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Preview | Gundam Rogue Orbit tem tudo para trazer novos fãs para a franquia

Com combate competente, customização de Gundam e um universo inédito, Rogue Orbit é um ótimo ponto de entrada para a franquia

Omelete
5 min de leitura
08.09.2026, às 11H00.
Preview | Gundam Rogue Orbit tem tudo para trazer novos fãs para a franquia

Créditos da imagem: Divulgação

Gundam Rogue Orbit tem uma premissa que pretende chamar a atenção daqueles que não são familiarizados com a franquia, que já tem 47 anos, vários animes, peças de modelagem, card games e jogos. Se passando em um universo inédito da franquia, a ideia é trazer uma nova abordagem para o universo, sem deixar de lado os robôs gigantes e os problemas do universo.

 

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Tive a oportunidade de jogar uma hora de Gundam Rogue Orbit, e devo dizer que saí com um sorriso bem satisfatório da sessão. Afinal de contas, quem não se anima de usar um robô gigante contra monstros espaciais em um combate frenético, está morto por dentro.

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Antes de começar o preview, tivemos uma breve apresentação onde descobrimos que sim, esse será um universo inédito para a franquia. A ideia é criar um ponto de partida para os novos fãs, e pessoas que podem se interessar pelo jogo sem precisar serem grandes consumidores de Gundam. E a proposta é extremamente válida.

 

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Apesar da franquia ser um nome gigante na indústria, existem muitas pessoas que não chegam perto dela, por saberem o tamanho da propriedade intelectual. Ter um ponto de partida moderno, descolado completamente do universo convencional, é uma forma justa de atrair uma nova geração de fãs, ou até mesmo pescar aquela pessoa que já estava prestes a entrar no universo da saga.

 

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Na demonstração, pudemos utilizar três tipos de Gundam com três armamentos diferentes. Uma espada normal, para o combate corpo a corpo, uma espada-chicote para ataques de longa distância, e uma lança, que servia como um meio termo entre os dois. Optei pela lança na minha experiência inicial, e foi uma ótima escolha. O equilíbrio entre poder atacar de longe e destruir os inimigos quando chegava perto, foi essencial para me manter vivo durante uma das partes da demonstração, que envolvia um dos chefes do jogo.

 

A missão inicial que jogamos não tinha nada muito inovador ou diferente de qualquer outro jogo de ação moderno. Aprendemos os comandos, vemos como prender a mira em um dos inimigos, aprendemos os combos de ataque, e avançamos na masmorra. Nessa parte, o protagonista e sua companheira de equipe tentam salvar um grupo de uma estação espacial que foram atacados pelos monstros que estão atacando os humanos na história. Nessa parte, os inimigos menores não foram nenhum tipo de desafio, e até foi divertido destruir eles com facilidade usando os combos absurdos que podem ser feitos no jogo.

 

Contudo, o desafio maior ficou na fase em que enfrentamos o chefe, uma espécie de Dragão monstruoso. No combate, tivemos duas fases diferentes, uma parte com o bichão voando, e momentos em que ele volta ao chão, e que era mais fácil acertar os combos nele. Nessa parte, era necessário encontrar os pontos fracos do bicho, atacá-los e deixá-lo vulnerável para que fosse mais fácil de continuar atacando de forma frequente. Cada vez que uma parte do corpo era destruída, ele ficava vulnerável a mais ataques, e imóvel. É nesses momentos em que a esmagação de botão acontece, para causar a maior quantidade de dano possível.

 

Uma habilidade interessante que existe no jogo, são os golpes Over-Rise e AP-U Bursts, que ficam disponíveis depois que uma barra é preenchida, e você pode escolher tanto causar dano com uma série de lasers, ou ficar invulnerável por um tempo. No meu caso, eu escolhi focar em destruir as partes do monstro e depois ativar a sequência de lasers, que o deixava imóvel por mais tempo, e causava muito dano.

 

Na parte aérea do monstro, era necessário acertar um ponto vital alojado em seu peito, o que fazia ele voltar ao chão e ficar vulnerável. Nessas horas, era sempre necessário tentar desviar dos projéteis que ele lançava, e ficar esperto para aproveitar a abertura. Os padrões de ataque do monstrão não eram difíceis de se ler, mas algumas vezes, prender a mira nele dificultava a movimentação quando ele levantava voo, então é sempre bom ficar esperto para que a câmera do nada não fique girando freneticamente tentando achar o monstro em combate.

 

Aqui, o foco era testar o trio de armas em combate, e devo dizer que a lança, pelo menos para mim, foi a arma superior. A espada você acabava ficando refém de sempre estar próximo, apesar de ter um projétil para utilizar, e o chicote-espada não fez tanto o meu estilo. No fim, a arma de médio alcance se mostrou mais poderosa para utilizar, principalmente contra esse chefe em específico. Contudo, não duvido nada que conforme a história for progredindo, seja possível mudar entre as armas para entender qual é a melhor de se utilizar contra um chefe diferente.

 

E nisso, a parte que infelizmente não tivemos a oportunidade de fazer, mas eu adoraria, é mexer na customização do Gundam. Cores diferentes, formas diferentes de torso, braços, pernas e cabeça estarão disponíveis na versão final de Gundam Rogue Orbit, e para mim, a melhor parte vai ser customizar ao máximo o meu Gundam, já que se existe a possibilidade de deixar o robozão de um jeito único, eu vou tentar fazer isso ao máximo.

 

No fim, nossa prévia foi muito breve, mas desse pouco tempo, devo dizer que a experiência foi extremamente positiva. Gundam Rogue Orbit tem um potencial enorme para achar um novo público para a franquia, e com uma ação frenética, um combate competente e um sistema de habilidades bem intuitivo, a versão final tem tudo para ser mais um grande acerto da franquia.

 

Gundam Rogue Orbit chega em 5 de março para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

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