Poison on the rocks
As dificuldades de se comprar um ingresso de show
A Poison de hoje vai ser mais ilustrativa, sem alvo fácil, atirando para vários lados ao mesmo tempo. Fica a seu critério apontar o(s) culpado(s).
A história que segue aconteceu com duas amigas minhas. História não, uma verdadeira saga.
Vade Retro, Satanás
Tudo começou com o anúncio da vinda da turnê de divulgação do Get Behind me, Satan, o último álbum do White Stripes, ao Brasil. Arroz-de-festa que são, minhas amigas começaram a sentir o comichão usual que precede bons shows.
Grana curta, dia de pagamento à distância, contas pra pagar e o valor do ingresso que assustava: 120 reais por um lugarzinho na pista. A união de tais fatores foi adiando a compra da entrada. Uma delas tem carteira de estudante, a outra estava tentando arrumar.
Passou uma semana, passaram-se duas. A data do show se aproximando...
- Não vai rolar a carteirinha, né? - disse a primeira
- Não, não vai. Mas beleza, eu compro a inteira. Só espera um pouquinho porque acho que comprando pela Internet com cartão de crédito tem desconto - respondeu a outra.
O site da Ticketmaster não ajuda. Pesado, confuso, parece daqueles que estão guardando uma surpresa desagradável pro final...
Clicaram em "como comprar meia-entrada", crentes de que estavam erradas e a tecnologia estava além do que seus sonhos poderiam imaginar.
- Eba, eles descobriram uma maneira de vender pela internet! - disse uma.
- Alguém pensou na mera apresentação da carteirinha de estudante na entrada do show, completou.
Mas quem compra meia-entrada sabe que isso dificilmente vai acontecer por aqui. No Brasil, quem compra meia-entrada sabe que será honrado com os olhares mais desconfiados do mundo. Parece até que o fato de pagar meia te coloca automaticamente no rol das pessoas que merecem ser punidas até que se consiga pisar em definitivo dentro da casa de shows. Existe falsificação de carteirinha de estudante? E nós com isso? Até que se prove o contrário, somos todos inocentes, não?
Voltando... elas clicaram. E foram brindadas com a informação de que existem postos autorizados para comprar com a carteirinha. Fa-bu-lo-so! "Obrigada por nada", diz a amiga número 1. E começa a torcer pela amiga número 2.
Surpresas desagradáveis não acontecem apenas no final. Elas vêm a rodo desde o início. Cientes de que agora só vão comprar um ingresso, as amigas iniciam o processo de compra pela página da tal promoção do desconto com cartão de crédito. Insere número daqui, digita nome dali, descobrem que não é tudo que o Mastercard faz por você. Tampouco a Visa... Para ganhar o tal desconto, o cartão só pode ser Credicard! Ma-ra-vi-lha! "Ok, dane-se o desconto... pelo menos não vou ter que me mover daqui para pagar taxa de conveniência. Já que é pra pagar, pelo menos vou receber o ingresso em casa", pensa ingenuamente a amiga número 2.
Ledo engano. Se fossem comprar o ingresso pelo site elas pagariam as 24 pilas da taxa de conveniência (realmente, muito conveniente para ELES, que ganham sem fazer nada, né?) MAIS 9 barões pela taxa de entrega! O_O
Alguém aí falou em usurpação?
A portadora da carteirinha corre para a FNAC já ciente de que lá existe a tal da taxa de conveniência (sim, os 24 reais POR ingresso). Ok, é caro, mas é melhor do que ter que ir lá onde Judas perdeu as botas, local também conhecido como Credicard Hall, ou qualquer um dos superbem localizados postos autorizados - únicos lugares onde os ingressos são vendidos sem a maldita taxa de conveniência.
- Eu quero uma meia e uma inteira, por favor.
- As meias acabaram há quatro dias... Mas ainda tem inteira pra todos os setores... - respondeu a atendente.
