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Após O Agente Secreto, veja 10 filmes brasileiros que podem aparecer Oscar 2027

Cinema nacional continua em alta após indicações à maior premiação de Hollywood

Omelete
4 min de leitura
16.03.2026, às 06H00.

A vitória de O Agente Secreto na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026 coloca o cinema brasileiro ainda mais em evidência. O "bicampeonato" do Brasil, após nesse ano e em 2024, com Ainda Estou Aqui, não apenas faz a indústria como um todo olhar para a nossa produção, como o próprio audiovisual nacional parece pulsar ainda mais forte com tanto reconhecimento.

Claro, o cinema brasileiro nunca precisou da estatueta dourada para provar a sua qualidade. Mas as vitórias trazem atenção e investimento (pelo menos em teoria), e quem sai ganhando é a nossa cultura. E com o povo mal acostumado com as recentes conquistas, a ansiedade para saber qual será o representante do Brasil no Oscar 2027 já começa a aparecer.

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Algumas apostas que seriam mais certeiras não estarão "disponíveis" para representar o Brasil novamente na maior premiação de Hollywood. É o exemplo de Karim Aïnouz, de A Vida Invisível, está com a produção norte-americana Here Comes the Flood, que tem no elenco nomes como Daisy Edgar-Jones, Denzel Washington e Robert Pattinson. Mas há outros grandes cineastas com projetos previstos para chegar aos cinemas ainda este ano e que poderiam sair na frente na disputa para representar o país na seleção do Oscar 2027.

Confira abaixo alguns dos filmes que podem ser o destaque do cinema brasileiro em 2026:

 

Feito Pipa

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Exibido no Festival de Berlim deste ano, Feito Pipa foi rodado em Quixadá e cidades vizinhas do interior do Ceará. O filme se passa às margens da barragem de Araújo Lima, onde após anos de seca revela uma antiga cidade submersa em ruínas. A obra constrói uma narrativa sensível sobre amadurecimento, memória, afeto e amor.

O elenco é encabeçado por Lázaro Ramos e conta com Yuri Gomes, Teca Pereira, Carlos Francisco e Georgina Castro. A direção é de Allan Deberton, com roteiro de André Araújo.

A Fabulosa Máquina do Tempo

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A Fabulosa Máquina do Tempo esteve entre os 16 filmes indicados ao prêmio de Melhor Documentário no Festival de Berlim. Dirigido por Eliza Capai, o longa foi gravado no Piauí e acompanha um grupo de meninas que aborda, por meio de um universo fantástico, temas como identidade, gênero e desigualdade. A narrativa equilibra o passado difícil vivido pelas mães das protagonistas com os sonhos em uma sociedade ainda marcada pelo machismo.

Vicentina Pede Desculpas

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Do premiado Gabriel Martins (Marte Um, foto acima), traz Rejane Faria na pele de uma mulher idosa cujo filho, um motorista de ônibus, supostamente comete suicídio, atirando-se com o veículo de um viaduto e levando consigo dezenas de passageiros.

Devastada pela tragédia tanto individual como coletiva, Vicentina decide procurar as famílias de cada uma das vítimas para lhes pedir perdão em nome do herdeiro, dando início a uma jornada transformadora e também redentora.

100 Dias

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Reconhecido internacionalmente, o cineasta e animador brasileiro Carlos Saldanha assina esta cinebiografia do navegador Amyr Klink, inspirada em seu diário de bordo Cem Dias Entre o Céu e o Mar.

Filipe Bragança (Justiça 2) vive personagem central, dividindo créditos de elenco com atores como João Vítor SilvaFelipe Camargo, Gero CamiloMartha Nowill e a francesa Philippine Leroy-Beaulieu (Emily em Paris).

Velhos Bandidos

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Velhos Bandidos traz Fernanda Montenegro e Ary Fontoura na pele de dois aposentados que planejam executar um grandioso assalto a banco – mas, para que o plano saia à perfeição, são obrigados a se aliar aos jovens ladrões vividos por Bruna Marquezine e Vladimir Brichta.

Complicando ainda mais esse quadro, o investigador Oswaldo (Lázaro Ramos) surge para rondar e ameaçar os planos do quarteto.

Escola Sem Muros

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O premiado Cao Hamburger (O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias) dirige esta cinebiografia do político paulista Braz Nogueira (1928-2018), protagonizada por Júlio Andrade (1 Contra Todos).

O longa mostra como Braz, com a ajuda dos líderes comunitários vividos por Flávio Bauraqui e Larissa Bocchino, consegue transformar uma escola dominada pela violência urbana em um polo de lazer e cultura que se torna referência para a população local.

Geni e o Zepelim

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Inspirado na canção homônima de Chico Buarque, o filme de Anna Muylaert (Que Horas Ela Volta?) conta a história de uma prostituta ribeirinha (Ayla Gabriela) que é discriminada pela população da região onde vive.

Ela ganha, entretanto, a chance de se vingar de seus algozes (ou de redimi-los) quando o militar interpretado por Seu Jorge chega ameaçando destruir toda a cidade – a menos que Geni aceite passar uma noite com ele.

Corrida dos Bichos

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O longa inédito do Prime Video marca a volta de Fernando Meirelles ao cinema brasileiro, encerrando um longo hiato após o sucesso internacional de Cidade de Deus (2002).

O enredo se passa em um futuro distópico, em que o protagonista, Mano (Matheus Abreu), vê-se obrigado a participar de uma competição mortal inspirada no jogo do bicho, a fim de salvar a vida de sua irmã.

Rodrigo SantoroBruno Gagliasso, Isis Valverde, Grazi MassaferaJoão Guilherme, Silvero Pereira e Seu Jorge também estrelam.

Pequenas Criaturas

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Vencedor do Festival do Rio 2025, o filme de Anne Pinheiro Guimarães acompanha Helena (Carolina Dieckmann), uma mãe às voltas com o cuidado dos dois filhos – o adolescente André (Theo Medon) e o menino Dudu (Lorenzo Mello) – na Brasília recém-democratizada de 1986.

As coisas se complicam especialmente depois que o pai das crianças desaparece durante uma viagem de negócio, colocando a mãe e as crianças dentro de uma indesejada, mas necessária jornada de reconexão e amadurecimento.

O Homem de Ouro

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Renato Góes (Vale Tudo) encarna a história real de Mariel Mariscot, ex-policial violento e criminoso que liderou, nas décadas de 60 e 70, o grupo de extermínio Scuderie Le Cocq, considerado um dos principais esquadrões da morte da Ditadura Militar brasileira.

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