Highguard | Diretor explica críticas no TGA e acordo com Geoff Keighley
Jason Torfin falou sobre resposta negativa dos espectadores
É inegável que Highguard, o primeiro jogo da Wildlight, tenha se colocado numa situação complicada: o game foi o último a ser mostrado durante o The Game Awards 2025, que teve trailers de Control Resonant e Divinity, mas o público torceu o nariz para mais um hero shooter. Após testar o título em Los Angeles, o Omelete conversou com desenvolvedores do jogo, que falaram sobre o processo de aparecer na premiação.
"Nós queríamos fazer um shadow drop [lançamento de surpresa], como fizemos com Apex", explicou Jason Torfin, diretor de narrativa e ex-funcionário da Respawn. "Mas então tivemos essa oportunidade incrível com Geoff Keighley: ele jogou e amou o game, e queria que nós estivéssemos lá. Era impossível recusar", contou, desmentindo que a Wildlight teria pago para ocupar aquele espaço.
Ele complementa que agora está focado em mostrar para o público do que o jogo realmente se trata, e está ansioso para ver as reações. Mohammad Alavi, chefe de design, argumentou que chamar Highguard de hero shooter é reduzir bastante o seu escopo:
"É um Raid Shooter, a gente teve que inventar esse nome. As pessoas gostam de colocar coisas em caixas simples, mas a verdade é que estamos explorando terras novas. É por isso que queríamos que as pessoas joguem, porque é a melhor forma de explicar o que é esse jogo", adicionou Alavi.
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De fato, Highguard é um game bastante inventivo e que mistura elementos já conhecidos em algo novo. O título já está disponível, gratuitamente, para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. Confira nossas primeiras impressões.