Es-pe-tá-cu-lo! Ela pensa em falar o que acha da lei que permite que apenas 30% dos ingressos sejam meia-entrada, que isso só deve acontecer neste país, etc, etc, etc, mas deixa pra lá. Não é a mocinha da FNAC que tem que ouvir isso...
Volta pra encontrar a amiga. Incrédula uma, incrédula a outra.
- Agora virou questão de honra! Saindo do trabalho a gente vai até o Credicard, pelo menos pagamos o preço original - contenta-se.
Trânsito de São Paulo... básico. Demoram coisa de uma hora e meia pra chegar ao Credicard Hall. São oito e meia. Lugar absolutamente ermo, vazio, deserto. "Mas, mas, mas... cadê todo mundo?"
Pelo interfone informam:
- As bilheterias fecham às oito horas, senhora.
- Tá, tá, tá, e a que horas abrem?
- Ao meio-dia, senhora.
O_O
Qual é o lugar em São Paulo que funciona em horário tão esdrúxulo? Sem esquecer que fica totalmente fora de mão? O Credicard Hall se dá ao luxo, olha que beleza... e o que deixa as amigas mais indignadas é que está sempre cheio. Sempre!
- Brasileiro merece mesmo... - bufou a amiga 1.
- Escuta, e quem tem tempo e/ou liberdade do trabalho pra vir aqui a partir do meio-dia? - indignou-se a segunda.
Por questão de honra, desespero, ou pura teimosia, elas conseguiram uma janela no trabalho e voltaram no dia seguinte para encontrar alguns dos desocupados a que se referiam no dia anterior.
A fila, imensa, entrega que as pessoas não estão ali só para comprar tíquetes para o White Stripes. Tá na cara. Tá no comportamento. Somos todos segmentados. Na frente delas, um sujeito fala alto em um daqueles celulares que até apita quando o peru fica pronto. Tudo bem, estão irritadas com os últimos acontecimentos, sangue fervendo, fazem comentários baixinho só para desopilar. Alguns minutos depois chega um amigo do sujeito, que simplesmente não as vê e entra na frente delas! Assim, duas mulheres de 1,70m, mas que ele não viu... A amiga 1 por ora só bufa. A 2, mais pacificista, faz vista grossa pro cara e também para o bufo da amiga. Acontece que chegam mais dois amigos do cara do celular do peru, e todos se cumprimentam animadamente e também não enxergam as amigas... é muita coincidência, né?! Que caras do mesmo grupo sofram da mesma doença ocular... e tenham os mesmos celulares, e calcem Nike último tipo, e que um deles vista calça corsário e na cabeça um boné Louis Vuitton.
A amiga 2 avisa para amiga 1: "Não é porque têm dinheiro que podem c* na nossa cabeça. Aliás, na cabeça de ninguém. Eles não vão comprar ingresso na minha frente, entendeu? NÃO VÃO!" E arremata: "Chiclete com Banana. Esse povo veio comprar ingresso pro Chiclete com Banana, me ouve que eu sei."
A amiga 1 pede calma e diz que quando chegar a hora de comprar eles vão todos em uma bilheteria só. "Imagine que alguém teria coragem de fazer algo assim... na cara de todo mundo..."
Tiveram. Assim que a amiga 2 percebe que o grupinho está se desfazendo e que eles se preparam para ocupar todos os guichês, ela estufa o peito e mira no de boné LV:
- Amigo, você chegou depois de mim.
E aponta para os outros dois:
- E vocês também.
- Ah, é, hm, é... pode passar. (como assim PODE?)
- Ah, você deixa?! Muito gentil da sua parte. Só pra lembrar, você também tá atrás dela, tá? - aponta para a amiga.
- Tudo bem, tudo bem...
Ao chegar na malfadada bilheteria pede educadamente os tais ingressos. Enquanto o funcionário do Credicard cuida do processo todo, ela ouve na bilheteria ao lado:
- Chiclete.
