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Operação Big Hero 6 | Bayman ganha a plateia na NYCC e pode ser o "próximo Groot"

Robô-enfermeiro da animação cativa o público e arranca risadas

Marcelo Forlani
09.10.2014, às 19H58
ATUALIZADA EM 29.06.2018, ÀS 02H43
ATUALIZADA EM 29.06.2018, ÀS 02H43

Os diretores de Operação Big Hero 6, Don Hall e Chris Williams, e o produtor Roy Conli, subiram ao palco empolgados. Além de iniciar a programação da New York Comic Con 2014, estar no auditório principal tinha um sentido especial para eles. "Estou muito empolgado de estar aqui, porque tudo começou neste lugar. Nós viemos até a NYCC para mostrar a ideia do filme aos executivos, três anos atrás. Na época nos deixaram até segurar o escudo do Capitão América. E agora estamos aqui para mostrar para vocês como ficou", disse Don Hall. "O projeto é um sonho para mim, pois as duas coisas que eu mais amo no mundo são as animações da Disney e os quadrinhos da Marvel", completou.

Depois de agradecer publicamente aos criadores da série, Duncan Rouleau e Steve Seagle, Hall ainda pediu aplausos ao chefe de criação da Marvel, Joe Quesada. Segundo ele, Quesada e Jeph Loeb - quadrinista e atual executivo-chefe de animações da Marvel - estiveram o tempo todo ao lado de Hall e Williams, assim como John Lasseter (presidente da Disney Animation).

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Sobre a história, Chris Williams explicou que assim como a fusão entre Marvel e Disney, eles também quiseram misturar coisas e assim criaram San Fransokyo, a metrópole que mistura a cidade californiana com a capital japonesa. Hiro Hamada é um menino super talentoso, mas que usa suas habilidades para participar de batalhas de robôs.

No primeiro clipe exibido nos telões, Tadashi Hamada, o irmão mais velho de Hiro, preocupado com o futuro do menino, o leva até o laboratório onde trabalha e o apresenta aos seus colegas. Cada um é introduzido e mostra ao jovem projetos em que estão trabalhando. Por fim, Tadashi mostra a Hiro seu próprio projeto: Baymax, um robô enfermeiro criado para cuidar das pessoas.

Quando Jamie Chung (Go Go), Genesis Rodriguez (Honey Lemon) e TJ Miller (Fred) subiram no palco, a primeira a falar foi Rodriguez. Ela disse que adorou participar do projeto, pois no ensino médio ela era da equipe que construía robôs de batalha. Em seguida, Chung descreveu Go Go como sarcástica, seca e meio durona. "Dizem que sou o Clint Eastwood do grupo, que fala pouco, mas tem um lado mais dócil também."

Miller falou da emoção de participar deste projeto, brincando que ao ver os logos da Marvel e Disney juntos no cinema ele desmaiou e perdeu um terço do filme. O ator de Silicon Valley falou também sobre o processo de dublagem e o segredo do sucesso: "Pixar e Disney fizeram os melhores filmes de todos os tempos porque eles dão tempo para a história amadurecer com o passar do tempo".

O segundo clipe exibido mostrou Baymax com a bateria fraca. O resultado é um robô "bêbado", se escorando pelas paredes e se arrastando pela escada. A cena arrancou gargalhadas da plateia.

Quem subiu ao palco então foram Ryan Potter e Scott Adsit, que emprestam suas vozes para Hiro e Baymax. Adsit, grande fã de quadrinhos, disse que estava feliz por finalmente estar no palco principal. Ele disse que vem todo ano à NYCC, mas não tem a mesma força que os fãs quando o assunto é aguentar na fila. Sobre seu personagem, Potter disse que Hiro é um menino muito mais inteligente e de boa aparência que ele. "Ele é um gênio, mas precisa de uma mãozinha para andar em direção ao caminho certo. As pessoas ao redor colocam Hiro no caminho certo. Ele é um bom garoto que precisava disso."

O clipe de número três mostra a preparação de Baymax para enfrentar o grande vilão do filme. Temos ali vídeos de karatê, armadura em construção e um robô aprendendo um pouco mais sobre os humanos.

No último vídeo, Baymax é salvo pelos amigos e uma divertida cena de perseguição começa pelas ruas de San Fransokyo e as famosas ladeiras de San Francisco, aliadas ao neon de Tóquio. Quando, na hora do aperto, Go Go tem de pegar o volante do carro, o som sobe de verdade e cabe também a Baymax fazer o que ele nasceu para fazer: salvar pessoas.

Na hora de sair do palco, um teatrinho: o produtor Roy Conli apertou a mão do moderador muito forte e o machucou. Quem aparece no telão para cuidar dele é Baymax. No diálogo entre os dois, o moderador diz que está bem, mas sugere um scan completo na plateia, que gera boas risadas do público ao achar lá no meio um cosplayer com um machado na cabeça.

Se você ainda está apaixonado pelo Groot, prepare-se para encontrar um novo amor em dezembro. Cada cena de Baymax arranca risos e suspiros do público. Operação Big Hero 6 estreia este mês aqui nos Estados Unidos e em 11 de dezembro no Brasil, logo depois da Comic Con Experience!

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