Jon Cypher, astro de Chumbo Grosso e Mestres do Universo, morre aos 94 anos
Ator morreu próximo da esposa e causa da morte não foi revelada
Créditos da imagem: Reprodução
Segundo informações do Ashland News, o ator Jon Cypher, conhecido por seus papéis como o chefe Fletcher Daniels em Chumbo Grosso e como o Mentor em Mestres do Universo (1987), morreu no dia 3 de agosto, em sua casa em Central Point, Oregon, aos 94 anos. A família confirmou ao portal local que ele faleceu com a esposa ao lado, mas não revelou a causa da morte.
Nascido em 13 de janeiro de 1932, em Nova York, Cypher teve uma carreira de mais de cinco décadas na televisão, no cinema e no teatro. Sua estreia foi em 1957, na transmissão ao vivo de Cinderela, da CBS, com Julie Andrews, que atraiu mais de 100 milhões de espectadores. Nos palcos da Broadway, atuou em produções como A Noite da Iguana, O Homem de La Mancha, The Great White Hope e *1776*. Seu último crédito na Broadway foi em 1996, na montagem de Big.
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Cypher é mais lembrado por sua atuação em Chumbo Grosso, onde interpretou o chefe Fletcher Daniels em mais de 70 episódios entre 1981 e 1987. A série, que nunca foi um sucesso massivo de audiência, acumulou 26 prêmios Emmy e venceu quatro consecutivos como Melhor Série Dramática. Em 1987, Cypher viveu Duncan, o Mentor, em He-Man: Mestres do Universo – papel que Idris Elba interpretou no reboot de 2026, estrelado por Nicholas Galitzine. Na década de 1990, integrou o elenco de Major Dad como o general Marcus Craig nos últimos três anos da série.
Sua carreira na TV inclui participações em dezenas de produções, como Missão: Impossível, Bonanza, Arquivo Confidencial, A Super Máquina, JAG: Ases Invencíveis, Law & Order, Walker, Texas Ranger e Assassinato por Escrito. Também atuou em novelas como Hospital Geral, Enquanto o Mundo Gira e Santa Barbara, além de seriados como Dinastia, Dallas e Knots Landing. No cinema, seu primeiro papel de destaque foi em Quando os Bravos Se Encontram (1971), ao lado de Burt Lancaster.
Cypher também era cantor – chegou a se apresentar em ópera em quatro idiomas – e autor de um livro de limericks intitulado If You're Not Depressed, You Oughta Be in Therapy. Deixa sua esposa de 40 anos, Carol Rosin, e será sepultado no Forest Conservation Burial Ground, em Ashland, Oregon.
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