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De Volta Para o Futuro | Roteirista esclarece polêmica sobre censura da Netflix

Bob Gale que problema versão editada foi disponibilizada por engano pela Universal, que já alterou adicionou o corte final do filme no catálogo americano da plataforma

Nicolaos Garófalo
27.05.2020
00h38

A recente chegada da franquia De Volta Para O Futuro no catálogo norte-americano da Netflix foi recebida com polêmica pelo público. Ao invés de disponibilizar a versão original do segundo filme da trilogia, de 1989, a plataforma liberou um corte que removia a clássica cena em que Marty (Michael J. Fox) encontrava a revista masculina Oh La La “disfarçada” como o icônico almanaque esportivo – assista acima. Ao assistir o longa, fãs acusaram o streaming de censurar o momento, revolta que foi rapidamente acalmada por Bob Gale, roteirista da trilogia (via THR).

Segundo ele, a Netflix não teve culpa nem intensão de censurar a Parte II e o erro teria partido da Universal, que enviou ao streaming uma “versão estrangeira que nem eu nem [o diretor] Robert Zemeckis sabíamos que existia, para um país com problema com a capa de Oh La La”. Gale afirmou ter se comunicado com o estúdio, que já disponibilizou o filme na íntegra no catálogo da plataforma.

Só para vocês saberem, a Netflix não edita filmes – eles exibem a versão que lhes foi enviada. Então eles não têm culpa. Vocês podem direcionar sua ira à Universal, mas acho que ela será bem mais cuidadosa no futuro – e com o Futuro”, concluiu.

O primeiro De Volta Para o Futuro chegou aos cinemas em 1985 contando a história de Marty McFly (J. Fox), que volta 30 anos em uma máquina em forma de DeLorean criada pelo Doc Brown (Christopher Lloyd). O filme ganhou duas sequências, sendo que a mais recente foi lançada em 1990. No Brasil, a trilogia está disponível – e sem cortes inesperados – no Amazon Prime Video.