Disney revela nome oficial do seu serviço de streaming e novos detalhes

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Disney revela nome oficial do seu serviço de streaming e novos detalhes

Plataforma deve ser lançada somente no final de 2019

Mariana Canhisares
08.11.2018
21h14
Atualizada em
09.11.2018
00h30
Atualizada em 09.11.2018 às 00h30

O CEO da Disney Bob Iger revelou em reunião com analistas de Wall Street que o serviço de streaming do estúdio se chamará Disney+ e não "Disney Play", como foi sugerido anteriormente.

De acordo com a Variety, o executivo afirmou que a plataforma tem previsão de lançamento para o final de 2019. No entanto, a Disney deverá oferecer uma prévia do serviço em abril, revelando alguns detalhes para investidores em um evento especial.

O Disney+ expandirá os conteúdos das suas principais marcas, isto é, Disney, Pixar, Marvel e Star Wars, além da recém-adquirida National Geographic, graças ao acordo com a 21st Century Fox. De acordo com Iger, os assinantes terão um "acesso sem precedentes" ao catálogo de produções do estúdio, incluindo filmes e séries.

Dentre elas, o estúdio acaba de anunciar uma série live-action de Star Wars com Diego Luna, que mostrará os anos de formação da Aliança Rebelde (saiba mais), além de confirmar o desenvolvimento de um seriado sobre o Loki (saiba mais). 

Antes, porém, já se sabia de uma série de TV de High School Musical (saiba mais), um seriado live-action de Star Wars sobre os Mandalorianos pelo diretor Jon Favreau (saiba mais) e também uma temporada inédita da animação Star Wars: The Clone Wars (saiba mais). Quanto aos filmes, a empresa disponibilizará Toy Story 4Frozen 2, o live-action de O Rei Leão, entre outros na plataforma.

O que acontecerá com o Hulu

Durante a apresentação para os analistas, Bob Iger ainda tratou do futuro do Hulu, serviço de streaming que a Disney passou a ter 60% das ações com a aquisição da Fox. Segundo o executivo, o Hulu continuará focando no entretenimento para um público amplo, enquanto o Disney+ se destinará a conteúdos adequados para a família.

Iger ainda mencionou que pretende investir no Hulu para expandi-lo internacionalmente, assim como o Disney+. "Se criarmos o estúdio de televisão como pretendemos, teremos um motor na empresa vindo de diferentes entidades. Poderemos dar o Hulu conteúdos com um padrão alto de qualidade - mais do que eles já têm agora", disse.