Assim, seco. Sem por favor, sem por gentileza, sem obrigado, sem nada. Minha amiga torce o pescoço e confirma: era um dos caras que furaram a fila. Evidentemente. Faz muxoxo pra si mesma, se porta como maluca murmurando pragas a todo o mundo, entrega pra Deus, pega seus ingressos e se manda.
Ao se dirigir para o carro dá uma olhada no folheto que traz os próximos eventos da casa. "Chiclete com Banana vai ser só daqui um mês!"
Por pouco não enfarta.
Moral da saga: no país em que meia-entrada custa inteira e só vale pra 30% da lotação da casa, corra como louco, enfrente filas, vá direto à fonte se quiser mesmo assistir a um espetáculo. Mas nunca, nunca, esqueça de impor a sua moral de alguma maneira, ao sentir que ela foi violada. E, por favor, se possível tenha bom gosto. Chiclete com Banana causando estardalhaço a um mês do show ninguém merece.
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DOSE EXTRA!
Atendendo a pedidos, aqui está a Dose Extra de Veneno , espaço reservado aos internautas do (o), que enviam missivas nem sempre educadas à colunista. Por que será, hein? ;-P
Sobre o Miguxês - coluna de 08/03/05
Por Angelo Mello
Ow, sua véa xata, ki vc tein contra o miguxês. Cê naum sabe de nada kra...
E aí, Luciana, beleza? Imagino que você tenha recebido muitas mensagens assim, mantendo a tradição dos e-mails coléricos que você recebe de fãs revoltados, notadamente os de bandas ruins (a falta de argumentos consistentes leva o povo a apelar). Não concordo com muita coisa que você escreve, na verdade a maioria, principalmente aquela coluna que você desmereceu o Iron e o Dio, em detrimento do Radiohead, que é uma bandinha bem mequetrefe na minha opinião, mas no caso do "miguxês" sou obrigado a concordar plenamente com você.
É ridículo o que os adolescentes de hoje fazem com o pobre vernáculo. Essa achincalhação é, como você bem disse, fruto da preguiça de aprender português corretamente. Deve ser muito mais fácil esconder a falta de intimidade com a linguagem escrita fazendo uso do "miguxês" do que enfiar a cara numa gramática ou num dicionário. As conseqüências virão quando esses jovens entrarem no mercado de trabalho e perceberem que anos e anos escrevendo axim, fizeram deles verdadeiros semi-analfabetos, incapazes de escrever com um mínimo de clareza.
Claro que não vejo mal nenhum em uma conversa pelo msn, por exemplo, a pessoa abreviar palavras (vc, tb, qdo). Afinal, a comunicação pela internet exige velocidade. Mas fazer disso uso corrente em e-mails e em blogs, só pra citar alguns casos, é f**a. E mais: será que escrever "miguxo" é mais fácil do que escrever amigo? Quanto à iniciativa do Telecine, acho que você foi muito precisa. Existem muitas outras formas de chegar a determinado público. Espero que essa idéia fracasse redondamente, embora não tenha tanta fé assim em nossa juventude.
Abraços,
Ângelo Mello
Resposta
:-P Quase acredito com esse começo... mas não recebi não, será um bom sinal? Ou será que quem escreve miguxês não entendeu a coluna até agora? :P
Tenho muito pouco a acrescentar ao que você disse... evidente que não há mal algum em abreviar um também, um você, mas como você bem percebeu, é até mais complicado escrever miguxo do que amigo, certo?
Modismo e preguiça, sem dúvida alguma... também lamento pelo futuro dessa galerinha. E tem mais, pelo que vejo tem muita gente com mais de 20 usando, não é só coisa de adolescente não...
Agora, a atitude do Telecine é a pior de todas... aproveitar-se de uma bobagem dessas pra vender. Sem comentários. E tem gente que ainda reclama que a TV Cultura tem patrocínio em alguns programas...
Buenas, brigada pela mensagem. E não me chame o Radiohead de mequetrefe!!!!
