Gong Hyo-jin promete final bem amarrado em A Justiceira: “Suamos para resolver tudo”
Estrela interpreta mulher de família que faz dupla jornada como assassina de aluguel no k-drama
Créditos da imagem: Gong Hyo-jin em A Justiceira (Reprodução)
A história de Yoo Bo-na vai terminar sem pontas soltas, promete Gong Hyo-jin. A estrela de A Justiceira conversou com o Omelete antes do último episódio do k-drama, que sai amanhã (12) no Rakuten Viki, e contou que seus próprios amigos duvidaram que a série conseguiria amarrar todos os mistérios que levantou durante as semanas.
A Justiceira acompanha Bo-na, que sustenta a aparência de mãe de família suburbana dedicada enquanto vive uma vida dupla como assassina de aluguel. O problema é que seu marido, o jornalista Kwon Tae-sung (Jung Joon-won), começa a suspeitar que algo está errado enquanto investiga um atirador conhecido como "Kingfisher"... que, claro, é a própria esposa.
A seguir, confira a conversa do Omelete com a dupla de atores centrais de a Justiceira, que ainda destrincham os desafios particulares de seus personagens, e a relação complexa entre eles.
OMELETE: Bo-na é uma personagem dividida entre duas vidas. Gong Hyo-jin, como você trabalhou para criar essas duas personas, mantendo a coerência entre elas? Isso foi um dos fatores que a atraíram para o papel?
GONG: O que tornou A Justiceira atraente foi o fato de a vida comum de Yoo Bo-na como mãe trabalhadora formar a narrativa principal do drama. Enquanto Bo-na, em seu dia a dia, é amigável e sempre sorridente, eu me preparei para interpretar a assassina como alguém com uma compostura fria e impassível, que permanece inabalável sob quaisquer circunstâncias, algo que eu não havia demonstrado em meus papéis anteriores. Trabalhei arduamente para transitar com fluidez entre esses dois lados contrastantes: uma mulher que vive uma rotina agitada para sua família e uma assassina de sangue frio.
OMELETE: Jung Jun-won, você interpreta um jornalista investigativo na série. Que tipo de pesquisa você fez sobre essa profissão para se preparar? Você se inspirou em suas interações com jornalistas na sua própria vida profissional?
JUNG: Embora eu não tenha vivenciado cenas reais de reportagem jornalística em primeira mão, pesquisei como funciona o jornalismo e usei isso como referência para estabelecer o tom e o padrão de fala dos meus diálogos. Acima de tudo, para este projeto, concentrei-me principalmente em expressar as emoções graduais de Tae-sung, para que os espectadores pudessem entender e acompanhar sua jornada de forma natural.
OMELETE: O relacionamento de Bo-na e Tae-sung é muito amoroso, mas ao mesmo tempo repleto de tensão, principalmente quando ele começa a investigá-la. Como vocês trabalharam para construir essa dinâmica, e qual acham que é o principal ponto que os espectadores devem observar nesse relacionamento?
JUNG: Conforme as filmagens avançavam, tentei sentir plenamente as emoções de Tae-sung à medida que se intensificavam naturalmente, mantendo-me fiel a cada momento e expressando-as com autenticidade. Em particular, à medida que a série se aproxima da segunda metade, começam a surgir fissuras entre Tae-sung e Bo-na. Seria ótimo se os espectadores se concentrassem nas mudanças sutis e graduais em seu relacionamento e dinâmica emocional.
GONG: O marido dela, Tae-sung, está perseguindo "Kingfisher", mas não suspeita nem por um segundo que essa pessoa seja sua própria esposa, Bo-na. Em vez de desconfiarem um do outro, os dois criam tensão ao se manterem em alerta contra os perigos que os cercam. Nosso drama é muito original porque muitas cenas em ordem cronológica inversa se desenrolam, onde o processo de apresentação e resolução da história é invertido. Até para além dos primeiros episódios, a narrativa passada entre os dois e as respostas para perguntas pendentes começam a vir à tona um pouco depois. Amigos que assistiram à transmissão dos primeiros capítulos comigo ficavam fazendo mil perguntas, e eu respondia: "Assistam só mais um pouco, e tudo será revelado". Ouvi dizer que o roteirista sofreu muito para resolver o final, então espero que todos acompanhem A Justiceira até o fim.
*A Justiceira está disponível para streaming no Brasil pelo Rakuten Viki, com episódios inéditos às sextas-feiras e sábados.
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