Pokémon Company é processada após diretor esconder câmeras em banheiros
Ben Tsai teria gravado mulheres e crianças, de acordo com processo
Créditos da imagem: Divulgação/Pokémon
A Pokémon Company International, braço da empresa que fica nos Estados Unidos, está sendo processada por uma mulher anônima. Identificada apenas como Jane Doe — nome genérico comumente utilizado no país —, ela acusa Ben Tsai, ex-diretor de engenharia, de esconder câmeras nos banheiros e filmar mulheres e crianças com o propósito de distribuir os arquivos. A ação menciona que a TPCI foi negligente durante treinamento do diretor e não realizou esforços para controlar suas ações.
Essa não é a primeira acusação de Tsai, que saiu da Pokémon Company em janeiro depois de ser acusado de voyeurismo. Ele ainda recebeu queixas de possuir vídeos de cunho sexual com menores de idade, e o modus operandi das câmeras escondidas também já havia sido aplicado em uma loja e em sua própria casa. Por cima disso tudo, a polícia local já encontrou centenas de vídeos com nudez de adultos e crianças em sua posse.
Apesar de todo esse histórico, o advogado de Tsai afirma que ele se declara como inocente de todas as acusações. O advogado de Jane Doe, por sua vez, questiona as intenções do acusado:
"Ao ver alguém que foi processado por essa quantidade extensa de voyeurismo e conduta, pensar que tudo isso era apenas para uso pessoal e que não houve distribuição parece duvidoso", crava Alex Dietz.
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