10 Melhores Filmes pra ver no Prime Video agora (novembro 2026)
Não sabe o que assistir no streaming? O Omelete te ajuda
Créditos da imagem: 10 Melhores Filmes Para Ver no Prime Video Agora (Reprodução/Omelete)
Com um vasto catálogo que reúne filmes de diversos estúdios, além de produções originais, o Prime Video nem sempre deixa claro para seu assinante quantos ótimos filme estão presentes no serviço devido à interface meio bagunçada. Pensando nisso, o Omelete entrou em ação e preparou essa lista para você.
Quer você queira encontrar algo que vai com seu gosto, ou esteja pronto para sair da zona de conforto, com certeza a lista abaixo tem algo para você. Composta de 10 ótimos filmes, disponíveis agora mesmo no Prime Video, ela tem clássicos, lançamentos recentes, animações e grandes blockbusters. Há algo para todo mundo por aqui - mesmo.
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Lista atualizada em 4 de novembro.
Devoradores de Estrelas
O filme de Phil Lord e Christopher Miller já começa com o jovem cientista despertando no espaço, sem saber onde está ou o que fazer. Suas memórias se organizam com o tempo e, conforme elas surgem na mente de Grace, o espectador também é convidado a conhecer os passos que o levaram para dentro daquela nave. Esse clima de suspense é misturado de forma perspicaz ao bom-humor do roteiro que Drew Goddard (Perdido em Marte, Cloverfield) escreveu com base no livro homônimo de Andy Weir – e à excelente trilha sonora de Daniel Pemberton.
Shrek 2
Aqui selecionei o segundo filme, porque - apesar de o primeiro Shrek ser um clássico que quebrou barreiras para animação hollywoodiana - é quase unanimidade que ele seja o melhor da franquia. Shrek 2 aumenta o tom e a frequência das piadas, seja ao zoar mais personagens de contos de fadas ou ao apostar em bobagens antológicas (da cena de acusação na mesa de jantar ao número musical da Fada Madrinha, não faltam momentos inesquecíveis), e ainda dá profundidade insuspeita aos personagens de uma saga que nasceu como pura sátira. Se Shrek 5 existe, a culpa é desse capítulo aqui.
Wicked - Parte II
Fenômeno de bilheteria, o musical dirigido por Jon M. Chu apresenta uma história alternativa emocionante de O Mágico de Oz, seguindo a amizade entre duas feiticeiras (Cynthia Erivo e Ariana Grande) que se tornariam rivais amargas no futuro. Os valores de produção são luxuosos - não à toa, o primeiro filme levou Melhor Design de Produção e Melhor Figurino no Oscar -, as músicas são excelentes, e a dupla de protagonistas segura o drama e a comédia na ponta dos dedos.
Chefes de Estado
A verdade fílmica de Chefes de Estado é bem mais simples: o diretor russo Ilya Naishuller (Hardcore: Missão Extrema, Anônimo) aborda a trama da vez com muito mais energia criativa do que Patricia Riggen trouxe para G20. A saber, aqui acompanhamos o presidente dos EUA (John Cena) e o primeiro-ministro britânico (Idris Elba), inicialmente desafetos, que precisam se unir para sobreviver após o Força Aérea Um ser derrubado por um ataque terrorista de motivação incerta, bem às portas de uma reunião importante de OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Apesar da proximidade deste evento de cooperação internacional, portanto, Chefes de Estado é um filme expansivo, que acompanha os protagonistas enquanto pulam de país a país no Leste Europeu, tentando chegar à reunião da OTAN na Itália.
Frutas Proibidas
As referências óbvias aqui são filmes como Jovens Bruxas (1996), Meninas Malvadas (2004) e Garota Infernal (2009), que tipificaram muito desse universo (pós-)adolescente feminino no cinema das últimas décadas, seja visualmente ou em termos de estrutura de trama. A associação da feminilidade com a bruxaria, as conexões de amizade ambíguas entre as personagens, as relações atravessadas pela disputa por atenção masculina, o sangue e a água como conduítes de passagem em suas conotações essencialmente femininas; e por aí vai. Por outro lado, há também a tentativa de fugir desse padrão tóxico de sororidade, tantas vezes predicado por uma renúncia injusta das relações amorosas.
Vingança
Boa pedida para os fãs hardcore de A Substância, outro grande título do último Oscar - isso porque Vingança divide com o longa estrelado por Demi Moore o nome da diretora francesa Coralie Fargeat, que introduziu aqui muito da estilização exagerada e da aproximação do body horror que definiu seu filme seguinte. Quando a amante de um ricaço sofre abuso de um de seus parceiros de crime, ela é deixada como morta por eles no deserto… mas consegue se recuperar, é claro, e parte atrás da vingança brutal que está no título do filme. Intenso, pop e catártico.
Parasita
A obra-prima de Bong Joon-ho, que rendeu o primeiríssimo Oscar de Melhor Filme para um longa não falado em inglês, é também uma das sátiras sociais mais afiadas da última década. Dinâmico, cheio de suspense e ricamente costurado em suas emoções de ressentimento de classe, mas também visualmente imaginado e encenado com precisão clínica, Parasita representa uma junção ideal de cinemas: o da consciência social e o da excelência técnica. Não foi à toa que a Academia se sentiu na obrigação moral de premiá-lo - como poucos filmes dos últimos anos, Parasita é simplesmente inegável.
Animais Perigosos
Ao invés de uma piscadela pós-moderna para o público do trash, ele faz de Animais Perigosos um terror B sujo, maldoso e sem pedir desculpas por isso.
Ademais, o filme ainda é penetrante na inflexibilidade que emprega em seu retrato de personagem. Na pele do tal “serial killer dos tubarões”, o subestimado ator australiano Jai Courtney - mais conhecido do público hollywoodiano como o Capitão Bumerangue de Esquadrão Suicida (2016) - segue a deixa do texto e se entrega a um personagem abertamente desagradável. O seu assassino é um homem sem mistério, sem sofisticação, sem um trauma intrincado que o torne atraente como criação ficcional.
Velhos Bandidos
Divertida comédia brasileira com um dos elencos mais insanos dos últimos anos: Fernanda Montenegro (sendo dirigida pelo filho, Claudio Torres), Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos! A trama mostra um casal de aposentados (Montenegro e Fontoura) que viram alvo de assaltantes mais jovens (Marquezine e Brichta), mas acabam recrutando-os para realizar um golpe ao seu lado. Ramos vive o detetive que persegue os protagonistas.
Mestres do Universo
Dirigido por Travis Knight, CEO da Laika e diretor da ótima animação Kubo e as Cordas Mágicas e de Bumblebee, o filme entende perfeitamente o material que tem em mãos e sabe quando celebrar sua mitologia e quando brincar com ela.
Aliás, as piadas com o universo do desenho e dos bonequinhos da Mattel se amontoam na tela, tal qual o número de corpos de soldados do Rei Randor e também do Esqueleto. Afinal, as lutas são tão importantes para este longa-metragem quanto o humor.
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