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Thor | Omelete visita o set de filmagens!

O presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, abre as portas e fala da adaptação

Steve Weintraub
29.12.2010
00h00
Atualizada em
24.11.2016
08h01
Atualizada em 24.11.2016 às 08h01

Em março, enquanto Thor ainda estava sendo filmado, antes de sabermos como seriam os figurinos e sobre o que seria a história, a Paramount nos convidou para visitar o set com alguns outros jornalistas. Acho que não é necessário dizer que aceitamos o convite na hora.

Mesmo já tendo visitado os sets de alguns outros filmes da Marvel (Homem de Ferro e Homem de Ferro 2), esta experiência foi um tanto diferente. No set de ambos os filmes do Homem de Ferro, os roteiristas tomavam muito cuidado pra não revelar muito sobre a história, e escondiam muito bem as cartas. Mas no set de Thor, Kevin Feige, o presidente do Marvel Studios, estava disposto a falar sobre tudo.

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Asgard à la Kirby

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Destruidor

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Heimdall e sua espada

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O encontro com os gigantes de gelo

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A sala do trono de Odin

Feige nos levou para um passeio pelo departamento de arte, que acabou mostrando tudo do filme dirigido por Kenneth Branagh. Enquanto andávamos, pensando como Thor poderia existir no mesmo universo que Homem de Ferro e Capitão América, saí dos estúdios com a certeza de que eles tinham descoberto como pôr todas as peças juntas.

Ainda não podemos entrar em detalhes sobre o material conceitual que estava exposto por lá, mas Feige detalha bastante coisa. Quando primeiro nos encontramos com ele, estávamos do lado de fora dos escritórios de produção de Thor e o executivo nos contou nossos planos pro dia.

Kevin Feige: Acho que o cenário que verão depois do almoço é nosso planeta de gelo. Muita tela verde, um pouco de gelo e muita gente já de figurino. Deve ter algo interessante pra vocês verem por lá. No andar de cima é nosso departamento de arte. Digam 'oi' ao nosso co-produtor, Craig Kyle. Ele será o responsável em entretê-los depois que eu for embora. Sexta que vem nós vamos ao Novo México, onde filmaremos a maioria das cenas modernas na Terra. Tudo isso aqui é Asgard, e filmamos quase tudo das cenas asgardianas. A boa notícia disso é que tudo ficou bem legal. A má notícia é que a maioria dos cenários já começaram a ser desmontados. Tem um cenário asgardiano que ainda está de pé, vamos acabar de filmar lá semana que vem, e eu acabei de passar pela sala do trono, que também já está sendo desmontada.

Sobrou alguma coisa da sala do trono?

Ah, talvez um pouco de madeira. Mas se quiser pode ir até lá dar uma olhada. O trono não está mais lá, nem os painéis. Francamente, neste filme, até mesmo uma parede, se ainda estiver de pé, é legal [risos]. Mas podemos ir lá pra cima ver o departamento de arte. A maior parte do pessoal já foi para o Novo México, já que eles estão preparando tudo por lá, então muito do que vocês vão ver lá em cima já dá um gostinho do que vai ser o filme, mas grande parte ainda é temporária e uma parte ainda está sendo desenvolvida. Muito de Asgard ainda está sendo desesnvolvido fora dos cenários, mas dá pra ter uma ideia do que estamos fazendo. O legal de Thor e o que assusta é que dá pra seguir milhões de direções diferentes nos quadrinhos, não só nos figurinos. Só o Homem de Ferro tem 27 armaduras diferentes. E você poderia começar uma discussão com alguém sobre qual é a verdadeira. O figurino de Thor é bem específico. Você verá as influências que seguimos, algumas recentes, outras do passado. Mas Asgard mesmo, e a estética geral do filme todo, poderiam ter sido qualquer outra coisa. Poderia ter sido O Senhor dos Anéis, poderia ter sido várias outras coisas. Escolhemos especificamente um visual [Jack] Kirby com [Walt] Simonson pra este filme.

Quanto do filme será na Terra e quanto será em Asgard? Novo México será mesmo o Estado do Novo México ou é outra locação?

O roteiro é 50/50... Talvez 60% em Asgard e 40% na Terra. Quando eu digo Asgard, quero dizer outros reinos. Pode acabar sendo meio a meio, favorecendo Asgard no corte. Se é Novo México? Sim. Praia de Manhattan para Asgard e Novo México pra Novo México.

Então quer dizer que não vão retomar do ponto em que Supremos parou, em que existe uma Asgard recriada na Terra.

Há um pouco... Quer dizer, a resposta é 'não'. Mas certamente existem influências da obra de [J. Michael] Straczynski no decorrer do filme. Como eu disse, tem influências Kirby e [Stan] Lee em alguns visuais e nos personagens, Simonson na estética e personagens e Straczynski na inspiração de certas coisas na Terra, mas não existe Asgard flutuando acima [da superfície da Terra].