;-P
Beij(o),
Luciana
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Sobre Coldplay - coluna de 10/05/05
Por Hiperfreak
Coldplay maior que os Beatles? Isso deixa de ser novidade, haja vista as "maiores bandas de todos os tempos que surgem toda semana (parafraseando os Titãs). Lembro-me certa vez que ia ter um show do Broz (eca!) aqui em Brasília, no rádio o chamado dizia: pela primeira vez em Brasília o maior grupo musical brasileiro de todos os tempos: Broz!!!
Bom, a questão aqui é que o citado grupo havia se formado há apenas uma semana, resultado de uma gincana de TV, então como pode receber adjetivos como grande ou fenômeno???????
Eu já nem ligo quando um grupo qualquer aparece nas capas de revistas com a declaração dos tipos acima citados. Como dizia Kurt Cobain: sempre haverá boas bandas e boas músicas, basta saber procurar. E eu acrescento: tem de saber onde procurar.
Resposta
Huahauahauahauha. Broz??? Gente...
Kurt Cobain tinha razão... não sabia que ele havia dito isso. Mas ele tá bem certo.
Simbora procurar!
Beij(o) e obrigada pela mensagem,
Luciana
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Sobre miguxês - coluna de 08/03/05
Por Alison Martins
Fazia tempo que não lia tanta bobagem escrita como li hoje, e vi que você fica tão p... da vida com o assunto que nem deu uma daquelas suas respostas. Mas eu não consegui ficar calado e me senti na obrigação de responder a uma mensagem que você publicou no dose extra de 12/04/05.
Ficou longo e acho difícil que você publique, mas se quiser esteja à vontade para resumir.
Vamos lá:
" (1) A senhorita certamente não é uma lingüista, pois mesmo nos casos de linguagens mais primitivas ou periféricas você não se referiria de forma tão preconceituosa.
Bem, no texto , a autora não adjetiva a forma de linguagem, expõe sua opinião sobre ela. Opinião traduz-se em um conceito pessoal, baseado em suas experiências próprias culminando em um juízo. Discordar deste juízo é facultado a qualquer cidadão. Porém, lembremos que discordar implica em uma responsabilidade de apresentar contra-argumentos e não simplesmente rotular tal opinião com os termos em voga como foi feito. E mais um erro foi cometido: não ser especialista em determinada matéria, não impede que se emita um juízo sobre ela. É preciso sim, haver uma argumentação sólida. Tomemos por exemplo Albert Einstein. Ele era um físico, porém quando lemos Como vejo o mundo ele argumenta sobre os mais diversos assuntos, com solidez, mesmo não sendo um cientista político ou filósofo.
" (2) A senhorita certamente não é uma lingüista, porque se fosse entenderia que não é uma atitude sábia julgar o indivíduo por causa da variedade lingüística que este usa.
O que é comunicação? Não seria, colocar ao meio exterior, de forma inteligível ao interlocutor seus pensamentos, idéias, aflições etc? Bem, se não pudermos avaliar o potencial intelectual de alguém a não ser pela forma e conteúdo de sua comunicação, vamos avaliar como?!!! Lendo seus pensamentos?!!! Comunicar não se resume a transmitir idéias. A forma é vital para a compreensão do interlocutor. A comunicação feita de forma ineficaz não atinge seus objetivos. Chegamos à conclusão que o indivíduo que não atinge seus objetivos no ato de comunicar possui sim uma falha séria de construção e compreensão de conhecimento, pois não concatena as idéias de maneira que possa expô-las no padrão de comunicação em que foi educado. Mais uma vez, não preciso me repetir dizendo que é irrelevante o fato da autora ser ou não uma lingüista.
"(3) A senhorita certamente não é uma lingüista, e isto está bem claro quando você fala enfaticamente sobre escrever corretamente, enquanto se trata de escrever dentro do padrão institucionalizado pelo poder.
