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My Hero Academia: All’s Justice entrega fanservice e diversão

A história do maior herói de todos, pelo visto, ainda não acabou

Omelete
4 min de leitura
Sods
12.01.2026, às 12H00.

Fomos convidados para testar o mais novo jogo de luta de anime da Bandai Namco, My Hero Academia: All’s Justice, e eu como um grande fã do gênero, e de My Hero Academia, não tive como ficar menos animado. Tive três horas com o controle em mãos para experimentar as novidades do terceiro jogo da franquia, novamente produzido pela Byking, e queria que o tempo não tivesse acabado.

My Hero Academia: All's Justice
Divulgação/Bandai Namco

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All’s Justice é a continuação de My Hero One's Justice 2, de 2020, apesar da mudança de nome. Logo de cara já deu para perceber o que justifica a troca: o jogo é quase que outro. Dessa vez, os moldes dos Arena Fighters mais engessados do anterior foram substituídos por elementos de jogos Tag Team, como Marvel VS Capcom 3, com pitadas de party games e do gênero de aventura por cima.

Entenda, ainda estamos falando de um game de luta aqui, mas com a diversão vindo primeiro que os combos. Com uma variação bem interessante de modos de jogo, cenários mais caóticos e poluídos e uma pequena simplificação do combate, é visível que a Byking quis entregar uma experiência menos séria e mais comemorativa para com o mundo dos heróis de My Hero Academia. Mas relaxe, ainda achei bastante complexidade para os aficionados por fazer combos.

My Hero Academia: All's Justice
Divulgação/Bandai Namco

Cada personagem jogável apresenta um estilo de luta único, o que já é de praxe da desenvolvedora para aqueles que jogaram seus outros jogos. Escolhemos três para lutar, e podemos alterar o que controlamos durante o confronto. Existe uma boa complexidade em como usar os poderes de cada um da melhor forma, e mesmo sem prática alguma consegui fazer alguns combos.

O título conta também com dois modos de controle, o Normal e o Manual: um com combos automáticos e o outro sem nenhuma assistência, respectivamente. Só com o Normal já dá para se divertir horrores, mas testar ideias de combinações e diferentes interações entre os ataques é a melhor parte, com o modo Manual.

Foi nos disponibilizada uma versão do jogo que parecia estar bem perto da final, e com isso pudemos testar os principais modos de gameplay. São eles o Modo História, as Team Up Missions, o Hero’s Diary, e a Batalha Livre contra a CPU.

My Hero Academia: All's Justice
Divulgação/Bandai Namco

Nos games anteriores, o modo história era a parte mais fraca que eles tinham a oferecer, mas para All’s Justice ele foi reforçado. Pude ver que ele possui diversas lutas e cutscenes, mas só consegui jogar a luta de Bakugou contra All For One, neste preview.

My Hero Academia: All's Justice
Divulgação/Bandai Namco

Nesse pequeno segmento já notei alguns problemas e qualidades. Começando pelo pior, que são as cutscenes animadas, que variam entre serem uma imagem estática com texto ou uma animação bem rudimentar. Porém, nos instantes finais há uma cena pré-renderizada de encher os olhos, dando a nota que os momentos da história vão variar em qualidade.

Na parte do gameplay fui surpreendido, tive muita dificuldade em lutar contra o All For One. Não vou mentir, foi bem feio. Claro, eu estava enferrujado, fazia muitos anos que joguei o jogo anterior e essas lutas foram minhas primeiras com o novo game, mas deu para sentir que o modo história vai entregar algum desafio, o que já me agradou.

As Team Up Missions apresentam o outro lado da moeda da progressão. O modo possui várias missões que podemos fazer com Deku e seus amigos, em um mapa aberto com diversas opções de mobilidade, dependendo do personagem. Me pareceu algo como um conteúdo filler, mas pode agradar aos fãs.

A área disponível não é muito grande, nem a mais rica em conteúdo. A variedade das tarefas apresentadas preencheu para mim o vazio do mapa, mas elas não têm grandes níveis de complexidade.

My Hero Academia: All's Justice
Divulgação/Bandai Namco

Para complementar o lado “filler” do jogo, temos o Hero's Diary. O modo é como um conteúdo extra das Team Up Missions, onde cada membro da Classe 1A tem uma mini história contada em três partes. Elas variam entre ser apenas diálogos, lutas e exploração.

My Hero Academia: All's Justice
Divulgação/Bandai Namco

Por último joguei, o Free Play, famoso X1 contra a CPU. Todos os personagens estavam liberados, então tentei aprender o máximo possível sobre alguns deles, e foi extremamente divertido.

Foi com essa energia que saí do preview de três horas de My Hero Academia: All’s Justice. Como um bom Arena Fighter de Anime ele entrega fanservice e diversão, junto com momentos verdadeiramente épicos. Apesar de ter partes que me parecem que foram feitas só para preencher buraco, o pacote completo parece que vai agradar os fãs da obra e do gênero.

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