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David Ellison considera Elon Musk para consórcio de investidores na fusão Paramount-Warner Bros

CEO da Paramount cogita Musk para consórcio de investidores enquanto fusão com Warner Bros. Discovery se aproxima da conclusão

Omelete
2 min de leitura
23.09.2026, às 19H36.
David Ellison considera Elon Musk para consórcio de investidores na fusão Paramount-Warner Bros

Créditos da imagem: Reprodução

Segundo informações do Semafor, David Ellison está considerando procurar Elon Musk para integrar um consórcio de investidores de capital na Paramount, que se prepara para se fundir com a Warner Bros. Discovery. O nome de Musk é um dos vários indivíduos ricos que Ellison, CEO da Paramount, cogita abordar, segundo fontes anônimas ouvidas pelo veículo. O valor de um possível investimento não foi revelado.

Musk, que lidera SpaceX, Tesla e X, tem fortuna estimada em cerca de US$ 950 bilhões, segundo a Forbes. Ele tem laços comerciais com Larry Ellison, pai de David, que investiu US$ 1 bilhão na compra do Twitter por Musk em 2022 e também aplicou recursos na Tesla em 2018, além de ter integrado o conselho da montadora por vários anos.

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A fusão entre Paramount e Warner Bros. Discovery, avaliada em US$ 111 bilhões, está perto da conclusão após um acordo com 12 procuradores-gerais estaduais para encerrar a ação antitruste. A juíza responsável marcou uma audiência para quinta-feira para revisar os termos do decreto de consentimento. Se aprovado, o negócio deve ser fechado em cerca de duas semanas.

Larry Ellison garantiu pessoalmente US$ 46,7 bilhões em financiamento de capital para a operação. A Paramount também obteve USS 24 bilhões em compromissos de fundos soberanos da Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos. Segundo a empresa, os três fundos do Oriente Médio ficariam com 38,5% da nova companhia. Na semana passada, a FCC aprovou o pedido da Paramount para permitir que até 49,5% de seu capital seja detido por entidades estrangeiras após a fusão.

Entre os termos do acordo com os estados, a Paramount não pode vender os estúdios da Paramount ou os lotes da Warner Bros. na Califórnia por pelo menos cinco anos. A empresa também deve investir pelo menos US$ 300 milhões adicionais por ano em produção cinematográfica nos Estados Unidos, totalizando US$ 1,5 bilhão em cinco anos.

A nova companhia precisa lançar pelo menos 30 filmes nos cinemas nos primeiros dois anos e 32 nos anos 3 a 5, com janela de 45 dias para exibição ampla. O acordo também prevê a criação de um conselho de independência editorial para supervisionar os padrões jornalísticos da CNN e da CBS News.

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