Selton Mello em Sessão de Terapia (por Helena Barreto)

Créditos da imagem: Sessão de Terapia/Helena Barreto/Globo/Divulgação

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Sessão de Terapia: Pandemia permitiu reencontro com Santoro, diz Selton Mello

Rodrigo Santoro interpreta o terapeuta de Caio, protagonista da série do Globoplay, na quinta temporada

Caio Coletti
05.06.2021
07h00

Selton Mello e Rodrigo Santoro se reencontram em cena pela primeira vez em 13 anos na nova temporada de Sessão de Terapia, que estreia os seus 10 primeiros episódios nesta sexta-feira (4) no Globoplay --e foram as circunstâncias da pandemia que permitiram essa reunião.

Em coletiva acompanhada pelo Omelete, Selton contou que sua amizade com Santoro vem desde 1993, quando fizeram juntos a novela Olho no Olho. "A gente queria sempre trabalhar junto, pensava nisso sempre, mas só foi possível agora. E foi a pandemia que possibilitou, porque ele estava aqui com a família, isolado, e não lá fora [no exterior]", comentou.

A escolha de Santoro para interpretar Davi, novo terapeuta de Caio, foi baseada na idade próxima dos dois amigos (Selton tem 48 anos, e Santoro 45). "A ideia era ter uma pessoa da mesma idade, para ter esse embate, essa tensão entre eles, que depois vai se dissolvendo e tendo outros desdobramentos", disse Selton.

Selton Mello e Rodrigo Santoro no set de Sessão de Terapia (por Helena Barreto)
Sessão de Terapia/Helena Barreto/Globo/Divulgação

"É bonito porque são dois terapeutas, mas também são dois atores. Às vezes a gente se pegava falando coisas que podia ser o Selton e o Rodrigo: ‘Meu método é esse, e o seu?’", completou.

Para o próprio Santoro, que apareceu em vídeo pré-gravado na coletiva, o interesse na psicologia vem desde o filme Bicho de Sete Cabeças, de 2000, onde interpretou um jovem que é internado em um hospício pelos pais. "Foi o meu primeiro contato, e sempre me interessei muito por psicologia, sempre li sobre o tema", comentou.

"Falar de saúde mental neste momento em que estamos vivendo, não preciso nem descrever, chega a ser redundante falar disso, mas é de uma relevância absoluta. E saúde mental de forma abrangente, não estereotipada", disse ainda.

Para ele, a reação entre Caio e Davi é "uma via de mão dupla": "Acho que a ajuda será mútua, um encontro entre os terapeutas, uma relação interessante. A forma com que o Davi se relaciona com os seus pacientes é bem humanizada, ele se torna de certa forma próximo ao paciente".

 

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