Quando voltamos a conversar, já estávamos no departamento de arte e as paredes estavam forradas de desenhos Kirby/Simonson. Foi aí que percebemos que a Marvel estava se mantendo bem fiel às HQs.

Feige: E você olha pra essa parede com HQs, essas foram as primeiras coisas que pegamos. Muitos desses esquadramentos no final dessa parede estão no filme. Aí vocês podem ver mais das inspirações clássicas que o departamento de arte juntou pra manter as coisas autênticas.

Então esses desenhos também são o design final do figurino?

Todos estes estão em vários estágios e foram ligeiramente modificados antes de ir para os atores. Mas esses são pedaços da história.

Qual a diferença entre a aparência da HQ e as lendas nórdicas?

Nós utilizamos os conceitos das HQs, que estão lá e algumas vezes não estão, de que esses são seres que vivem em outro reino, que vivem em outro planeta, que tinham um meio de viajar pra cá e já viajaram pra cá no passado. Especificamente, alguns mil anos atrás, no qual os locais os interpretaram como deuses e começaram a copiar algumas de suas roupas e o design de alguns capacetes e armas. Mas eles não tinham acesso ao material de construção que os asgardianos tinham, então eles os fizeram de madeira, chifre e pêlos. Isso não entra muito no filme, mas é grande parte da história da qual partimos. É por isso que a cama de Odin tem um tema viking. A cabeceira da cama é como os barcos viking. Mas eles não foram inspirados pelos vikings, os vikings que se inspiraram neles.

Quanto do cenário foi realmente construído?

Tudo. E, infelizmente, tudo já foi desmontado, a não ser por algumas paredes. Mas ainda existe um exemplo do que eu estava falando sobre a câmara na qual Odin dorme.

Uma pergunta sobre as HQs que vimos mais cedo. Tem muito dos quadrinhos clássicos de Thor lá, mas ele definitvamente tem um jeito de Supremos. Alguma coisa de Supremos foi literalmente aproveitada?

Não foram exatamente aproveitadas, mas nós certamente pegamos e olhamos todas as amostras. Francamente, o figurino do Thor que vocês vêem é mais próximo das HQs de Straczynski do que de Supremos.

Então quer dizer que nenhum dos desenhistas ou roteiristas são consultores ativos neste caso?

Nós queríamos falar com [Olivier] Coipel mas ele é muito ocupado. Walt [Simonson] e Joe [Michael Straczynski] foram [consultores], e Stan também. Do mesmo modo que sempre fazemos.

Stan Lee vai aparecer no filme?

Gravou ontem. Sim, temos algumas aparições que serão bem legais.

Se Stan estava filmando ontem quer dizer que a aparição dele é em Asgard?

Não vou dizer [risos].

Se vocês vierem pra cá, podem notar que existe uma ponte com um tema arco-íris. Tem bifröst nela e eles a usam pra viajar no tempo. Nas HQs, é literalmente arco-íris. Sai de Asgard e vem até a Terra. Não vamos necessariamente fazer isso. E não vamos ter as linhas grossas e sólidas de cor. Vamos apresentar como um tipo de energia, quase como uma ponte de quartzo sólida que, quando bate a luz e alguma energia passa por ela, tem uma cara de arco-íris. Mas no filme, no final da ponte, você chega no observatório Heimdall. E se você vê nas HQs, eles começam a se referir ao local que Heimdall fica como observatório Heimdall. Ele o guarda, você vai lá dentro, ele vai ao meio e usa sua espada pra controlá-lo, aí a coisa começa a girar e vai lançá-lo pelo espaço e tempo pra levá-lo onde pretende ir. É como um buraco negro, um tipo de portal que viaja. E se você está no planeta para o qual eles estão indo, um funil e um portal abrem acima e eles desceriam, assim como eles fazem várias vezes em vários planetas diferentes.

Isto tem um número de elementos que provavelmente são mais difíceis de pôr na tela pra combinar com outras coisas da Marvel. Quanta consideração existe na hora de lidar e juntar todos esses universos?

Essas considerações que você menciona nos guiaram ao filme que estamos fazendo. A teoria e a ciência por trás disso tudo. Foi Arthur C. Clarke ou Asimov que disse: 'Tecnologia significantemente avançada é indistinguivel de mágica'. Usamos muito e continuamos usando essa frase com tudo isso. Coisas que parecem mágica pra nós, mas não é mágica pra eles. É daí que viemos e é aí que esses mundos eventualmente se encontram, será tudo bem científico. Não uma ciência chata, eu espero, mas uma ciência legal.

Então Feige traz um modelo do Destruidor.

Feige: Esta é uma maquete do Destruidor de 2,7 metros que aparece no desenvolver do filme.

