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Entrevista

Omelete Entrevista: Christopher Mintz-Plasse, o Red Mist de Kick-Ass: Quebrando Tudo

Uma conversa com o eterno McLovin

Érico Borgo
15.06.2010
22h18
Atualizada em
10.11.2016
23h03
Atualizada em 10.11.2016 às 23h03

O Omelete conversou com Christopher Mintz-Plasse, o Red Mist de Kick-Ass: Quebrando Tudo em Londres, para a junket do longa-metragem. O eterno McLovin (Superbad - É Hoje), usando tênis Vans inspirados no filme, foi extremamente divertido e falou sobre o papel que o tornou famoso, como foi trabalhar em Kick-Ass e como foi dirigir o supercarro - com câmbio manual, um pesadelo para quem aprendeu a dirigir nos EUA! - de Red Mist. Confira!

Como você veio para este projeto, eles já tinham você em mente?

Kick-Ass

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Christopher Mintz-Plasse: Você precisa perguntar para Matthew [Vaughn, diretor] e para Jane [Goldman, roteirista], eu não faço ideia. Na verdade, primeiro eu fiz o teste para interpretar o Kick-Ass, antes de fazer o teste para fazer o Red Mist. Mas acho que ele [Vaughn] queria que eu tivesse esse papel.

Você já tinha pensado alguma vez em fazer um filme de super-herói?

Não! Nunca! Eu não sou muito o tipo dos super-heróis, não tenho o físico certo para isso. Acho que esse é o melhor filme de super-herói que eu poderia fazer, porque sou um garoto normal que tenta ser um super-herói, então me encaixo nesse papel.

No quadrinho seu personagem é definitivamente um vilão, ele não tem a ambição de ser um super-herói. Você poderia falar das diferenças que existem no seu personagem na HQ e no filme?

É basicamente a mesma coisa. No filme o pai dele é o vilão principal e ele é meio malvado porque ele quer entrar para o negócio da família. Então ele cria o Red Mist para pegar o Kick-Ass para o pai dele, mas acaba ficando amigo do Kick-Ass. Então ele fica dividido entre ajudar o pai ou Kick-Ass e... Bom, se você já viu o filme, sabe o que acontece. Não quero estragar a surpresa para as pessoas que vão ler a entrevista.

Você está feliz com seu personagem?

Sim! Eu nunca tinha interpretado o vilão do filme antes. E a parte legal é que ele não é muito malvado. Ele é meio do mal, mas meio do bem também. E no fim, se houver uma continuação, que eu espero que aconteça, eu poderia interpretar um vilão muito, muito do mal.

Você é um super-herói meio do rock, com aquele cabelo.

É, aquele visual meio David Bowie, anos 80 misturado com Russel Brand... O que é legal. Isso foi ideia da Fae, que faz o cabelo e maquiagem.

Aquilo era seu cabelo?

Não, era uma peruca, meu cabelo não é comprido o suficiente.

Esse filme é diferente dos outros filmes que vemos nos cinemas, vocês oferecem coisas novas para a plateia.

É bem diferente porque você nunca viu esse tom tão realista - com exceção da Hit-Girl. Aquilo não é realista de maneira alguma, nunca uma garota de 11 anos vai sair matando pessoas. É realista no sentido de que existem garotos no mundo que querem ser super-heróis. E esse filme mostra o que aconteceria se um adolescente comum realmente resolvesse se fantasiar e tentar ser um super-herói. E ele leva muitas surras nesse filme. Eu realmente acho que a violência, o sangue, o humor, esse lado gore, é muito original, porque você nunca assiste um filme muito violento e consegue rir com ele. Aqui você dá risada durante as cenas violentas, ao invés de se contorcer na cadeira, desviar o olhar e achar que é horrível. Você meio que aproveita e fica torcendo pela Hit-Girl durante todo o percurso.

Você teve dúvidas para entrar no filme, por causa da violência?

