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Mad Max: Estrada da Fúria | Processo entre George Miller e Warner pode dificultar sequências

Diretor diz que não recebeu bônus previsto em contrato

Camila Sousa
16.04.2018
11h56
Atualizada em
19.04.2018
00h36
Atualizada em 19.04.2018 às 00h36

Segundo o Collider, o processo de George Miller contra a Warner pode dificultar as sequências de Mad Max: Estrada da Fúria. A ação foi movida pelo diretor em novembro de 2017, alegando que não recebeu um bônus previsto de US$ 7 milhões.

Agora, o Sydney Morning Herald afirma que o grande impasse entre Miller e o estúdio é que o diretor afirma que o longa custou US$ 154,6 milhões, enquanto o estúdio diz que gastou US$ 185,1 milhões. Essa diferença é resultado de mudanças no meio da produção, já que a Warner teria se recusado a fazer algumas cenas e feito Miller filmar sequências inéditas e um novo final.

A produtora de Miller também diz que a Warner aprovou o gasto de US$ 31 milhões para refilmagens, que não seria contabilizado no valor final, já que as cenas foram necessárias por conta de intervenção do estúdio no longa. Já o estúdio diz que apenas “sugeriu” as mudanças e, portanto, não seria responsável pelo valor excedente.

Em um dos documentos também é dito que a Warner “destruiu” uma relação de confiança ao negar o bônus de Miller e isso torna “impossível qualquer parceria futura em novos projetos”. Durante um evento com estudantes, Miller disse que não sabe se as sequências vão acontecer, mas continua trabalhando em roteiros. Outro ponto destacado pelo Collider é que o processo deve tornar difícil o envolvimento de Miller em algum filme futuro da DC. Tudo vai depender de quanto tempo o processo vai demorar e qual será seu resultado.

Mad Max: Estrada da Fúria chegou aos cinemas em 2015.