Você pode nos dizer quem estará dentro da fantasia? Ou são vários dublês diferentes?

A fantasia é a personagem. A armadura e a energia dela é que são a personagem.

E ele fala?

Não vou dizer [risos]. Mas se você conhece o Destruidor das HQs não estamos muito distante daquilo, como você pode ver.

Feige nos leva a outro cômodo cheio de desenhos e imagens das cenas da Terra.

Feige: Versões mais antigas das... Os gigantes de gelo têm uma grande participação no filme. O que vocês vão ver hoje são diferentes versões dos gigantes de gelo. Alguns estarão no filme, alguns serão digitalmente inseridos. Então esses são moldes mais antigos. Nós queríamos ter versões reais dos gigantes de gelo pra que os atores pudessem interagir, temos um ótimo ator chamado Colm Meaney que interpreta um deles. Eu acho que queriamos que muitos dos gestos e o rosto fossem dele. Muito deles serão inseridos e melhorados daquilo que vocês estão vendo hoje.

Este personagem tem um nome específico ou é conhecido apenas como um gigante de gelo?

Ele tem um nome. Eu não vou te contar qual é, mas ele tem nome.

Então Feige nos levou ao que era o quarto de Odin, onde era o cofre de Odin. Infelizmente, quando chegamos lá, a grande maioria do cenário já havia sido desmontado, mas pudemos ver a grandiosidade do quarto. Feige também nos passou informações sobre o futuro dos filmes Marvel, quando disse que o cofre de Odin tinha "alguns objetos que foram mantidas aqui, que nos levaram à história do filme e até de outros filmes da Marvel". E ele passou a falar sobre como o quarto tem pedaços cósmicos.

Feige: O estúdio de som é geralmente a estrutura mais importante do set. O que tem agora é bem menos do que tinha antes, mas isso costumava ocupar todo o espaço... Todo o espaço até o teto. Isto era um enorme corredor que se estendia a três grandes escadarias e gigantescas portas douradas, que eram o cofre de Odin, onde as mais perigosas relíquias dos nove reinos são mantidas. Quase todas elas foram inspiradas nas HQs, enquanto outras foram inspiradas na mitologia. Então haverá coisas acontecendo como pano de fundo que, se vocês tentarem reconhecer em contos antigos das histórias de Asgard, conseguirão.

Você disse que ciência será basicamente confundida com mágica e você está animado pra começar com Dr. Strange. Esse é seu jeito de introduzir a audiência nesse outro tipo de reino, além das coisas de super-herói?

Sim. Com certeza. Quero dizer, todos os nossos personagens são ricos o suficiente para poder ter seu próprio filme. Ao invés de juntar todos logo no início, nós queremos introduzí-los num filme e dentro de cada um eles abrirão seus próprios caminhos. Homem de Ferro é todo sobre tecnologia. O Hulk começa a introduzir a ideia de reforço biológico que claramente se destaca. Este explora o cósmico e outros mundos. Dr Strange vai eventualmente introduzir o sobrenatural.

Na última locação do tour, Feige nos levou ao observatório Heimdall. Ao contrário dos cenários anteriores, este ainda estava de pé, e era lindo. As paredes douradas pareciam o interior de um alto falante (quando você vir o filme vai entender). E enquanto alguns cenários pareciam baratos, este dava a impressão de que a Marvel tinha gastado uma fortuna pra construí-lo. Enquanto admirávamos o cenário, Feige veio falar conosco.

Feige: Este é o observatório Heimdall. Isso [aponta pra uma das entradas do quarto] foi estendido para Asgard e [aponta pra a outra entrada ou saída] aqui é só espaço profundo. Isto, no centro, é onde Heimdall fica pra controlá-lo. Tudo começa a girar do lado de fora, e nossos personagens são lançados através do universo. Esta é uma das maiores realizações do [desenhista de produção] Bo Welch, onde estamos agora, e este é um dos menores sets, na verdade. Houve quase um ano de preparação pra este filme - lembrem-se que atrasamos a data de lançamento por vários motivos, como o filme do Homem Aranha - mas estamos felizes que o fizemos, pois nos deixou tempo pra fazer coisas desse tipo e realmente continuar com o processo de design e preparação por quase um ano completo, mais do que jamais tivemos. Se algum filme pode ter isso, é Thor, porque ainda estamos descobrindo o mundo e definindo figurinos. Não se trata de construir apenas uma Bat-caverna ou uma Mansão X, é de meia-dúzia a 12 reinos e cenários asgardianos de que estamos falando. Essa é parte da cruzada, que será quase toda em efeitos especiais. Depois que filmarmos essa próxima semana, isto é desmontado, nós colocamos a ponte e fazemos outra cena de luta. Aquilo [aponta pra um gigante de gelo] estará lá no final.

