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Star Wars | Tudo o que você precisa saber sobre a Estrela da Morte

Arma definitiva do Império está no centro da trama de Rogue One: Uma História Star Wars

Natália Bridi
13.10.2016
19h08
Atualizada em
29.06.2018
02h46
Atualizada em 29.06.2018 às 02h46

A Estrela da Morte não é apenas um símbolo do Império, mas um dos elementos mais importantes de Star Wars. Está presente desde o início, quando o primeiro texto corria pelos olhos do espectador de Uma Nova Esperança, em 1977:

É um período de guerra civil. Partindo de uma base secreta, naves rebeldes atacam e conquistam a sua primeira vitória contra o perverso Império Galáctico.

Durante a batalha, espiões rebeldes conseguem roubar os planos secretos da arma decisiva do Império, a ESTRELA DA MORTE, uma estação espacial blindada com poder suficiente para destruir um planeta inteiro.

Perseguida pelos sinistros agentes do Império, a princesa Léia apressa-se em voltar para casa a bordo de sua nave estelar, protegendo os planos roubados que podem salvar seu povo e restaurar a liberdade na galáxia…

Agora, Rogue One, o primeiro filme derivado de Star Wars (que chega aos cinemas em 15 de dezembro), vai contar a história dessa primeira vitória contra o Império Galáctico, revelando quem são os espiões rebeldes e como eles conseguiram roubar os planos secretos da Estrela da Morte, desencadeando a trama de Uma Nova Esperança. Como visto no novo trailer (assista aqui), o longa também deve revelar novos detalhes sobre a construção da arma, como o envolvimento do cientista Galen Erso (Mads Mikkelsen), pai da heroína Jyn Erso (Felicity Jones), e do imperial Diretor Orson Krennic (Ben Mendelsohn).

A seguir, listamos tudo o que sabemos sobre a Estrela da Morte até agora dentro do novo cânone, incluindo as falhas que a tornaram um “alvo fácil” para Luke Skywalker e as suas consequências dentro do universo de Star Wars: 

Um plano antigo

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A origem dos planos da arma definitiva, capaz de destruir um planeta inteiro, está ligada à história dos Sith. O episódio “Twilight of the Apprentice” (S02E20 e S02E21) de Star Wars Rebels apresenta o planeta proibido Malachor, que abriga um templo Sith e uma estação de batalha capaz de destruir planetas que poderia ser ativada por meio de um Holocron (tecnologia usada por Sith e Jedi para abrigar quantidades incalculáveis de dados).

Atraso na obra

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Quase 20 anos se passaram entre a concepção e a “inauguração” da Estrela da Morte, com diversos impasses administrativos e algumas dificuldades criadas pelos rebeldes (como um grupo de Lothal que bloqueou um carregamento de cristais Kyber). Na sua reta final, a arma trocou Geonosis pela órbita de Scarif sob a responsabilidade do Diretor Orson Krennic e do seu Pelotão da Morte. Em Scarif, o Império construiu uma grande instalação militar, tendo escavado grandes faixas de terra para a construção de naves e a obtenção de suprimentos.

Nas mãos do Império

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Com a queda da Confederação, os planos da Estrela da Morte passaram a ser comandados pelo recém-nascido Império. A construção na órbita de Geonosis foi primeiramente supervisionada por Tarkin, passou pelas mãos do Vice Almirante Dodd Rancit (executado posteriormente por traição) e depois retornou às mãos do Grand Moff Wilhuff Tarkin, que pode aparecer brevemente em Rogue One. 

Antes das Guerras Clônicas

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A primeira Estrela da Morte (também conhecida como Plataforma DS-1) começou a ser construída como parte do plano dos Geonosianos com o Conde Dookan e a Confederação de Sistemas Independentes (também conhecida como Aliança Separatista). Quando as Guerras Clônicas começam, com o Yoda e o exército de clones chegando a Geonosis para resgatar os Jedi, Poggle o Menor entrega os planos para Dookan, que promete levá-los a Coruscant e deixá-los aos cuidados do seu Mestre (que mais tarde revelaria ser o Imperador).

