10 Melhores Filmes pra ver no Prime Video agora (Maio 2026)
Não sabe o que assistir no streaming? O Omelete te ajuda
Créditos da imagem: 10 Melhores Filmes Para Ver no Prime Video Agora (Reprodução/Omelete)
Com um vasto catálogo que reúne filmes de diversos estúdios, além de produções originais, o Prime Video nem sempre deixa claro para seu assinante quantos ótimos filme estão presentes no serviço devido à interface meio bagunçada. Pensando nisso, o Omelete entrou em ação e preparou essa lista para você.
Quer você queira encontrar algo que vai com seu gosto, ou esteja pronto para sair da zona de conforto, com certeza a lista abaixo tem algo para você. Composta de 10 ótimos filmes, disponíveis agora mesmo no Prime Video, ela tem clássicos, lançamentos recentes, animações e grandes blockbusters. Há algo para todo mundo por aqui - mesmo.
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Lista atualizada em 4 de maio.
Cuckoo
Isso porque, na raiz de sua concepção, Cuckoo é uma história de revolta contra o vício humano de querer controlar a natureza, mesmo enquanto se coloca como aliado dela. Os vilões da trama urdida por Singer são homens que, por baixo da lenga-lenga sobre integração ao mundo natural, até preservação dele, escondem uma necessidade compulsiva de se firmarem como seus donos - imperadores benévolos que, apesar de todas as boas intenções, nunca abdicam ao seu trono no topo da cadeia alimentar de um território que eles veem como ilimitado. Predadores disfarçados de visionários, líderes de culto vestidos em simulacros de humildade… enfim, lobos em pele de cordeiro, se você preferir a expressão popular. Nada mais anos 1970 do que isso.
Shrek 2
Aqui selecionei o segundo filme, porque - apesar de o primeiro Shrek ser um clássico que quebrou barreiras para animação hollywoodiana - é quase unanimidade que ele seja o melhor da franquia. Shrek 2 aumenta o tom e a frequência das piadas, seja ao zoar mais personagens de contos de fadas ou ao apostar em bobagens antológicas (da cena de acusação na mesa de jantar ao número musical da Fada Madrinha, não faltam momentos inesquecíveis), e ainda dá profundidade insuspeita aos personagens de uma saga que nasceu como pura sátira. Se Shrek 5 existe, a culpa é desse capítulo aqui.
Wicked
Fenômeno de bilheteria no final do ano passado e indicado a nada menos que 10 estatuetas do Oscar 2025, o musical dirigido por Jon M. Chu apresenta uma história alternativa emocionante de O Mágico de Oz, seguindo a amizade entre duas feiticeiras (Cynthia Erivo e Ariana Grande) que se tornariam rivais amargas no futuro. Os valores de produção são luxuosos - não à toa, o filme levou Melhor Design de Produção e Melhor Figurino no Oscar -, as músicas são excelentes, e a dupla de protagonistas segura o drama e a comédia na ponta dos dedos.
Chefes de Estado
A verdade fílmica de Chefes de Estado é bem mais simples: o diretor russo Ilya Naishuller (Hardcore: Missão Extrema, Anônimo) aborda a trama da vez com muito mais energia criativa do que Patricia Riggen trouxe para G20. A saber, aqui acompanhamos o presidente dos EUA (John Cena) e o primeiro-ministro britânico (Idris Elba), inicialmente desafetos, que precisam se unir para sobreviver após o Força Aérea Um ser derrubado por um ataque terrorista de motivação incerta, bem às portas de uma reunião importante de OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Apesar da proximidade deste evento de cooperação internacional, portanto, Chefes de Estado é um filme expansivo, que acompanha os protagonistas enquanto pulam de país a país no Leste Europeu, tentando chegar à reunião da OTAN na Itália.
O Bom Bandido
Materialismo, excepcionalismo, necessidade desesperada de pertencimento: os calcanhares de Aquiles do protagonista de O Bom Bandido, Jeffrey Manchester (Channing Tatum), são os mesmos do projeto de país dos EUA. Cianfrance e Gunn exploram todas essas rachaduras sem receio de assustar o espectador, mas também sem soberba – seu indiciamento do sonho americano não preclude uma desumanização dos personagens, nem um cinismo pervasivo sobre eles.
Vingança
Boa pedida para os fãs hardcore de A Substância, outro grande título do último Oscar - isso porque Vingança divide com o longa estrelado por Demi Moore o nome da diretora francesa Coralie Fargeat, que introduziu aqui muito da estilização exagerada e da aproximação do body horror que definiu seu filme seguinte. Quando a amante de um ricaço sofre abuso de um de seus parceiros de crime, ela é deixada como morta por eles no deserto… mas consegue se recuperar, é claro, e parte atrás da vingança brutal que está no título do filme. Intenso, pop e catártico.
Presença
Talvez aí que Presença se consolide como a colaboração mais frutífera entre David Koepp e Steven Soderbergh até agora. Este é, afinal, um filme genuinamente co-autorado entre eles - dois artistas eloquentes e destemidos trabalhando juntos no mesmo sentido expressivo, com a mesma preocupação sobre os efeitos do não dito, do não visto, em vidas que podem ser desarranjadas com facilidade impressionante. Que o filme consiga passar essa mesma apreensão para o público é testamento de sua potência como cinema.
Babygirl
Os personagens de Babygirl são obcecados por mandar uns aos outros sentar - e, veja bem, eu não estou nem tentando fazer uma piadinha de duplo sentido aqui. Durante as pouco menos de duas horas do filme de Halina Reijn (Morte. Morte. Morte.), perdi as contas de quantas vezes um ou outro ator tentou se levantar de um sofá ou de uma cadeira, só para ser impedido - sempre verbalmente, nunca fisicamente - por um de seus companheiros de cena. Dentro do roteiro assinado por Reijn, é interessante observar como o poder de impedir que os outros fujam de um confronto, ou talvez do desconforto de uma situação, muda de mãos o tempo todo, em uma troca que se estende muito além dos joguinhos sexuais entre Romy (Nicole Kidman) e Samuel (Harris Dickinson).
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
O capítulo final da saga O Senhor dos Anéis ainda é um dos recordistas do Oscar, levando 11 estatuetas para casa - e pudera: nas mãos de Peter Jackson, essa é uma das conclusões mais bem executadas da história do cinema, um feito ainda mais impressionante por conta da escala monumental da história que ela representa. Cheio de momentos emocionais potentes, cenas de batalha minuciosamente realizadas, cenários deslumbrantes e atuações intensas, O Retorno do Rei é cinema maximalista como nenhum outro já foi e, muito provavelmente, nenhum outro jamais vai ser.
Hedda
O papel de Hedda Gabler, eternizado na peça homônima do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, está imediatamente em casa nas mãos de Tessa Thompson. Especialmente, é preciso dizer, esta versão de Hedda Gabler. Uma espécie de meio termo entre o texto clássico e algo como Bridgerton, a adaptação de Nia DaCosta existe num equilíbrio quase impossível entre a linguagem formal e rebuscada dos dramas de época e a energia afiada e psicossexual de histórias mais contemporâneas sobre relacionamentos complexos e intrigas interpessoais.
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