Produtor Craig Kyle: Assim que você entra no observatório, você basicamente diz Heimdall aonde quer ir. A espada que Heimdall usa não é só pra defender Asgard, mas é também a chave pra esse mecanismo. É por isso que é um sistema de rodas e engrenagens. É uma máquina. A tecnologia deles é tão sofisticada quanto precisa ser para fazer coisas extraordinárias. Uma vez que você diz pra onde quer ir, o lado de fora do prédio começa a girar, enquanto o interior está normal e a ponte de arco-íris pulsa energia pra dentro do local. Então este grande campanário que preenche o topo começa a descer e aponta na direção de destino do mundo que você escolheu ir. Você se aproxima da borda e BOOM! Você é atirado através do universo.

Feige: Thor é bem diferente quando comparado ao Homem de Ferro, que é quase como os gigantes de gelo, são caras andando em figurinos que quase não servem neles. Com Thor, bem, Thor é o Thor quando você fica de frente pra ele. Tem sido divertido pra nós porque não temos que esperar para pôr tudo junto [na hora de montar o uniforme]. Thor é durão. Quando você está por perto do Capitão América ou do Homem de Ferro, é fácil de entender. Com Thor, aquilo que você vê é apenas 30% do que o filme vai ser. Este é o grande ponto de interrogação pra mim e o que me deixa mais animado. Eu gosto quando as pessoas não têm certeza daquilo que você vai fazer. Eu gostei quando as pessoas disseram: 'Homem de Ferro é do time B. Você está convocando o time B!'. Nós sabíamos que não era. Nós sabíamos que seria ótimo. E isso se prova verdade pra Thor. Ser capaz de estar em sets como este, tendo feito outros 18 filmes da Marvel, chegou um ponto onde este é outro filme que vai nos redefinir e nos deixar elevar o quesito do que é um filme de HQ, pra ambas as pessoas que já leram e também aqueles que não leram.

Obviamente todos esses recursos estão indo em direção ao 3D. Como a Marvel vê o 3D? Vocês estão pensando em usar câmeras 3D? [Meses depois, foi confirmado que Thor será lançado em 3D convertido]

Nós pensamos em tudo isso. Fizemos alguns testes e estamos considerando. Não tem como não considerar ultimamente. Não necessariamente decidimos nada, mas estamos observando e fazendo testes e tudo mais. A tecnologia da câmera continua mudando e as conversões continuam mudando. É tudo pesquisa e desenvolvimento pra nós. Estamos observando e vendo o que outras pessoas estão fazendo e vendo o que funciona pra eles.

Você tem gostado das coisas que têm sido feitas de conversão ou das coisas realmente feitas em 3D?

Não vou dizer que ando estudando essas coisas. Existem conversões que não funcionam mesmo e tem aquelas outras que nem parecem conversões. Tem sequências e cenas em filmes que foram filmadas em 3D e foram convertidas quando as câmeras não funcionaram e tiveram que ser filmadas em 2D e depois mandadas pra empresas pra serem convertidas e não dá pra diferenciar. Eu não consigo diferenciar som 7.1 surround e 8.1 surround. Li uma entrevista com o diretor Pete Docter, de Up. Ele falava sobre como ele não desenvolveu as cenas pra 3D, ele as desenvolveu pra contar a história e depois usou o 3D pra entrelaçar certas sequências e cenas.

É possível acontecer algo como Pixar/Marvel agora que a Marvel é parte do grupo Disney?

Quem sabe. Certamente há muitos novos caminhos pra nós. A Pixar tem se saído muito bem com seus trabalhos originais. Quem sabe. Ainda existem oportunidades pra vir. Nosso foco e meu foco é, sem sombra de dúvidas, isto - o caminho até Vingadores e o lançamento e a manutenção das três novas franquias. Agora nós escolhemos o segundo projeto de 2012 e o projeto de 2013. Todos live-action. Provavelmente alguns são sequências, alguns são personagens novas. Como eu tenho falado por quase uma década no tempo em que estive na Marvel, é tudo sobre expansão e definição do que um filme de HQ pode ser.

Poderia uma companhia tão grande quanto a Disney ajudar na briga de tirar alguns personagens de outros estúdios e de volta pra Disney/Marvel?

Não sei. A Marvel tinha muitos advogados antes da Disney e agora temos mais, mas os contratos são bem claros quando se fala disso. Eu acho que o que devemos fazer é auxiliar nossos outros estúdios parceiros em fazer os melhores filmes que puderem com as propriedades que têm.

E quanto aos crossover entre as outras franquias com o Marvel Studios?

Não estamos planejando isso agora, mas nunca diga nunca. A verdade é que temos tantas coisas acontecendo, temos tantos personagens novos que não estamos sentindo falta de nada. Então, no futuro, se quisermos expandir em outras franquias, estamos abertos a fazê-lo mais pra frente, mas isso não é parte dos planos agora.

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