Não, não, eu adoro esse tipo de coisa. Quanto mais sangue melhor, quanto mais violência melhor, então esse filme é bem na minha linha. Se eu não estivesse no filme, iria assistir no cinema.

O fato de não ter um estúdio controlando todo o processo mudou alguma coisa no jeito de trabalhar?

Completamente, mudou tudo. Eu já fiz filmes com a Universal e vários outros estúdios e os executivos deles ficam no set assistindo tudo. E se não gostam de alguma coisa, pedem para fazer de outro jeito. Matthew teve toda a liberdade que ele queria. Nós filmamos tudo que queríamos, fizemos várias cenas de novo e pudemos fazer tudo do jeito dele, exatamente do jeito que ele queria. Foi quase um "vai se ferrar" para os estúdios, porque todos estavam com medo de encostar nesse material. Era violento demais, eles queriam se livrar da personagem Hit-Girl. E ele meio que disse "fodam-se vocês, vou fazer isso sozinho". Ele mesmo financiou o filme, Brad Pitt também financiou uma parte e mais algumas outras pessoas. Ele fez o filme do jeito que queria e saiu incrível, eu acho.

Você é um fã de quadrinhos?

Meu pai é um aficionado por quadrinhos. Eu não sou tão fã. Li todas as edições de Kick-Ass, obviamente, tenho que me dedicar ao trabalho. Mas não sou um grande fã de quadrinhos.

Mas você entendeu logo de primeira todas as referências que Matthew Vaughn usou?

Sim, eu definitivamente peguei todas as referências da HQ porque ele foi bem fiel ao orginal, mas ele usa também algumas referências do Homem-Aranha, Batman. E Nicolas Cage imita o Adam West.

Isso foi uma coisa que ele inventou, certo?

Sim, ele chegou com aquele personagem e Matthew disse que era meio arriscado, porque você não sabe se as pessoas vão achar que é idiota ou como vai ser. Mas Matthew disse que esse filme é feito de riscos, então deixou Nick Cage fazer daquele jeito e realmente ficou muito bom.

Você inventou alguma coisa para seu personagem?

Não. Eu não sou tão bom como Nick Cage! hahahaha Ele vem e faz um Adam West e aí eu chego e faço o Christian Bale para o meu personagem, sabe, o outro Batman? hahaha Não, não. Quanto eu fui escolhido para o elenco eu acho que Jane Goldman meio que reescreveu o personagem para mim, então ela colocou tudo no roteiro e eu me guiei por ele.

Seu pai ficou muito animado que você ia fazer esse filme?

Ele ficou muito empolgado. Ele tinha a primeira edição do Kick-Ass quando recebi o roteiro. Ele leu a HQ e leu o roteiro, e adorou. Então eu li os dois. Ele está muito empolgado por mim nesse momento.

Ele já assistiu o filme?

Ele já assistiu, sim. Ele quer assistir o filme de novo, todos os dias. [Risos na sala] Ele é um grande fã de Kick-Ass.

Você se divertiu interpretando um super-herói?

É ótimo! Eu interpreto um super-herói mas não tenho nenhuma cena de ação. Acho que minha única cena de luta é no final, e isso precisou de duas semanas de treinamento. Enquanto isso Chloë [Moretz], que está agora com 13 anos, ficou treinando durante quatro meses, sabe? Minha masculinidade é menor que a de uma menina de 13 anos, hahahaha.

Ela rouba todo o foco das cenas de ação.

Sim.

Você ficou com um pouco de ciúmes?

Não, ela merece isso, cara. Ela é tão querida e tão legal. E é mais interessante assistir uma garota de 11 anos assassinando pessoas do que eu.

Você disse que não é um grande fã de quadrinhos, mas você gosta dos filmes de super-herói?

Eu gosto, assisti quase todos. Gosto dos filmes do Superman - não o novo, aquele do Bryan Singer com Brandon Routh. Esse até que é ok, mas os antigos com Christopher Reeve eram muito bons. E O Cavaleiro das Trevas é provavelmente o melhor filme de HQ já feito, na minha opinião. Se você não assistiu isso, é um idiota, precisa assistir. Também sou fã dos X-Men. Então prefiro assistir do que ler os quadrinhos.

