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Preview | Phantom Blade Zero promete ser um dos melhores jogos de ação do ano

Jogo da S-Game está disponível para testes na gamescom latam 2026

Omelete
3 min de leitura
30.04.2026, às 15H42.

Ainda em 2024, quando testamos a primeira demonstração de Phantom Blade Zero no Summer Game Fest, os desenvolvedores deixaram claro que não tinham uma ideia exata do que seria o jogo: o combate estava definido, mas o que acontecia entre um chefão e outro ainda estava sendo pensado. Na gamescom latam 2026, quase dois anos depois, fica claro que os caminhos estão muito mais demarcados para aquele que promete ser uma das surpresas deste ano.

Phantom Blade Zero
Divulgação/S-Game

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Fica claro, também, que faz todo o sentido que o combate tenha sido a base para o game. Poucas experiências são tão fluidas e intensas quanto as lutas de Phantom Blade. Algo como um Devil May Cry com tons de artes marciais orientais, com movimentos mais suaves — mas que não perdem em agilidade.

Para atingir essa movimentação tão harmônica, entra a complexidade: os sistemas de Phantom Blade não são exatamente difíceis de se aprender, mas possuem uma boa quantidade de variáveis e também um número altíssimo de combos possíveis.

Dando o nome aos bois, o jogador pode carregar até quatro armas simultaneamente. Há as lâminas básicas, que funcionam como quase todo jogo de ação e executam os ataques leves e pesados. Os outros dois slots são para os Phantom Edges, que apresentam uma variedade um pouco maior — armas de maior alcance, lança chamas e outros objetos improváveis entram para o arsenal aqui.

Dentro desse repertório, as possibilidades são incontáveis. Trocar de arma no meio dos combos é praticamente incentivado; parries e esquivas no timing correto são essenciais para sobreviver aos ataques mais poderosos dos inimigos e ainda carregar seus especiais. É bastante coisa, mas o fluxo é intuitivo e o nível de dificuldade não é dos mais altos, dando espaço para que o jogador aprenda na prática sem precisar sofrer tanto.

A velocidade da movimentação, os chefões imponentes e a famigerada barra de estamina podem até dar a entender que Phantom Blade se aproxime de soulslikes, mas entre todos os jogos que flertam com o gênero enquantos e posicionam como um título de ação, esse mal faz acenos ao formato consagrado pela FromSoftware. Phantom Blade Zero é muito mais próximo do próprio Devil May Cry ou Bayonetta do que de Black Myth: Wukong — imagine então de um Dark Souls.

A tal barra de estamina, aqui chamada de Sha-Chi, é usada mais como um limitante para suas defesas. Apenas segurar o L1 para fechar sua guarda vai, eventualmente, exaurir o protagonista e deixá-lo aberto para ataques, o que incentiva o uso mais cauteloso de parries e esquivas. O mesmo vale para os inimigos, que ficam muito mais vulneráveis uma vez que seu Sha-Chi se esgota.

Todo esse conjunto de recursos se mistura em combates que, inegavelmente, atingem seu ápice contra chefões extremamente criativos — na demonstração, eram dois obrigatórios e um opcional. O impulso para enfrentar inimigos menores passa longe de ser o mesmo, mas é suficiente para preencher o espaço entre um pico de adrenalina e outro.

A história para amarrar tudo isso, entretanto, ainda é um pouco misteriosa. Itens colecionáveis e diálogos com NPCs parecem ser o recurso preferido pela S-Game para desenrolar o enredo. Na nossa hora de gameplay, as únicas cutscenes que apareciam eram de introdução de chefões, e mesmo eles tinham suas origens descritas de maneiras bastante discretas.

Com lançamento marcado para 8 de setembro no PlayStation 5 e PC, e já dá pra cravar que, no mínimo, Phantom Blade Zero terá um dos combates mais divertidos do ano. Como ele será amarrado em uma aventura coesa ainda é a maior questão ao respeito do game, e resta aguardar para saber se ele vai atingir o potencial esperado.

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