyun - Bambi

Aula de R&B em seis faixas, o Bambi foi o álbum de despedida de Baekhyun antes de se alistar para o serviço militar obrigatório sul-coreano. Vai ser difícil os fãs se esquecerem dele com o que entregou aqui, especialmente porque o integrante do EXO reafirma, a cada faixa do Bambi, que é não só uma das vozes mais extraordinárias a surgirem no k-pop, como também um dos melhores vocalistas masculinos em atividade no planeta - e ponto.

O agudo estratosférico de Baekhyun brilha em “All I Got” e na doída “Cry for Love”, além de no refrão indelével da faixa título “Bambi”. O melhor, no entanto, é que o cantor sabe muito bem quando deixar a voz voar (por cima das batidas cadenciadas e corais das produções mais épicas), e quando contê-la em expressividade impecável (nos momentos mais sutis do disco, em que ele aparece acompanhado por violões e pianos). 

Difícil mesmo é encontrar defeito. Ouça o disco completo.

7. 2PM - Must

Na ativa desde 2008, o 2PM alcançou aquele status, dentro da trajetória de qualquer artista pop, em que está tudo bem fazer referência a si mesmo. Sobreviver mais de uma década no cenário pop é inevitavelmente desenvolver uma assinatura, uma razão de ser que escape à marcha do tempo e se mostre - sempre - necessária. Por isso a explosão de R&B maduro do Must, o primeiro álbum do sexteto em cinco anos. O 2PM sabe que ninguém faz isso tão bem quanto eles.

Seja na mais sugestiva “Make It” (não à toa, o principal single do disco), na romântica “OK or Not”, ou nas investidas eletrônicas de “On My Way” e “Champagne”, o som do 2PM é sempre sofisticado, descomplicado, “limpo”, dono de si. Nunca isso é mais perfeitamente expressado do que em “Two of Us”, com seus teclados sintetizados que caem em uma batida deliciosa e, complementados por sopros delicados no refrão, te envolvem na melodia de maneira calorosa. Tal qual a voz aveludada do vocalista principal Jun. K, o Must é um deleite único, que precisa ser provado em primeira mão.

Ouça o disco completo.

6. Tomorrow X Together - The Chaos Chapter: Freeze/Fight or Escape

A era The Chaos Chapter do Tomorrow X Together (para os íntimos, TXT) é talvez a obra mais representativa de quem eles são no cenário pop atual. Os discos - tanto o original, Freeze, quando a sua reedição com faixas adicionais, Fight or Escape - são uma invenção pop engenhosa, que guarda as pérolas bubblegum dançantes que caracterizaram boa parte das primeiras fases do TXT para o miolo da tracklist, enquanto o começo e o fim são compostos por rocks de arena épicos que evocam eras e influências diferentes do gênero.

Se os singles “LO$ER=LOVER” e “0X1=LOVESONG” abrem o disco remetendo ao emocore, em suas quedas de tom, melodias ardidas e vocais suplicantes, e “Anti-Romantic” é uma balada acústica que o Panic! At the Disco incluiria no meio de algum álbum para se tornar cult entre os fãs, “Dear Sputnik” e “Frost” fecham o The Chaos Chapter com algo de hip hop em suas batidas, e algo de hard rock em suas guitarras. Tudo isso enquanto um banquete de sintetizadores e letras debochadas (vide a favorita pessoal “Ice Cream”) aguarda no caminho entre um extremo e outro.

Qual foi a última vez que um disco pop ocidental te surpreendeu desse jeito? Ouça completo.

5. AKMU - Next Episode

Em uma indústria tão entregue aos excessos (no melhor sentido) do pop, a sutileza do AKMU é quase adorável. O duo formado pelos irmãos Lee Chan-hyuk and Lee Su-hyun lança mão de recursos pop tradicionais com parcimônia - neste Next Episode, por exemplo, as faixas “Bench” e “Tictoc Tictoc Tictoc” têm ganchos açucarados para fisgar o ouvinte, e o single “NAKKA” casa a voz etérea da cantora IU com sintetizadores que parecem saídos de um disco de Ladyhawke nos primeiros anos da década passada.

A cargo das composições, no entanto, Chan-hyuk cria uma menagerie irresistível de expressão musical. Por cima dos violões folk de “Hey Kid, Close Your Eyes” e das batidas R&B de “Stupid Love Song” (assistida por um verso delicioso do rapper Crush), o Next Episode emerge como um álbum de colaborações incomumente pessoal - quando Sam Kim é convidado para declamar a poética “Everest”, que brinca com o nome da montanha e a expressão “descansar para sempre” (“ever rest”), já estamos completamente absortos no mundo do AKMU.

Ouça o disco completo.

4. ONF - Summer Popup Album [Popping]

Em teoria, nada do que o ONF é ou faz deveria funcionar. Da alquimia estranha entre os talentos dos membros (o tom esganiçado charmoso de MK e o vozeirão grave de Wyatt) às experimentações infindáveis que os produtores tendem a fazer com eles - alguns membros participam das composições também -, o sexteto é um capítulo à parte em muitos sentidos no cenário do k-pop. Eles não deveriam funcionar… mas como funcionam, e Popping é o exemplo perfeito, o extrato concentrado do quanto o ONF é empolgante enquanto artista. 