Se você pudesse ter um superpoder, qual seria?

Um superpoder...? É difícil. Acho que o teletransporte ou voar seria muito útil, especialmente na minha profissão, que tenho que fazer todos esses eventos de imprensa. Estou em Los Angeles e aí BUM! Estou aqui em Londres fazendo essa entrevista. E aí posso voltar para casa, tomar um banho rápido e em um segundo voltar para cá.

Qual foi a coisa mais legal que você fez nesse filme?

A coisa mais legal? Essa é difícil. Provavelmente a cena de luta entre eu e Aaron no final, essa é a parte mais legal. Todo o resto foi muito divertido de fazer, mas essa parte foi a mais legal, porque pude malhar e treinar para usar espadas e tudo mais.

E as cenas com o carro? Vocês estavam dirigindo de verdade, ou era computação gráfica?

Não, aquilo não foi computação gráfica e fiquei muito estressado, porque nunca tinha dirigido um carro não-automático antes, então tive que aprender a dirigir com marchas.

Americanos...

É! Todos vocês dirigem carros com marchas, certo? Nos Estados Unidos não, cara. Nós somos preguiçosos. Então tive que aprender naquele carro e Matthew Vaughn ia ficar com o carro no fim das filmagens, então ele ficava dizendo "se você estragar o carro, vai ter que pagar por tudo, está ferrado". Então eu tinha esse peso na minha consciência quando estava dirigindo. Mas deu tudo certo, não atropelei ninguém, nem nada.

E você ficou com seu uniforme?

Não, Sammy, a moça do figurino, ficou com ele. Eu já não aguento mais aquela coisa, cara. É um saco de vestir.

Matthew parece muito sério. Como foi trabalhar com ele? Vocês tinham um clima legal nas filmagens?

Sim. Ele é um cara muito sério porque acredita muito no trabalho dele e acreditava nesse filme. Mas ele gostou muito de mim, do Aaron e da Chloë, então ele estava muito aberto para a gente, ele é muito tranquilo. Ele tem um senso de humor meio seco, mas saímos para beber várias vezes e ele é um cara muito legal.

Você pode beber na Inglaterra.

Sim! Eu tenho 20 anos, então posso beber aqui. Muita cerveja, muito Jack com Coca.

Vocês puderam improvisar alguma coisa, ou tudo veio direto dos quadrinhos?

Era tudo ideia do Matthew, ele que definiu a forma como eu deveria pular e tudo mais. Ele não gosta muito de ficar dando opções pra você não ficar de saco cheio. Ele fala o que ele quer e pronto.

Por que você acha que hoje as pessoas são completamente loucas por super-heróis?

Por que são completamente loucas? Eu não sei, acho que porque é divertido assistir uma coisa que você não pode fazer, mas que você pode acreditar que poderia fazer, como Batman. Acho que os fãs de quadrinho vão gostar muito do filme porque ele é muito fiel à HQ. Mas eu acho que simplesmente é legal ver pessoas apanhando e se machucando. É meio que um escape da realidade assistir esse tipo de coisa.

Como foi a experiência de trabalhar com uma celebridade como Nicolas Cage?

Foi incrível, mas na verdade eu só trabalhei com ele durante um dia. Chloë e Aaron tiveram a oportunidade de trabalhar bastante com ele, mas nossos personagens só se encontram em uma cena. Então trabalhei com ele durante duas horas. Ele é um cara muito legal. Não fiquei amigo dele nem nada do tipo, mas ele é muito legal e um ator muito talentoso.

Estávamos falando antes que o tom desse filme lembra os filmes Paul Verhoeven-

Quem?

Paul Verhoeven, do Robocop dos anos 80.

Ah, uau.

Filmes violentos mas que também são legais de assistir. Você gostaria de fazer filmes nessa linha?

