Ralph Fiennes e Harris Dickinson em The King's Man: A Origem (20th Century Studios/Divulgação)

Créditos da imagem: Ralph Fiennes e Harris Dickinson em The King's Man: A Origem (20th Century Studios/Divulgação)

Filmes

Notícia

King's Man: A Origem recebe críticas mistas em primeiras reações

Filme chega aos cinemas em 22 de dezembro

Flávio Pinto
14.12.2021, às 17H20

Após muitas mudanças na data de estreia, a imprensa especializada finalmente teve a chance de assistir à King's Man: A Origem. Com muitas reações mistas, atualmente, a sequência estrelada por Ralph Fiennes conta com um índice de 43% de aprovação crítica no agregador Rotten Tomatoes, com 29 artigos contabilizados.

Confira alguns trechos das críticas:

  • Com uma história que inclui tudo, desde uma luta de espadas até uma mixtape de Tchaikovsky, humor à custa dos desejos reais de Grigori Rasputin (Rhys Ifans), e até mesmo a inclusão do que é melhor descrito como parkour de cabra, King's Man: A Origem não se leva muito a sério. Equilibrando seu tom de maneira uniforme, esta prequela percorre um longo caminho para formar o universo Kingsman que Matthew Vaughn e seus co-conspiradores apresentaram ao público em 2014”. (via CinemaBland)
  • King's Man: A Origem perde a sátira irônica dos dois primeiros filmes — cujo verniz de sátira já era tênue para começar — tornando seus momentos de comédia ultrajante ainda mais estranhos. Como pode um filme que adota o tom severo de um filme da Primeira Guerra Mundial também apresentar uma cena em que o hedonista Rasputin de Rhys Ifans lambe a perna de Ralph Fiennes e depois gira com uma faca como uma espécie de supervilão maluco? O King's Man tem, mas se ele se sai bem é outra questão”. (via /Film)
  • Essa mistura de filme de guerra sério, aventura de meninos e comédia absurda tem seus momentos, mas é uma mistura estranha que, no final das contas, fica um pouco vazia”. (via Deadline)
  • A incoerência política poderia ser perdoada ou, pelo menos mitigada, se The King's Man: A Origem não fosse geralmente tão enfadonho. Exceto por uma sequência de luta estendida contra Rasputin, que efetivamente mistura dança e coreografia de luta, e uma cena de suspense quando Orlando escala uma montanha, as sequências de ação no filme são previsíveis e descomplicadas”. (via IndieWire)
  • “Como muitas histórias de origem, o filme tem pontos lentos e problemas de ritmo. A primeira metade, em particular, demora um pouco para engrenar, mas a atenção aos detalhes históricos e os maravilhosos valores de produção compensam a letargia ocasional. A revelação da verdadeira identidade do misterioso gênio se prova desanimadora, como se os cineastas estivessem excessivamente determinados a incluir um inimigo com o status de vilão de Bond”. (via The Hollywood Reporter)

O longa se passará durante a Primeira Guerra Mundial e mostrará as origens do grupo de espiões visto nos dois primeiros longas.

O elenco conta com Ralph Fiennes (Harry Potter), Daniel Bruhl (Capitão América: Guerra Civil), Aaron Taylor-Johnson (Vingadores: Era de Ultron), Charles Dance (Game of Thrones), Matthew Goode (Watchmen), Gemma Arterton (Principe da Pérsia: As Areias do Tempo) e Harris Dickinson (Trust).

Com direção de Matthew VaughnThe King's Man: A Origem chega aos cinemas em 22 de dezembro

Omelete agora tem um canal no Telegram! Participe para receber e debater as principais notícias da cultura pop (t.me/omelete).

Ao continuar navegando, declaro que estou ciente e concordo com a Política de Privacidade bem como manifesto o consentimento quanto ao fornecimento e tratamento dos dados e cookies para as finalidades ali constantes.