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Pânico | Skeet Ulrich lamenta polêmica que encerrou nova trilogia

Ator diz que sem Melissa Barrera e Sam Loomis não existe Billy Loomis e que o arco de três filmes planejado não será concluído após a demissão da atriz pela Spyglass

Omelete
2 min de leitura
06.10.2026, às 20H37.
Pânico | Skeet Ulrich lamenta polêmica que encerrou nova trilogia

Créditos da imagem: Paramount

Em entrevista à Us Weekly, Skeet Ulrich afirmou que não vai conseguir completar o arco de três filmes que havia sido planejado para ele na franquia Pânico por causa da demissão de Melissa Barrera. O ator, que interpretou Billy Loomis no clássico de 1996 como um dos dois Ghostfaces, retornou nos quinto e sexto filmes como uma alucinação na cabeça de Sam, filha do personagem e protagonista vivida por Barrera.

"Sem Melissa Barrera e Sam Loomis, não existe Billy Loomis. Ele estava na cabeça dela. Eles tiveram a chance e não conseguiram completar o arco de três filmes que me falaram", disse Ulrich.

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A atriz foi demitida da produção pela Spyglass Media Group após publicar declarações pró-Palestina nas redes sociais e criticar as ações de Israel na guerra contra o Hamas. Por isso, nem Barrera nem Ulrich apareceram em Pânico 7, lançado neste ano.

Os comentários de Ulrich vêm depois de seu amigo e colega de franquia Matthew Lillard revelar que se arrependeu de ter aceitado reprisar o papel de Stu Macher em Pânico 7. "É uma merda e é muito difícil, e ela está do lado certo da história", disse Lillard sobre Barrera. "Voltei para fazer Pânico e fui criticado. Pensei: 'Ah, merda. Isso é brutal.' Me sinto mal, me sinto envergonhado. Naquele momento eu estava tão animado por voltar que não pensei na Melissa e na jornada dela. Não disse não. Estou envergonhado, essa é a verdade."

Na época da demissão, a Spyglass declarou "tolerância zero com antissemitismo ou incitação ao ódio em qualquer forma". Barrera respondeu condenando o antissemitismo, mas reafirmou a importância de usar sua plataforma para "trazer conscientização sobre questões que me importam".

Questionada recentemente se voltaria a Pânico, a atriz disse que não enquanto a Spyglass detiver os direitos. "Amo a franquia. Tive momentos incríveis fazendo aqueles filmes. Mas muito do ódio e da dificuldade que enfrentei nos últimos anos vem do fato de a liderança daquela empresa ter feito questão de me rotular como algo que não sou, e nunca pediram desculpas, mesmo quando fui provada certa." Ela completou: "Mesmo com um pedido de desculpas, eu não voltaria a trabalhar com eles. Se a franquia saísse dessas mãos e fosse para mãos que eu acho que honram mais o legado de Wes Craven, aí sim."

Apesar das críticas negativas, Pânico 7 se tornou a maior bilheteria da série, e Pânico 8 já está oficialmente em desenvolvimento com as roteiristas Nora e Lilla Zuckerman.

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