Flavio Colin
Flavio Colin
Para a editora Outubro, no início da década de 60, desenhou inúmeras histórias de terror, bem como episódios da versão em quadrinhos do seriado brasileiro de TV, O Vigilante Rodoviário.
Participou do movimento pela nacionalização dos quadrinhos, e por esse motivo foi boicotado pelas grandes editoras. No Rio Grande do Sul, desenhou, para a CETPA, a série Sepé Tiarajú.
Em 1964, A Folha de São Paulo ampliou sua seção de quadrinhos para uma página inteira com cerca de vinte histórias, abrindo espaço também para desenhistas nacionais. Colin foi um deles, produzindo o elogiado Vizunga, que teve veiculaçào nacional pela distribuidora de tiras de Maurício de Sousa.
Em 1966, deixou os quadrinhos para atuar em publicidade. Onze anos mais tarde, voltou aos gibis, trabalhando para a Grafipar, onde desenvolveu HQs eróticas, de aventura, ficção e de suspense. Nos anos oitenta, produziu histórias as revistas Spektro (Ed. Vecchi), Inter (Ed. Internacional) e Mestres do Terror e Calafrio (Ed. D-Arte), bem como edições especiais como A História de Curitiba, A Guerra dos Farrapos, O Continente do Rio Grande, Mulher Diaba no Rastro de Lampião e O Boi das Aspas de Ouro. Seu trabalho mais recente é Fawcett, publicada pela editora Nona Arte.
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