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Motoqueiro Fantasma | Marvel Comics vence processo movido por criador do personagem

Decisão judicial dá a Marvel direitos sobre o Espírito da Vingança

Érico Assis
30.12.2011, às 13H36
ATUALIZADA EM 29.06.2018, ÀS 02H42
ATUALIZADA EM 29.06.2018, ÀS 02H42

Só para não deixar dúvidas, a ação que o escritor Gary Friedrich move contra a Marvel Comics desde 2007 teve mais uma decisão esta semana, desta vez em corte federal. A decisão da juíza Katherine Forrest, segundo a Associated Press, é de que os direitos sobre o Motoqueiro Fantasma sempre foram da editora.

Motoqueiro Fantasma

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Friedrich alegava que criou o personagem em 1968, três anos antes de levá-lo à Marvel, e por isso o Motoqueiro não seria "work-for-hire" (serviço contratado). Em 2010, Friedrich perdeu a ação em nível estadual, mas seu advogado ainda estava confiante.

No decorrer do processo, descobriu-se um cheque de 1971 onde o autor assinou que estava cedendo os direitos, assim como um contrato de 1978 que repetia a mesma cessão, em troca da continuidade de trabalho free-lance. Foram as provas necessárias para fechar o assunto.

Revelou-se durante o processo que Friedrich nem aproveitou este último contrato. Sofrendo de alcoolismo, ele abandonou quase por completo os quadrinhos no final da década de 1970.

O resultado do processo dá passe livre para Motoqueiro Fantasma 2, segunda versão do herói para os cinemas, que estreia em fevereiro novamente com Nicolas Cage no papel principal.

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