Justin Bieber no clipe de "Yummy"

Créditos da imagem: "Yummy"/Justin Bieber/Reprodução

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Justin Bieber nega acusação de assédio sexual

Cantor usou o Twitter para apresentar provas de que a denúncia seria falsa

Mariana Canhisares
22.06.2020
10h03

O cantor Justin Bieber negou as acusações de que teria assediado sexualmente uma jovem de 21 anos em 2014, na cidade texana de Austin. A vítima, chamada Danielle, afirma que os dois teriam se beijado, um encontro consensual até que o cantor a assediou, mesmo depois dos seus pedidos para parar (via Deadline).

No Twitter, Bieber negou categoricamente a acusação e apresentou uma série de artigos, trocas de e-mails e recibos para provar sua inocência. Segundo seu depoimento, ele esteve na companhia da sua então namorada Selena Gomez durante todo o tempo em que a acusante diz que ocorreu o assédio. O cantor ainda afirmou que tomará medidas legais quanto ao caso.

"Normalmente não falo sobre esse tipo de coisa, já que lido com acusações aleatórias a minha carreira inteira, mas depois de falar com a minha esposa e minha equipe decidi me manifestar nessa noite".

"Rumores são rumores, mas abuso sexual é algo que levo a sério. Queria me manifestar imediatamente, mas por respeito a tantas vítimas que lidam com isso diariamente, quis reunir os fatos antes de assumir qualquer posicionamento".

"Nas últimas 24 horas, um novo Twitter surgiu contando uma história que me envolvia em um caso de abuso sexual em 9 de março de 2014, no hotel Four Seasons em Austin, Texas. Quero ser claro. Nada nessa história é verdade. Na verdade, vou mostrar que nunca estive naquele local".

"Como ela conta na história, eu surpreendi uma multidão em Austin no SXSW quando subi ao palco com o meu então assistente e cantei algumas canções. O que essa pessoa não sabia era que eu fui ao show com a minha então namorada Selena Gomez".

"Toda acusação de abuso sexual precisa ser levada muito a sério e é por isso que minha resposta era necessária. Porém, essa história é impossível e por isso vou trabalhar com o Twitter e as autoridades para tomar medidas legais".