Eu sempre topo, se for um roteiro que eu gostaria de assistir no cinema. Eu definitivamente faria mais comédias de ação, se elas cruzarem meu caminho. Eu quero fazer uma cena igual em O Vingador do Futuro, em que o capacete do Arnold quebra, ele grita e os olhos saltam para fora. hahahahaha É tão obviamente falso, mas é tão hilário e tosco. Fazer parte de algo assim seria incrível.

Como é seu processo para escolher um roteiro? Você vai pelo que seu agente diz ou decide sozinho?

Meu agente me manda muitos roteiros. A primeira decisão é definitivamente minha. Se eu não gosto do roteiro, já deixo de lado. Se eu gostar, converso com meu agente e ele me conta quem mais está no projeto, se tem algum bom ator escalado ou se já tem um diretor. Mas basicamente é sempre minha opinião. Não vou fazer algo que não quero, só porque meu agente quer ganhar dinheiro, hahahahaha.

Sempre te oferecem o papel de nerd?

Sim, várias vezes me oferecem o papel do virgem que não transa com ninguém até o fim do filme e aí é tipo tão emocionante... hahaha É, esses eu recuso. Eu não faço essas comédias batidas. Sabe, fiz um filme chamado Modelos Nada Corretos, que foi com um diretor incrível, então não ia recusar só porque não era um papel novo, já que trabalhar com ele seria muito bom. Então se o material for bom, vou fazer.

Como você começou a trabalhar no mundo do cinema? Você sempre quis ser ator?

Sim, já atuo desde que tinha 5 anos. Atuava em todas as peças do colégio, no primário, ginásio e no colegial. Aí fiz o teste para Superbad e tudo começou a acontecer muito rápido.

As pessoas te reconhecem pelo personagem McLovin? Você considera isso uma bênção ou...

É definitivamente uma bênção, com certeza. Porque esse foi meu primeiro filme e as pessoas gostaram muito desse personagem, o que é incrível. E por isso consegui outros papéis, como Kick-Ass. Então isso foi uma bênção enorme. As pessoas me reconhecem na rua sim, e às vezes elas gritam "McLovin!" para mim. É muito bom quando eles são legais, tipo "Ah, eu adoro o filme, blá-blá-blá". Mas também encontro muitos cretinos, que acham que só porque têm a mesma idade que eu podem encostar em mim, encher meu saco, me zoar... Essas coisas são um pouco chatas. Mas depende, se eles são legais, também sou legal e se são chatos, eu meio que ignoro e vou embora.

Mas você pode chutar a bunda deles.

hahahahaha Infelizmente não. Eu não tive treinamento nesse filme.

Como foi virar uma pessoa conhecida internacionalmente? Você só enviou uma foto sua pelo celular?

Sim. Em Superbad eu não tinha fotos profissionais, então tive que tirar uma foto com o celular e enviei. Foi muito estranho quando lançamos Superbad, porque não sabíamos que ia ser um sucesso tão grande. O filme fez muito dinheiro e agora todos sabem quem eu sou, o que é muito estranho quando você é um garoto de 17 anos e está acostumado com ninguém dando a mínima para você. A diferenção é que agora todo mundo se importa com tudo que você faz. "Ele acabou de pedir um hamburger com bacon! Meu Deus!", e coisas desse tipo. Isso tudo é muito bizarro comigo.

Então aquela cena, em que você vai à loja de quadrinhos e Aaron chega para falar com você, é uma situação com a qual você consegue se identificar?

Sim, exceto que eu não tenho aquele guarda-costas gigante comigo o tempo inteiro. Mas sim, as pessoas gostam de vir falar comigo e dizem coisas legais, ou são cretinos, como já disse antes.

O que você pensa sobre outros aspectos da sua vida, como começar uma faculdade? Porque na sua idade, essa é a grande pergunta, não é?

