Fred Hayes/Getty Images North America/Getty Images via AFP

Créditos da imagem: Fred Hayes/Getty Images North America/Getty Images via AFP

Filmes

Notícia

Rust: bala "viva" matou Halyna Hutchins, afirma perícia

Incidente que tirou a vida da diretora de fotografia aconteceu na última quinta-feira (21)

Flávio Pinto
27.10.2021
15h03
Atualizada em
28.10.2021
17h11
Atualizada em 28.10.2021 às 17h11

Uma bala "viva" foi usada na arma que matou a cinegrafista do filme Rust, Halyna Hutchins, na última quinta-feira (21). A informação foi repassada ao público hoje (27), em uma coletiva de imprensa com contou com o Departamento do Xerife de Santa Fé e a Procuradora Distrital do Condado de Santa Fé [via The Wrap].

Segundo disse o xerife Adan Mendoza, um "projétil de chumbo" foi recuperado do ombro do diretor Joel Souza, aparentemente, da mesma bala que matou Hutchins. De acordo com a investigação realizada, o cartucho da arma utilizada por Baldwin contava tanto com balas vivas, como mortas. Isso significa que parte da munição ainda era utilizável para o disparo. 

Já a promotora distrital de Santa Fé, Mary Carmack-Altwies, acrescentou que ainda é cedo para determinar se as acusações criminais serão feitas pela morte de Hutchins, mas ninguém foi descartado para enfrentar as possíveis acusações. “Se os fatos e as evidências apoiarem as acusações, iniciaremos as acusações no mesmo momento”, afirmou.

Na última quinta-feira (21), uma arma real foi disparada por Alec Baldwin durante as filmagens de uma cena para o filme Rust, no Novo México, matando a cineasta Halyna Hutchins e ferindo o diretor Joel Souza.

Segundo o relato policial, não há dúvidas que a bala que atingiu e matou a diretora de fotografia Hutchins partiu da arma cenográfica usada por Baldwin

Ainda segundo as autoridades, o caso permanece sob "investigação aberta", mas ninguém foi preso e nenhuma queixa foi registrada.

Hutchins se formou no Instituto de Cinema Americano em 2015 e havia trabalhado em diversos curta-metragens antes de assumir uma posição em Archenemy (2020), com Joe Manganiello. Em 2019, ela foi considerada uma "estrela em ascensão" pela revista American Cinematographer.

Ao continuar navegando, declaro que estou ciente e concordo com a Política de Privacidade bem como manifesto o consentimento quanto ao fornecimento e tratamento dos dados para as finalidades ali constantes.