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Créditos da imagem: Loki/Marvel Studios/Reprodução

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Loki | Entenda o final da 2ª temporada

Cuidado com os spoilers!

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3 min de leitura
10.11.2023, às 11H15.
Atualizada em 11.11.2023, ÀS 08H00

[Atenção: o artigo a seguir contém spoilers de “Glorioso Propósito”, finale da 2ª temporada de Loki]

A sina do Loki (Tom Hiddleston) é o fracasso, mas nem sua compreensão desta inevitabilidade o impediu de teimar contra ela em “Glorioso Propósito”, episódio final da 2ª temporada da série do Disney+. Depois de aprender como controlar seus deslizes temporais, o Deus da Trapaça deu mais uma demonstração da sua já característica persistência ao tentar de todas as formas imagináveis salvar o Tear Temporal e, consequentemente, poupar seus amigos e a AVT (Autoridade de Variância Temporal). No entanto, depois de literalmente séculos nessa tarefa hercúlea, ele enfim entendeu qual era seu fardo e então, como um verdadeiro herói, o escolheu.

Foi assim, portanto, que Loki tomou o lugar de Victor Timely (Jonathan Majors) e desfilou até o final da plataforma não para ampliar o raio do Tear Temporal, mas sim destruí-lo. A decisão pegou Sylvie (Sophie Di Martino), O.B. (Ke Huy Quan) e companhia de surpresa, e nem só porque o protagonista era o principal defensor da manutenção da AVT. Mas porque, na sequência daquele ato aparentemente impulsivo, a AVT não ruiu. Na verdade, todas as linhas temporais perderam a cor e murcharam.

É claro que a equipe da AVT não acompanhou o reencontro entre Loki e Aquele Que Permanece (Majors), no qual o vilão da série deixou às claras que o Tear tinha o único propósito de proteger a Linha do Tempo Sagrada, de modo que o fim da AVT seria, para ele, um efeito colateral irrelevante. Mas, ciente desta informação, o Deus da Trapaça foi capaz de encontrar uma alternativa: ele poderia poupar a vida dos seus amigos e a instuição e, assim, criar uma chance para eles enfrentarem Kang, o Conquistador (Majors) se ele mesmo se tornasse o centro do multiverso.

É assim que ele, retomando seu visual clássico, coleta uma a uma as linhas temporais do multiverso e, sentando-se só em meio à escuridão, as energiza, formando uma Yggdrasil, a árvore da vida na mitologia nórdica. Quer dizer, mesmo realizando seu antigo sonho de ter um trono para chamar de seu, mais uma vez Loki perdeu. Desta vez, não uma batalha ou a aprovação do pai, mas o acolhimento que há pouco mais de 10 anos busca no MCU

É um final agridoce, mas que frisa a jornada de transformação do até então vilão em herói. Afinal, ainda que esteja fadado à solidão, ele oferece agora a chance para que Sylvie e companhia recrutem aliados — vindos de diferentes linhas temporais, por que não? — na guerra multiversal que se aproxima e, quem sabe, sejam capazes de impedir os planos maléficos de Kang e suas variantes. Mas, mais do que isso, encontrar seu glorioso propósito fez com que Loki desse a todos a chance de ter livre arbítrio, mesmo o até então hesitante Mobius (Owen Wilson).

Estrelada por Tom Hiddleston, as duas temporadas de Loki estão disponíveis na íntegra no Disney+.

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