Bom, eu me formei no ensino médio e poderia ter feito faculdade, mas estou trabalhando muito agora, o que é legal, e estou ganhando dinheiro, o que é legal. Superbad é um filme que tem um clima muito de faculdade, então se eu começar a estudar, todos vão chegar e dizer "McLovin, vamos sair" e ninguém vai querer ser meu amigo pelos motivos certos, se é que você me entende. Então eu meio que quero ficar longe disso, nesse momento. Tenho feito filmes que gosto muito e tenho trabalhado com pessoas muito legais, então quero levar isso adiante.

Esse filme é sobre adolescentes, mas ao mesmo tempo, tem muita violência. Você gosta da combinação?.

Eu acho que é uma ótima combinação. hahahahaha Acho é hilário assistir uma garotinha de 11 anos assassinando um monte de gente. Tem muitas pessoas por aí, mães e tal, que ficam reclamando que as crianças vão assistir isso e vão achar que não tem problema falar palavrão e machucar pessoas. Mas acho que elas não entenderem nada, acho que você precisa assistir ao filme antes de começar a julgar. Ninguém vai assistir o filme e dizer "Eu tenho que fazer isso também", porque toda a premissa do filme é apanhar muito. Se você se vestir de super-herói, vai se machucar violentamente. Ninguém vai assistir e dizer que quer ser o próximo Kick-Ass, porque ele apanha muito. Então é preciso assistir o filme antes de começar a julgar.

Mas você gosta dessas coisas que o filme mostra, como YouTube e Myspace?

Eu não tenho um MySpace e não tenho uma conta no YouTube, mas acho que isso dá um tom muito realista para que as pessoas consigam se identificar. Acho que isso é bom para o filme.

Mas não é para você?

Não, não tenho um MySpace nem nada disso.

Mas isso não vai ficar datado logo? Porque em alguns anos, o MySpace vai.

MySpace não vai existir, assim como Facebook e Twitter e tudo isso.

Sim, Facebook será outra coisa.

Mas isso é atual agora. É como nos filmes dos anos 80, com aqueles computadores enormes. Isso é muito datado, mas você continua amando o filme.

Se você não gosta de quadrinhos e não tem um MySpace, o que você faz então?

Hmmm.... hahahahaha É, se você não faz essas coisas, não sobra nada para fazer! hahaha Eu comprei uma bateria recentemente, então tenho tocado muita bateria e tentando ficar bom nisso. Gosto de ir ao cinema assistir filmes e ficar com os amigos, basicamente.

Você assiste todos os lançamentos?

Sim, a maioria. Assisti praticamente tudo que é mais recente. Assisti todos os filmes indicados ao Oscar e ao BAFTA, e tudo isso.

E a trilha sonora de Kick-Ass?

Ainda não tinha ouvindo as músicas. Ouvi Mika, que lançou uma música agora.

Que tipo de música você ouve?

Agora tenho ouvido muito Fleet Foxes, vocês conhecem? E Pinback. Minha banda favorita de todos os tempos provavelmente é Red Hot Chilli Peppers, sou muito fã. Mas gosto também de Pearl Jam, rock'n'roll e esse tipo de coisa.

Você tem medo que toda a expectativa, todo o hype, acabe dando errado?

Essa é uma questão importante. A expectativa é uma coisa boa e ruim. Muito hype faz as pessoas assistirem o filme, o que é bom, mas também pode fazê-las odiar o filme. Uma coisa meio, "você disse que seria desse jeito e não foi". Você tem que fazer jus às expectativas, mas eu acho que vão gostar bastante.

Você poderia falar alguma coisa sobre a continuação?

Não, não sabemos nada ainda. Nossa esperança - bate na madeira - é que esse filme vá muito bem. Aí, depois disso, vamos conversar sobre uma continuação.

A adaptação ao cinema da HQ de Mark Millar e John Romita Jr. narra a história de um adolescente normal, Dave Lizewski (Aaron Johnson), que decide adotar o codinome Kick-Ass, vestir uma fantasia de super-herói, empunhar bastões e combater o crime. A estreia no Brasil acontece em 18 de Junho.

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