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Festival de Angoulême premia Pinóquio e O Pequeno Príncipe em quadrinhos

Somente obra de Joann Sfar já foi publicada no Brasil

Érico Assis
04.02.2009
00h00
Atualizada em
17.11.2016
09h09
Atualizada em 17.11.2016 às 09h09

O fim de semana foi de festa na cidadezinha de Angoulême, França, com o encerramento do famoso Festival de Angoulême, um dos maiores festivais de quadrinhos do mundo. E a tradicional premiação marcou alguns nomes nos quais as editoras nacionais poderiam ficar de olho.

O nome da noite foi Blutch, o quadrinista suíço autor de dezenas de álbuns desde o início da década de 90, incluindo a série Mitchum, La Volupté, La Beauté e o autobiográfico Le Petit Christian. Ele ganhou o Grand Prix de la Ville d'Angoulême, em reconhecimento à sua carreira.

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O álbum favorito foi Pinocchio, do também cineasta Winshluss - assinando com seu nome real, Vincent Paronnaud, ele co-dirigiu Persépolis com Marjane Satrapi. O álbum recria o clássico infantil com visões ao mesmo tempo macabras e cômicas do menino de madeira.

Por fim, os "Essentiels" - espécie de "melhores da crítica" do festival - elegeram Lulu Femme Nue, do já premiado Étienne Davodeau, Martha Jane Cannary, de Blanchin e Perrissin, Le Petit Christian 2, do acima citado Blutch, Spirou et Fantasio: Le Journal d'un Ingénu, por Émile Bravo, e Tamara Drewe, da inglesa Posy Simmonds (autora já publicada no Brasil).

O festival ainda tem outros prêmios, principalmente os voltados para o público infanto-juvenil. Não foi surpresa que a adaptação de O Pequeno Príncipe para os quadrinhos, por Joann Sfar, tenha levado o único Essential para essa faixa etária. É também o único dos premiados já lançado no Brasil.

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