Em 2º preview, Marvel Tokon desponta como candidato a jogo de luta da geração
Jogamos com Magneto e Shuri, a Pantera Negra, na nova prévia do game
Créditos da imagem: Marvel Tokon: Fighting Souls (Divulgação)
Logo após os três últimos personagens do elenco de Marvel Tōkon: Fighting Souls serem anunciados na EVO 2026, fui convidado mais uma vez para testar o game nos escritórios da PlayStation. Infelizmente Deadpool, Loki e Blade não estavam disponíveis nessa versão de teste, mas pude usar esse tempo extra para ter quase certeza que esse vai ser um dos melhores jogos de luta da geração.
As novidades dessa versão, em relação a que estava disponível na gamescom latam, são a inclusão de Magneto e Shuri, a Pantera Negra. Ela vem acompanhada com o belo cenário de Wakanda, que escolhi mais de uma vez para lutar.
Testei os dois personagens mais do que os outros e posso dizer que eles são excelentes. Shuri tem um sistema baseado no escudo cinético dos filmes, que funciona muito bem quando misturado com a agilidade da personagem. Suas ferramentas para jogar a fase neutra, quando os jogadores tentam quebrar a defesa inimiga, são vastas, ainda mais podendo arremessar uma lança a distância para pegar o outro jogador no meio do pulo.
Magneto é outra história. Seu foco está em usar as habilidades magnéticas para encher a tela de detritos, podendo assim aumentar seu dano com diversos projéteis. Me diverti muito mais com ele, mesmo tendo menos opções de mobilidade, até porque Marvel Tōkon oferece muitas ferramentas para o jogador sair de apuros.
Tendo mais tempo nesse teste, entendi melhor a mecânica de contra-ataque, parry, e de como funcionam os diferentes tipos de comandos. Como disse no último preview, o game conta com controles bem simplificados, mas com muita profundidade.
Entre os ataques pesados, médios e leves, cada um dos botões frontais possui um combo automático diferente. O X é reservado para as assistências dos outros três personagens do time, enquanto o R1 e o R2 ficam com as habilidades especiais, com cada input do direcional ditando o tipo a ser usado.
O uso do D'Pad é o grande foco do jogo – tudo é feito ao escolher as direções, sem meia luas ou outros tipos de comandos clássicos aqui. A barreira para entender e se divertir com o jogo é extremamente baixa, mas as diversas opções que cada personagem traz eleva o nível que se pode chegar ao aprender o sistema.
Isso é o que me deixa extremamente empolgado para Marvel Tōkon: Fighting Souls. Ainda não temos muitas informações sobre a história, ou até mesmo sobre a qualidade do modo online. Com os betas aberto e fechado vindo agora no mês de julho, poderemos colocar o segundo ponto a prova, mas o restante das funcionalidades devem ficar para 6 de agosto, com o lançamento oficial.
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