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Retrato Omelete: o legado de Britney Spears, a Princesa do Pop

Saiba mais sobre a trajetória da cantora e o movimento #FreeBritney

A cozinha
05.04.2021
14h40

Há mais de 20 anos Britney Spears sustenta firme e forte seu título de Princesa do Pop. A cantora voltou a ser assunto recentemente, por conta do lançamento de Framing Britney Spears, documentário que explica toda a questão da sua curatela e do movimento #FreeBritney. Mas onde tudo isso começou?

Britney Jean Spears nasceu em 2 de dezembro de 1981, no interior de Mississipi, mas foi criada numa cidade de 2.309 habitantes em Louisiana. Desde cedo ela tinha ambições muito maiores do que a cidadezinha podia proporcionar: Britney sonhava em ser famosa e brincava de fazer performances pras visitas e nos recreios da escola fingia estar no Star Search, um show de calouros estadunidense.

Seus pais, Lynne e James Spears, reconheceram o talento em potencial da garota desde cedo e, aos três anos de idade, Britney já fazia aulas de ginástica, dança e coral. Aos seis anos ela ganhou sua primeira competição, como Miss Talent Central States e, aos oito, fez seu primeiro teste pra televisão, no programa O Clube do Mickey, em que foi recusada por ser muito nova. Mesmo assim, ela chamou a atenção do diretor de elenco, que a recomendou pra uma agência de talentos em Nova York.

Dois anos depois, ela fez uma nova audição no Clube do Mickey e dessa vez foi selecionada. Britney apresentou o programa ao lado de Keri Russell, Justin Timberlake, Christina Aguilera e Ryan Gosling, mas quatro anos depois, o programa foi cancelado. Britney teve que voltar pro Mississipi, se afastando da vida de artista por um tempo e temendo não ter outra oportunidade de voltar ao showbuzz. Nas palavras da cantora: “eu estava entediada. Eu era armadora do time de basquete, tinha um namorado e fui ao baile de formatura, mas eu queria mais que isso”.

No ano seguinte, ela voltou a procurar novos trabalhos, mas começou a ficou claro que Britney teria mais oportunidades como cantora, do que como atriz. Depois de ser recusada por diferentes gravadoras, ela assinou um contrato com a Jive Records, que reconheceu seu potencial por conta de uma demo cover de "I Have Nothing", de Whitney Houston - uma das maiores influências da cantora, ao lado de Madonna e Janet Jackson.

Britney gravou metade do álbum nos Estados Unidos e o restante na Suécia, com o produtor Max Martin. Ela diz que na primeira etapa do processo ainda não tinha escutado nenhum hit, mas quando começou a trabalhar com Martin, ele mostrou a demo de uma música que ele estava trabalhando e ela soube imediatamente que seria um sucesso. Essa música acabou se tornando o primeiro single da cantora, recebendo clipe no final de 1998 e dando nome ao seu primeiro álbum, que chegou às lojas em janeiro de 1999. A música era "…Baby One More Time".

De repente, ela se tornou um fenômeno da música, ganhou o título de “princesa do pop” e influenciou vários fãs pelo mundo inteiro, que se vestiam com os looks parecidos com os que a cantora usava nos seus clipes e apresentações. 

Se havia qualquer desconfiança que Britney seria uma moda passageira, logo no ano seguinte ela lançou mais um álbum que leva o nome de um single absolutamente chiclete. "Oops!... I Did It Again" saiu em maio de 2000 e vendeu mais de um milhão e trezentas mil cópias na semana de lançamento. Em 2001, seu terceiro álbum, chamado Britney foi lançado, encabeçado pelo hit "I’m A Slave 4 U", que rendeu uma das apresentações mais icônicas da história do MTV VMA.

Confira acima nosso retrato completo sobre a história da cantora.

 

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