Control Resonant | Combate e exploração são detalhados; entenda
Nova apresentação fechada mostrou funcionamento de alguns dos sistemas do game
Mais informações de Control Resonant foram reveladas em uma nova apresentação fechada para a imprensa. Desta vez, sistemas como combate e exploração foram detalhados pela Remedy, que se aprofundou nas mecânicas que estarão disponíveis na jornada de Dylan Faden.
O mais empolgante entre os conteúdos mostrados foi a evolução das habilidades do protagonista. Como o título já indica, a história do game girará em torno dos Resonant: criaturas poderosas que serão enfrentadas pelo jogador e, ao superadas, cedem poderes únicos.
Dylan poderá escolher uma de três recompensas possíveis, aprofundando as possibilidades de gameplay e incrementando o estilo do jogador. Na apresentação, era possível aprender a criar um escudo de destroços ou invocar entidades telecinéticas que atacam inimigos — a terceira opção não foi revelada.
Essas customizações poderão ser feitas no Gap, uma espécie de lugar metafísico que pode ser acessado a qualquer momento. As árvores de habilidade, que abrangem formas primárias e secundárias da arma Aberrant, assim como os golpes de finalização de combo, também ficam lá. Há ainda a árvore de talentos, habilidades passivas como esquiva perfeita e aumento de dano, que complementam a build idealizada.
Tudo isso se traduziu para um combate extremamente fluido e de alta velocidade, com espaço para atacar tanto no corpo a corpo quanto à distância. Os traços clássicos de ação se misturam com uma quantidade impressionante de números e estatísticas, que têm a intenção de deixar mais claro como cada atributo afeta a gameplay.
A apresentação ainda mostrou um pouco da exploração do mundo, começando com a nova personagem Zoe de Vera, interpretada por Frankie Kevich. Ela parece ser uma parceira de Dylan na investigação do que fez com que Nova York ficasse destruída, mas com alguma suspeita de que os traços vilanescos do personagem voltem a aparecer.
Da mesma forma que o jogo anterior, Resonant terá um hub seguro para o protagonista, reunindo trocas de roupa, aliados e diálogos que enriquecem o mundo ao redor. O mapa, entretanto, será bem diferente: os corredores confusos da Casa Antiga, que foram um ponto negativo destacado pelos desenvolvedores, dão lugar a áreas específicas de Manhattan.
O jogo não se descreve como mundo aberto, ficando mais próximo de um formato que une vários mapas extensos, mas ainda separados. De acordo com a Remedy, a ideia não é encher esses locais com atividades triviais e a famigerada enrolação — se está acontecendo alguma coisa, ela provavelmente é importante ou divertida.
Ainda assim, ao abrir o mapa completo, a impressão é de que existe bastante espaço para ser preenchido. Pelo que foi mostrado, entretanto, ainda não é possível concluir o real escopo desses cenários.
- State of Play | Control: Resonant ganha trailer de gameplay; confira
- Control: Resonant reforça compromisso da Remedy em tomar riscos
Sem data de lançamento, Control Resonant promete ser um passo enorme para a Remedy, aumentando as ambições de seus últimos projetos e, pelo que foi mostrado, entregando uma experiência muito imersiva. As expectativas são altas, mas falta colocar as mãos no game para ter certeza do que ele pode apresentar.