Bad Bunny | O que esperar do show no Super Bowl? Veja músicas e polêmicas
Cantor porto-riquenho será a atração musical principal do intervalo do evento esportivo
Acontece hoje (8) o aguardadíssimo Super Bowl LX, que vai definir entre Seattle Seahawks e New England Patriots o campeão da temporada 2025/2026 da NFL.
As expectativas para o evento são grandes, não só pela disputa esportiva em si, mas também em torno do show do intervalo que será comandado por Bad Bunny.
Trata-se da segunda passagem do rapper pelo palco do Super Bowl. Ele cantou pela primeira vez no evento em 2020, como convidado especial do show liderado por Shakira e Jennifer Lopez.
Ainda assim, a edição deste ano marcará o debute do “conejo malo” como atração principal de um dos eventos musicais e midiáticos mais prestigiados do mundo.
Bad Bunny no Super Bowl: provável setlist
Com seis álbuns solo de estúdio em seu currículo – além de um EP compilatório (Las Que No Iban a Salir, 2020) e outro disco em parceria com J Balvin (Oasis, 2019) –, não faltam grandes sucessos em seu repertório que Bunny possa revisitar no Levi’s Stadium.
Dado, porém, o tempo reduzido geralmente destinado às apresentações artísticas na final da NFL (menos de 15 minutos), é provável que o rapper tenha que optar por uma setlist mais enxuta.
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Confira a seguir as mais prováveis canções a serem performadas por ele no palco deste domingo:
- Después de la Playa
- Tití Me Preguntó
- Me Porto Bonito
- La MuDANZA
- BAILE INoLVIDABLE
- NUEVAYoL
- EoO
- DtMF
As polêmicas de Bad Bunny
Em seus quase 15 anos de carreira, o astro porto-riquenho permaneceu a maior parte do tempo avesso a escândalos, preferindo aproveitar os holofotes que o seguem para dar mais visibilidade à sua arte e também às causas em que acredita, como o feminismo e a luta pelos direitos LGBTQIA+.
No entanto, este início de 2026 deve representar uma exceção neste sentido para o cantor, que subirá ao palco do Super Bowl envolto em pelo menos duas grandes polêmicas.
Bunny x Trump
Na última semana, o “conejo malo” foi premiado com o Grammy de Melhor Álbum de Música Urbana, por Debí Tirar Más Fotos.
Ao receber o prêmio, ele fez questão de aproveitar a oportunidade´para discursar e tecer publicamente duras críticas à ICE, milícia criada pelo atual presidente norte-americano, Donald Trump, para lidar com imigrantes.
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“Antes de agradecer a Deus, vou dizer: 'Fora, ICE'! Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas. Somos humanos e somos americanos”, declarou ele, sem papas na língua e em alto e bom som.
Processo milionário
2026 começou agitado não só para Bunny, mas também para seus advogados. Uma cidadã porto-riquenha, de nome Tainaly Serrano Rivera, abriu em janeiro um processo contra o artista e seu produtor, Roberto Rosado, acusando-os de usar indevidamente a voz dela em duas das canções do rapper, “Solo de Mi” (2018) e “EeO” (2025).
Tainaly afirma que gravou o trecho utilizado nas faixas em 2018, a pedido do próprio Rosado, seu então colega de estudos teatrais na Universidade Interamericana de Arecibo.
Ela solicita US$ 16 milhões em indenização pela suposta contravenção, alegando nunca ter sido informada de que a música seria usada para fins comerciais ou publicitários, tampouco ter autorizado sua inclusão nas canções.
O processo ainda corre nos tribunais internacionais e não deve ter um desfecho tão cedo.