Yerin faz 10 anos de carreira, vem ao Brasil e dispara: “Volto com o GFRIEND”
Estrela do k-pop contou ao Omelete o que faz podem esperar de turnê brasileira
Créditos da imagem: Yerin (Divulgação)
Como os fãs do GFRIEND, a integrante Yerin também está “na torcida” por mais reuniões oficiais do grupo – e quer, inclusive, fazer turnê com suas colegas. O sexteto, que se dissolveu originalmente em 2021 após marcar hits como “Navillera” e “Mago” na história do k-pop, se reuniu ano passado para o single Season of Memories e três shows especiais em Seul (Coreia do Sul), mas Yerin quer mais.
“Eu espero que tenhamos mais atividades como grupo no futuro, tenho essa expectativa no coração”, conta ela ao Omelete. “E, se um dia voltarmos a promover mais regularmente como grupo, eu gostaria muito de vir à América do Sul com as integrantes”.
Enquanto isso não acontece, Yerin traz a sua turnê solo, batizada de Chapter Y, para terras brasileiras. Oportunidade de vê-la não falta: a cantora se apresenta em Niterói (dia 30, na Sala Nelson Pereira dos Santos - ingressos na articket), São Paulo (dia 31, na Studio Stage - ingressos na Bilheto) e Porto Alegre (dia 2, no Teatro AMRIGS - ingressos na articket).
A seguir, Yerin conversa com o Omelete sobre o que preparou para estes primeiros shows no Brasil, seus dez anos de carreira, e a diferença de promover como artista solo. Confira!
OMELETE: Esta será a sua primeira turnê no Brasil! Quais são suas expectativas para a primeira apresentação, e para o encontro com os fãs?
YERIN: Sim, é a minha primeira vez indo do Brasil. Espero encontrar muitos fãs por lá, é claro – mas não sei se eles sequer existem! Isso me deixa animada, mas também um pouco preocupada.
OMELETE: E como você definiria a proposta da sua turnê solo, Chapter Y?
YERIN: Este ano marca meus dez anos de carreira, e vejo isso como um momento muito importante, a passagem dos 20 para os 30 anos. Um novo desafio, um novo começo. Por isso, escolhi o nome da turnê CHAPTER Y: ou seja, Chapter Yerin. Como essa é a minha primeira vez no Brasil, quero apresentar a vocês quem é a Yerin. Por isso, o setlist é um pouco diferente do formato original do CHAPTER Y, com mais músicas mostrando um lado alegre meu. Espero que os fãs do Brasil gostem bastante.
OMELETE: O k-pop só tem crescido no Brasil. Por que você acredita que o gênero faz tanto sucesso aqui, e em outros países latinos?
YERIN: Antes de tudo, me sinto muito grata por receber tanto amor de pessoas que moram tão longe de mim. O k-pop engloba muitos estilos diferentes, tanto na música quanto na dança. A performance também sempre está lá, complementando o conceito, então acho que é esse ecletismo que o faz ser tão amado.
OMELETE: “Awake”, uma de suas canções mais recentes, tem um pézinho no rock n’ roll. Você é fã do gênero? Quer explorá-lo mais no futuro?
YERIN: Desde pequena, eu sempre gostei de rock, especialmente das baladas das grandes bandas de rock - e, ultimamente, esse tipo de banda têm recebido muita atenção. Eu sempre acreditei que esse gênero ganharia mais destaque um dia, então fico feliz de ver isso acontecendo e fazer parte disso.
OMELETE: Você mencionou os seus dez anos de carreira, e eles foram divididos entre atividades solo e com o GFRIEND. Qual a principal diferença, para você, entre ser artista solo e fazer parte de um grupo?
YERIN: Quando estou em um grupo, mesmo quando me falta algo, as outras integrantes conseguem me completar. E a gente também se apoia muito emocionalmente. Como artista solo, eu preciso dar conta de tudo sozinha: preciso falar bem, cantar bem, me apresentar bem, e no começo isso me deixava muito nervosa. Com a experiência, acho que hoje consigo fazer tudo com mais confiança – mas, mesmo assim, novos desafios ainda dão frio na barriga.
OMELETE: Embora todos aqui amemos os seus projetos solo, também temos muito carinho pela trajetória do GFRIEND. Há chance de vermos o grupo reunido no futuro para novos lançamentos?
YERIN: Sim, eu espero que tenhamos mais atividades como grupo no futuro, tenho essa expectativa no coração. E, se um dia voltarmos a promover mais regularmente como grupo, eu gostaria muito de vir à América do Sul com as integrantes.