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Oscar 2026: Onde assistir a todos vencedores da premiação

Confira os filmes mais celebrados durante a premiação máxima do cinema mundial

Omelete
1 min de leitura
Pedrinho
15.03.2026, às 22H33.

O Oscar celebrou neste domingo (15) a sua 98ª cerimônia de premiação colocando o nome de vários filmes, atores e diretores na história do cinema. Confira abaixo todas as produções premiadas durante o Oscar e onde assistir a cada uma delas:

Uma Batalha Após a Outra

Prêmios: Melhor direção de elenco; Melhor ator coadjuvante, Melhor roteiro adaptado

Onde assistir: HBO Max

Uma Batalha Após a Outra encena seus ciclos de caos com um motivador até que simples de um pai e filha tentando se reunir. Boa parte do longa se preocupa com Pat e Willa lutando para não serem separados. Esse contraste, entre o escopo grandioso e a ameaça pessoal, confere ao filme um coração humano no qual podemos nos apegar em meio à bagunça, e valoriza a luta pelo futuro. Para Paul Thomas Anderson, quaisquer resquícios de esperança – não para um mundo sem sofrimento, e saber que nossos filhos sofrerão é aterrorizante, mas para um que ainda tem chances – estão na próxima geração; ou melhor dizendo, na próxima batalha.

Omelete Recomenda

Pecadores

Prêmios: Melhor roteiro original; Melhor trilha sonora

Onde assistir: HBO Max

Pecadores poderia ser descrito como dois filmes diferentes dentro de um único produto - e Coogler peca por isso, já que todo o arco dos vampiros parece deslocado, quase uma sombra do ótimo filme ambicioso sobre blues, racismo e misticismo que acompanhamos no início. Mas o diretor sabiamente reconecta os pontos no final, nos lembrando que Pecadores, acima de tudo, nos mostra como a música pode servir como um canal vivo para toda a dor e o prazer que unem um povo ao longo dos séculos. Em momentos como esse, o diretor afirma que os filmes, assim como as canções, ainda são capazes de crescer e nos atingir com o mesmo poder.

 

A Hora do Mal

Prêmios: Melhor atriz coadjuvante (Amy Madigan)

Onde assistir: HBO Max

Um dos maiores méritos de A Hora do Mal é construir essa atmosfera sem se tornar pedante ou apelar para imagens chocantes feitas para emular a realidade, mas apostando no clima de tensão e incerteza para cumprir o objetivo. E digo o segundo maior mérito, porque não há como não celebrar o final deste filme como seu grande feito. Cregger encerra A Hora do Mal com um espetáculo violento, uma sequência imprevisível que imediatamente se anuncia como essencial ao ser encenada, em que o fator surpresa se transforma numa satisfação visceral. É um tiro no alvo, na hora certa.

Guerreiras do K-Pop

Prêmios: Melhor animação

Onde assistir: Netflix

Guerreiras do K-Pop é tudo o que a Disney e Pixar vêm patinando para conseguir. Um produto que entende o público-alvo, que entretém e que faz com que os espectadores se apaixonem por eles. Elio, também desse ano, pode pode até ser bonitinho, mas parece engessado num modelo que nem aos pais conseguem justificar o ingresso gasto. Lightyear sofreu do mesmo, Wish, Mundo Estranho e mesmo Luca, Dois Irmãos e até Red: Crescer é uma Fera (e aqui valeria um texto só para esse) não conseguiram criar essa conexão.

Frankenstein

Prêmios: Melhor figurino; Melhor Maquiagem; Melhor Design de Produção

Onde assistir: Netflix

Frankenstein está longe de ser um filme ruim. A trilha sonora de Alexander Desplat é linda e nada tira o mérito de vermos uma história criada há mais de 200 anos ainda ser contada com tanta paixão, carinho e atenção. Como no dito popular, talvez Guillermo Del Toro erre ao amar demais a obra. O diretor fica preso à missão de tentar provar a escala de seu conto. Fez isso com A Colina Escarlate e O Beco do Pesadelo, ambos com os mesmos predicados de Frankenstein. Falta a sensibilidade do diretor que recontou Pinóquio da melhor maneira possível, que fez o romance à la A Bela e a Fera com A Forma da Água, e contou os horrores da guerra pela visão de uma menina em O Labirinto do Fauno. Frankenstein é belíssimo, mas morno e comum. Algo que nem a obra de Mary Shelley e nem os grandes filmes do diretor nunca foram.

 

Os Cantores

Prêmios: Melhor curta-metragem (empate)

Onde assistir: Netflix

Os atores, o texto e a direção nos revelam um grupo machucado, bebendo sozinhos em silêncio numa espécie de lamento comunal. As músicas revelam o coração batendo em cada um, a forma como cada um se machucou. Mesmo sem que tudo seja colocado, literalmente, para fora, há um reconhecimento visível entre cada um daqueles homens. Eles entendem, enfim, uns aos outros. 

Two People Exchanging Saliva

Prêmios: Melhor curta-metragem (empate)

Onde assistir: YouTube

O filme de Alexandre Singh e Natalie Musteata se passa em uma versão distópica de Paris, onde beijar é proibido e as compras são feitas por meio de pequenos atos de violência.

Avatar: Fogo e Cinzas

Prêmios: Melhores efeitos visuais

Onde assistir: Em cartaz nos cinemas

Mesmo sem grandes reviravoltas e com um desfecho previsível, Avatar: Fogo e Cinzas dá um passo adiante em seu próprio legado, tornando sua jornada cada vez mais definitiva. Misturando guerra e questões climáticas urgentes, o filme segue por um caminho mais dramático e obscuro, traçando um desfecho nada gentil para seus personagens — assim como será com o mundo se as previsões climáticas se concretizarem daqui a alguns anos.

Quartos Vazios

Prêmios: Melhor curta-documentário

Onde assistir: Netflix

Neste documentário em curta-metragem, um jornalista e um fotógrafo registram os quartos deixados por crianças que foram mortas em tiroteios em escolas.

Quartos Vazios

Neste documentário em curta-metragem, um jornalista e um fotógrafo registram os quartos deixados por crianças que foram mortas em tiroteios em escolas.

Um Zé Ninguém contra Putin

Prêmios: Melhor documentário

Onde assistir: 26 de março no Filmelier+

Pavel “Pasha” Talankin dá aula numa escola de Karabash e também filma as atividades exigidas pela direção. Quando a guerra passa a pautar cerimônias, discursos e tarefas, a câmera ganha um papel duplo: registrar o que a instituição precisa exibir e capturar, sem filtro, o efeito disso em professores e alunos. 

F1: O Filme

Prêmios: Melhor som

Onde assistir: Apple TV+

F1 se constrói em uma complexa amálgama tecnológica e cultural para buscar o que o cinema americano de massa parece ter perdido, mas segue na busca para recuperar a simplicidade das jornadas heróicas contadas em escalas magnânimas. Em outras palavras, poucas e diretas, como Sonny as prefere: F1 é um filme que vale cada centavo do ingresso.

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