Teste Iminente

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A Aliança Rebelde (ou, formalmente, Aliança para Restaurar a República) sabia da grande obra militar do Império, mas não tinha detalhes sobre o objetivo ou o alcance do projeto. Quando o grupo interceptou uma transmissão em código do cientista Galen Erso, que indicava a iminência de um grandioso teste, a Aliança designou um grupo de rebeldes, liderados por Jyn Erso, filha de Galen, para roubar os planos da arma que viria a ser conhecida como Estrela da Morte.

Destruição e trabalho escravo

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Versão galáctica de J. Robert Oppenheimer, Galen Erso é forçado pelo Império a trabalhar na construção da Estrela da Morte, tendo um conhecimento vital para o funcionamento da arma. Como ele, outros foram obrigados a trabalhar na obra, com várias espécies e planetas sendo sacrificadas para a conclusão do projeto. Jedha, local de peregrinação para a fé na Força, e a fonte dos cristais Kyber, matéria-prima para a criação de sabres de luz, foi um dos locais tomados pelo Império, que usou os cristais para alimentar o raio de destruição da sua arma definitiva.

Teste

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Capturada por Darth Vader e resistente às habituais torturas aplicadas pelo Império, Léia é levada à presença do Grand Moff Tarkin, que ameaça explodir Alderaan, planeta natal da rebelde, caso ela não revele a localização da base da Aliança. Léia diz que a base está em Dantooine (informação depois verificada como falsa), mas Tarkin destrói Alderaan mesmo assim. Na tentativa de conter a vitória dos rebeldes após a destruição da Estrela da Morte, Darth Vader enviava pedaços de Alderaan para qualquer um que precisasse ser disciplinado.

Falha na segurança

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Prevendo ataques em larga escala, o design da Estrela da Morte não estava preparado para o ataque rebelde, que graças à mira de Luke Skywalker acertou torpedos de próton na pequena entrada de um exaustor termal, causando uma reação em cadeia.

Base Starkiller

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Usando como base os planos da Estrela da Morte, a Primeira Ordem transformou um planeta inteiro em uma arma de destruição em massa capaz de atingir alvos pelo hiperespaço pela transformação da energia escura (capturada do sol) em "energia fantasma". No seu primeiro disparo, destruiu Hosnian Prime, a capital da Nova República, e mais quatro planetas do seu sistema. Starkiller foi destruída pela Resistência, devido a um ponto fraco identificado pelo piloto Poe Dameron, causando a explosão do planeta, que se transformou em uma estrela.

Estrela da Morte 2

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Após a destruição da primeira Estrela da Morte na Batalha de Yavin, o Império Galáctico deu início à construção de uma segunda arma de destruição em massa, melhor protegida e ainda mais poderosa que a original. Foi destruída pela Millennium Falcon com um tiro crítico no núcleo do seu reator.

Uma Nova Esperança

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Ainda que as circunstâncias não tenham sido reveladas (encargo de Rogue One), a missão dos rebeldes em roubar os planos da Estrela da Morte é bem-sucedida, chegando às mãos da princesa Léia. Sob ataque do Império, ela deixa as informações aos cuidados de R2-D2, que acaba cruzando o caminho de Luke Skywalker em Tatooine.

Dimensões e poder de fogo

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Com 120 km de diâmetro e 357 andares internos, o tamanho da Estrela da Morte a tornava similar a uma lua. Porém, a arma/estação espacial (capaz de abrigar TIE fighters e Detroyers Imperiais) podia se locomover pelo espaço na velocidade da luz. Seu superlaser (alimentado por um reator hypermatter e cristais Kyber gigantes) tinha o poder de destruir um planeta inteiro, mas após um disparo necessitava de 24 horas para recarregar.

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