Hong, a Infiltrada | Final explicado: Como termina o k-drama da Netflix?
Park Shin-hye interpreta executiva que se disfarça de estagiária na série
Créditos da imagem: Park Shin-hye em Hong, a Infiltrada (Reprodução)
ATENÇÃO: Spoilers de Hong, a Infiltrada a seguir!
Após 16 episódios e um grande sucesso de audiência na Coreia do Sul e além, o k-drama Hong, a Infiltrada acabou ontem (8) com o último episódio entrando no catálogo da Netflix.
Mas o que aconteceu com Hong Keum-bo no final, e qual foi o destino da Hanmin Investimentos? O Omelete te conta tudo a seguir.
Como o Presidente Kang é preso?
O CEO e fundador da Hammin Investimentos, Kang Pil-beom (Lee Deok-hwa), emergiu como o grande vilão de Hong, a Infiltrada durante os episódios da trama - um magnata corrupto e sem coração, que maltrata a família e os funcionários em nome do dinheiro. Os episódios finais, portanto, são dedicados à sua derrocada nas mãos de Hong Keum-bo (Park Shin-hye) e suas colegas de quarto.
O plano das moças começa com a encenação de uma briga falsa entre Keum-bo e No-ra (Choi Ji-soo), a filha mais nova do Presidente Kang Pil-beom. Acreditando que a jovem rompeu com as amigas de dormitório após descobrir que uma delas, Bok-hee (Ha Young-kyung) estava roubando dinheiro da empresa, um dos capangas do CEO reporta a briga e No-ra retorna ao posto de herdeira aparente da empresa.
Claro que é tudo um engodo. Embora Bok-hee tenha mesmo desviado dinheiro de empresas onde trabalhou anteriormente (para pagar a dívida de jogo do irmão), ela nunca fez o mesmo em Hanmin, e por isso passa apenas um período curto na cadeia quando as acusações vêm à tona. Mas a encenação serve para colocar No-ra numa posição de poder novamente, e ela vira a empresa de cabeça para baixo logo no dia de sua posse.
Prometendo trabalhar com os Piratas de Yeouido (um grupo anônimo que tem denunciado a corrupção na empresa) para limpar os mais altos escalões da Hamin Investimentos, e revelando a existência de uma conta clandestina em seu nome na Suíça, a jovem efetivamente explode todos os esquemas do Presidente Kang. O ex-CEO, é claro, tenta fugir do país, mas aí é que entra o golpe final...
Choi In-ja (Byung Jun-soo), a mãe de No-ra e ex-mulher do Presidente Kang, descobre perto do final da série que ele foi o mandante da tentativa de sequestro de sua própria filha, quando ela era pequena, a fim de eliminar uma ameaça à linha de sucessão da empresa. É mais do que o bastante para ela resolver trair o poderoso ex-CEO, subornando o motorista do executivo para levá-lo até a delegacia, ao invés de até o aeroporto, quando ele tenta fugir do país.
Quem se torna presidente da Hanmin? E o que cada personagem faz no final?
Após a resolução do caso judicial contra Kang Pil-beom, No-ra deixa claro que não pretende continuar como CEO da empresa. Um breve dilema entre os acionistas se segue, mas eles resolvem eleger o candidato mais seguro para a posição: Cha Jung-il (Im Chul-soo), que tem anos de serviço à Hanmin e uma reputação impecável mesmo diante do escândalo de corrupção dentro da empresa.
Assim, No-ra fica livre para perseguir seus sonhos culinários, se tornando uma chef de confeitaria na França; Bok-hee abre uma agência de detetive após sair da prisão, com Jang-mi (Shin Yu-na) como sua primeira aprendiz; Mi-sook (Kang Chae-young) continua na Hanmin, assumindo uma posição de gerência para proteger outras funcionárias do tipo de assédio que sofreu; e Keum-bo, é claro, volta à sua posição de investigadora financeira.
A última deixa da série é mostrar que o próximo caso de Keum-bo é na cidade de Busan, e que mais uma vez ela vai ter que se disfarçar para desmontar um esquema de corrupção... segunda temporada, talvez? Só o tempo irá dizer.