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Netflix | CEO diz que Barbenheimer teria o mesmo impacto se fosse no streaming

Ted Sarandos afirma que não há motivo para acreditar que qualquer filme tenha um desempenho diferente no cinema

Omelete
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26.05.2024, às 15H44.
Atualizada em 26.05.2024, ÀS 16H13

Ted Sarandos, atual co-CEO da Netflix, voltou a defender o streaming como um meio de viralização para filmes e séries, agora com um exemplo polêmico. Em entrevista para o New York Times, o executivo defendeu que o fenômeno Barbenheimer, principal sucesso dos cinemas no ano passado, poderia ter acontecido caso os filmes Barbie e Oppenheimer fossem lançados ao mesmo tempo nas plataformas.

"Não há razão para acreditar que o filme em si vai melhor em qualquer tamanho de tela para todo o público", disse Sarandos na conversa, onde também citou a relação de um parente com o hábito de ver filmes. "Meu filho é um montador e ele viu Lawrence da Arábia no seu celular."

Barbie faturou mais de US$ 1,4 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo, enquanto Oppenheimer por pouco não bateu o bilhão de dólares em arrecadação. O filme de Christopher Nolan também venceu em sete categorias do Oscar, incluindo melhor filme.

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