Sente a adrenalina dessa sequência: a faixa título abre o álbum com corais fofos e sintetizadores expansivos, em clima de veraneio; “Summer Poem” começa com um violão de roda de samba, passa por tons de mambo e termina carregada de guitarras - tudo isso em 3:09 de música; “Summer Shape” é simplesmente uma balada jazz que poderia ser cantada por Norah Jones ou Diana Krall; “Dry Ice” é metade ska, metade banger eletrônico com sintetizadores ardidos; e “Summer End” fecha o disco com filtros de voz e guitarras suaves que serviriam como uma luva na programação da Antena 1.

É sempre excitante dar play em um disco do ONF, e isso não é algo que podemos dizer sobre muitos artistas hoje em dia. Ouça o álbum completo.

3. CIX - ‘OK’ Prologue: Be OK

Há algo a ser dito a favor de quem, no meio de toda essa experimentação caótica do k-pop, simplesmente faz o esperado com competência brutal. Foi justamente com a prerrogativa de entregar o “feijão com arroz” do k-pop que o CIX acabou saindo com um dos discos mais inegavelmente sólidos e interessantes do ano. Importante se entender, no entanto, especialmente quando se aperta o play em ‘OK’ Prologue: Be OK pela primeira vez, que o álbum “básico” do pop coreano é caleidoscopicamente mais variado do que o álbum mais ousado do pop ocidental.

A inclusão de surpresinhas como o bubblegum pop noventista “Genie in a Bottle” (não é um cover de Christina Aguilera, mas sem dúvida é uma referência ao hit dela) e a balada praiana “Here For You” apimentam um disco que passeia com articulação por vários sabores de synthpop, se aproveitando do rap carismático do integrante BX e do agudo elástico de Seunghun para conduzir canções de estrutura precisa que se dedicam a comunicar vibes, criar climas. Se o single “Wave” é épico e refrescante como a brisa marítima, b-sides como “Off My Mind” (com seu refrão baixo, quase sussurrado) mostram que o CIX sabe que construir um mundo sonoro pressupõe versatilidade. E isso eles têm de sobra.

Ouça o disco completo.

2. SHINee - Don’t Call Me/Atlantis

Se existe alguma instituição infalível no k-pop (aliás, no pop mundial!), essa instituição é o SHINee. Nos 13 anos que passou liderando, reinventando e refazendo o mercado musical coreano à sua imagem e semelhança, o grupo se tornou sinônimo de, acima de qualquer outra qualidade que ele possa encarnar em sua música - sofisticação, bom gosto, inovação -, excelência. O Don’t Call Me e sua reedição, Atlantis, chegaram para mostrar que o SHINee de 2021 ainda tem algumas lições para ministrar aos seus colegas de cenário.

Esse status de mestres do seu próprio meio fica claro logo em “CØDE”, canção que o rapper Minho abre açoitando o ouvinte a não falar sobre ser, mas simplesmente ser. A partir daí, o tom possante do vocalista principal Onew se ergue sobre os timbres aéreos dos colegas Taemin e Key em uma alquimia pop impecável que lembra - mesmo com a distância musical das batidas eletrônicas e sintetizadores graves - os melhores momentos do Bee Gees. O paralelo é ainda mais fácil de se fazer no R&B espetacularmente fluído das belíssimas “Area” e “Days and Years”, que se aproveitam dos falsetes afiados dos membros, ou na apoteose vocal da deliciosamente brega “Marry You”.

Mas o SHINee nunca está acomodado, o que é parte do seu brilhantismo. Eles se arriscam no reggae na intoxicante “Body Rhythm”; fazem referências espertas a Prince em “Kiss Kiss”, levada por uma linha de baixo alucinante e por guitarras inesperadas; e desenrolam as referências de hip hop e noise music do cenário de k-pop atual, misturando-as com suas próprias influências melódicas clássicas, no single “Don’t Call Me”, uma canção que só faz crescer com reproduções repetidas.

Tomem notas, pessoal - a aula começou. Ouça o disco completo.

1. KEY - Bad Love

Sim, temos essencialmente dois discos do SHINee nas duas primeiras posições do nosso ranking - e o Advice, solo de Taemin, também quase apareceu por aqui. Com melodias e batidas que reverenciam Duran Duran e sintetizadores saídos direto dos melhores álbuns do Tears for Fears, Bad Love é uma tempestade perfeita de flashback new wave. As melodias, invariavelmente fortes, quase em staccato, são levadas pela voz elástica e cheia de personalidade de Key, claramente envolvido com a sua própria narrativa aflitiva de um relacionamento tóxico.

Os toques geniais estão de fato nos detalhes: a melodia ondulante de “Helium”, colada com um pós-refrão em que o cantor simula uma respiração ofegante; o gancho grudento de “Hate That…”, ela própria um respiro de suavidade (ainda que machucada) em um disco tão intenso; o clima de discoteca meio improvisado de “Saturday Night”, dona de um contraste entre instrumental (dançante) e letra (franca, confessional, doída) que deixaria Robyn orgulhosa.

Acima de tudo, Bad Love é um daqueles álbuns pop pensados, realizados e apresentados de forma completa, como uma obra verdadeiramente multidisciplinar - cada aspecto, do vídeo da música título às apresentações ao vivo de Key e seus dançarinos, passando pelas imagens inspiradas em ficção científica do encarte, adiciona uma camada de significado, uma nova referência, ao universo que ele criou para contar uma história obviamente pessoal, e obviamente significativa. 

Esta é, enfim, uma obra-prima no sentido original da expressão: o ápice de um artista e do que ele tem a nos dizer. Ouça o disco completo.

Faixa bônus

Na playlist acima, você confere uma faixa destaque de cada um dos 15 álbuns que selecionamos no nosso ranking, e mais 5 canções extra que foram (quase) tão maravilhosas quanto. Divirta-se!

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