Esta talvez seja de todas as afirmações, a mais equivocada. Realmente deve ter sido elaborada por alguém que não é um lingüista, pois desconhece totalmente o processo de normatização da língua escrita nos países de língua latina. Toda normatização é feita por academias, onde os mais renomados especialistas na língua, escolhidos por suas realizações acadêmicas ou literárias, elaboram, discutem e aprovam as normas vigentes para a língua escrita. Este processo é na verdade lento e cuidadoso, pois as modificações na língua coloquial destacadas por lingüistas e especialistas na língua de maneira geral, são durante anos debatidas e estudadas em seu uso de forma estatística para comprovar que sua incorporação à norma culta espelhe uma real transformação do sistema lingüístico como um todo. Engraçado analisar a história política brasileira e não encontrar alterações dignas de nota nas normas cultas com o constante que coincida com as mudanças no poder brasileiro. Aliás, temos outros fenômenos sim, como a incorporação de novos vocábulos em como o desuso de outros pelos mais diversos fatores. Mas a língua faz parte da identidade de uma nação e felizmente não foi até hoje joguete nas mãos de meia dúzia de charlatões que se dizem políticos. De novo: é irrelevante se a autora é ou não especialista no assunto.
" (4) Sinceramente, a senhorita com certeza não é uma lingüista, porque talvez a senhorita não possa perceber que o que está acontecendo talvez seja uma revolução lingüística acelerada pela tecnologia e pela velocidade (sic) das inovações. E neste aspecto vale destacar que o miguxês segue um padrão claro - a representação escrita daquilo que você fala, ou seja, uma tentativa de aproximar a língua falada à língua escrita.".
"Re volução lingüística? Padrão claro? Tentativa de aproximar a língua falada da língua escrita? Vamos com calma. É primeiro necessário entender como acontecem na prática as alterações em um sistema lingüístico. As alterações em um sistema de comunicação tendem a acontecer em seus elementos mais voláteis, no caso da língua, é a fala. Isso é fato. E em quais alterações implica o miguxês na língua falada? Quantas pessoas você vê por aí falando miguuu, axim? Bem isto tende a um juízo pessoal, mas é fato que as implicações na língua falada são mínimas. Agora é preciso entender que a linguagem escrita é formal por sua própria natureza. Ela é uma representação normatizada, pelos usos e costumes de uma sociedade, da fala humana. Por isso os padrões são necessários e as regras também, senão teríamos todos escrevendo da forma como bem entendem e uma falha generalizada no sistema de comunicação da língua formal (escrita). Será que não se vê que o miguxês é exatamente isso?!!! Uma forma de escrever como bem se entende não importando a eficácia da comunicação. Agora, realmente, dizer que estes jovens seguem um padrão claro, é piada e eu nem vou comentar, eles seguem uns aos outros, isso gera a idéia de padrão, mas padrão é algo que se pode constatar cientificamente através de modelos matemáticos e gostaria que algum lingüista se atrevesse a tentar achar um padrão no miguxês. Por fim, como eu já defini acima a linguagem escrita é o espelho da linguagem falada, filtrado, logicamente por normas e padrões que visam a eficácia da comunicação, portanto dizer que escrever errado, ou melhor, como se bem entende, é aproximar a língua escrita da língua falada é no mínimo primário. Raciocínio de alguém que não é um lingüista e que com certeza não entende nada de linguagem em si. Mas eu digo, ser lingüista ou não, pouco importa, o que importa é ter base no que se diz.
E faço minhas as palavras de nosso querido debatente: as palavras facilmente denunciam nossas limitações. Sim, quando não olhamos além dos horizontes das idéias vemos apenas o que querem que vejamos.
A braços
Alison Martins
Resposta
CLAP CLAP CLAP!
Alison, quer ser meu ajudante? ;-P
Irretocável. Irretocável.
Devo publicar sua resposta sim, é muito esclarecedora, inclusive pra mim, que não, não sou especialista no assunto... rs
Beij(o)
Luciana
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